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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Dono desenvolve 'rodinhas' para cadela com paralisia nas patas, no CE

Paquita, como é chamada a cadela, foi atropelada e ficou paraplégica. Veterinário indicou sacrifício, mas o dono preferiu cuidar do animal.

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No município do Crato, a 506 km de Fortaleza, a cadela Paquita chama a atenção dos moradores pelas rodinhas que a permitem se locomover. Quem desenvolveu o equipamento para Paquita foi José Turíbio, dono da cadela de 12 anos.

As duas patas traseiras do animal ficaram paralisadas após um atropelamento de moto há seis anos. Segundo o dono, ela foi encontrada em uma lata de lixo com poucos meses de vida. "Cuidamos dessa cachorra. Quando ela escapou, caiu de uma altura de cinco metros de uma laje", relata.

Depois de recuperar-se da queda, a cadela passou por uma gestação de risco e, segundo o dono, quase morreu. Turíbio nunca aceitou as recomendações de veterinários para sacrificar o bicho, que tem atenção especial no estacionamento onde vive e se tornou um cão de guarda. "Ela avisa melhor do que o nosso porteiro eletrônico que temos instalados aqui. É boa companheira, bom cão de guarda", destaca Turíbio. No local, Paquita tem uma cama feita com canos de PVC. Quando está fora da cadeira de locomoção, usa proteção para as patas, para não se machucar.  

Veterinária
O conceito sobre o tratamento dado a animais que sofrem acidentes e ficam paraplégicos mudou, diz a veterinária Tarcila Pereira . "A maioria das pessoas acha que o animal, por sofrer um acidente ou ficar paraplégico, deve ser sacrificado. A gente tem condição hoje de fazer cirurgia ortopédica, de colocar próteses e providenciar a cadeirinha de rodas", defende. Na região do Cariri, Sul do Ceará, onde vive Paquita, existem entidades como a Associação de Apoio à Vida (Aprov), que cuidam de animais. "A gente também procura ajudar a pessoas que socorrem esses animais. Tudo é muito caro, principalmente o tratamento ortopédico", afirma.

Fonte: www.g1.globo.com

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