Frida e Badock, amores da mamãe!
Olá! Sejam todos muito bem vindos ao blog Patógrafo. Podem entrar que o "canil" é de vocês. Sou mais uma apaixonada por cães e criei este blog Patógrafo (para quem não sabe, patógrafo significa autógrafo de cães...rs rs rs...) para falar mais desses seres maravilhosos e queridos! Então, participem, opinem e debatam nesse "canil" aconchegante!
Lambeijos...
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Maus-tratos a cachorros vão para no MP

Quatro casos recentes de maus-tratos a animais chocaram e mobilizaram entidades protetoras de animais. Um vídeo de um cão da raça yorkshire espancado até a morte na frente de uma criança em Goiânia, o cão arrastado pelas ruas da Paraíba com um saco plástico na cabeça, a foto do vira-lata com o focinho decepado, a cadela da raça boxer que teve a mandíbula destruída ao ser agredida pelo próprio dono e o "diário" da luta pela sobrevivência do vira-lata enterrado vivo no interior de São Paulo estão entre os assuntos mais comentados na internet.

As pessoas só têm um pedido: Justiça. Em São Paulo, no início do mês, passou a funcionar um grupo especial de combate a crimes contra animais no Ministério Público Estadual. Dois promotores foram designados para integrar o grupo, que funcionará no Fórum Criminal da Barra Funda: Vania Maria Tuglio e Carlos Henrique Prestes Camargo.
A criação, justifica o MP, "nasce em razão do elevado número de ocorrências envolvendo abusos, maus-tratos, ferimento e mutilação de animais, inclusive em ambietne urbano e doméstico, caracterizando a prática de delitos, segundo a lei 9.605/98". O grupo vai atuar de forma integrada com o promotor de Justiça, oficiando em representações criminais, inquéritos e processos criminais, de acordo com o Ministério Público. Em Curitiba, vereadores aprovaram os dois projetos de lei, de autoria da Prefeitura, que estabelecem sanções contra maus-tratos a animais.
A polícia de Formosa (GO) abriu um inquérito por causa do vídeo postado no Youtube que mostra o cachorro da raça yorkshire sendo agredido pela dona, na frente de uma criança, que aparenta ter 3 anos de idade. Ela bate no animal com um balde e o prende embaixo para sufocar. Antes, chutou e o arremessou na parede. O animal morreu, segundo a polícia. A polícia recebeu o vídeo, de maneira anônima. À TV Globo, o delegado Carlos Firmino Dantas, do 1º DP de Formosa, disse que a mulher, que seria uma enfermeira de 22 anos, alegou que o animal dava muito trabalho. Ela prestou um depoimento informal. Segundo o delegado, houve crime contra o cachorro e contra a criança. - Queremos provar que há o constrangimento da criança. Isso é um crime previsto no Estatudo da Criança e do Adolescente. Ela poderá ser condenada, não só com cesta básica, mas chegar uma pena de três anos e meio - explica o delegado. O MP de Goiás informou que acompanha o caso e aguarda do fim do inquérito policial para tomar providências.
Pelo twitter, a vereadora Heloísa Helena (PSOL), ex-senadora, defendeu a aprovação de lei contra maus-tratos dos animais. E faz um apelo à pessoa que fez e divulgou as imagens: "quem postou o vídeo precisa urgente encaminhar denúncia (pode ser anônima) ao MP/Vara da Infância pois tem criança envolvida".

O diário do cachorro enterrado vivo
Outra história que causou comoção e também ganhou destaque nas redes sociais foi a do vira-latas Titã, enterrado vivo pelo próprio dono na cidade de Novo Horizonte, a 399 km da capital. Ele foi resgatado há uma semana por um integrante da Ong Mão Amiga e por pouco não morreu. Com infecções, anêmico, com sarna e com um olho ferido, a luta do animal pela sobrevivência e sua recuperação são noticiadas quase que como num diário. E a Ong já tem 34 pedidos de adoções, de pessoas que ligam do Brasil e do exterior. Quando fecha a clínica, a veterinária responsável pelo seu tratamento leva Titã para sua casa.
A repercussão do caso surpreendeu o representante da Ong, Marco Antonio Rodrigues. - Todos os dias, recebemos cerca de cinco, seis denúncias de bichos que passam fome, estão doentes. Mas a história do Titã teve uma repercussão que até nos assustou - conta Rodrigues.
Para o veterinário e professor do curso de Psicologia da PUC de São Paulo, Mauro Lantzman, especialista em comportamento e bem-estar animal, a grande mobilização da sociedade com casos de maus-tratos tem a ver com os trabalhos de conscientização de Ongs para reduzir o índice de abandono dos bichos de estimação. - É algo histórico. Esse movimento tem crescido por força desses movimentos que procuram conscientizar a população sobre abandono, adoções e os benefícios de se ter um animal de estimação - avalia Lantzman. - Houve um tempo em que o foco era noticiar casos de cachorros mordendo crianças e adultos - completa ele.

Lino, o vira-latas arrastado por cerca de 700m pelo asfalto em uma rua na Paraíba, com um saco plástico na cabeça, ganhou uma dona e um lar. A agressão foi flagrada por um cinegrafista amador, no mês passado. O homem disse que levaria o cão para o centro de zoonoses para ser sacrificado porque estava doente. Após duas semanas em tratamento para cuidar dos ferimentos, ele teve um final feliz.
Já o cãozinho que teve o focinho decepado continua em tratamento contra uma infecção e anemia em uma clínica na Zona Leste de São Paulo. Ainda não se sabe em qual circunstância ele foi mutilado. Como consegue comer e se recupera bem, foi excluída a possibilidade dele ser sacrificado. Já ganhou até um nome: Chiquinho.
"O homem sempre teve uma relação evidente com os animais. Mas antes era uma relação de trabalho e consumo. Muito recentemente, ele passou a ser visto como parceiro, alguém da família, que está dentro de casa. Passou a criar um vínculo mais emocional. À medida que as condições econômicas melhoraram, o número de pets nos lares aumentaram. Por esta razão, as pessoas se sentem mais chocadas quando um animal sofre maus-tratos", explica Sandro Caramaschi, professor de Faculdade de Psicologia da Unesp de Bauru.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Centenas de pessoas oferecerem lar para cadela cega e seu cão guia

Centenas de pessoas na Grã-Bretanha se ofereceram para abrigar uma cadela dinamarquesa cega e seu cão guia após os animais terem sido entregues a um abrigo em julho.

Lily e Maddison/Dogs Trust
Os cães dinamarqueses foram deixados em abrigo em julho

Lily, de seis anos de idade, teve seus olhos removidos quando ainda era filhote e é companheira de Maddison, de sete anos, que foi adestrado para ajudá-la a se locomover.
O par foi deixado no abrigo Shrewsbury Dogs Trust quando seus donos não puderam mais cuidar dos animais.
O abrigo diz que a dupla é inseparável, mas alguns potenciais novos donos desistiram por causa da aparência da cadela ou por não ter condições de abrigar dois animais de grande porte.
Mas desde que lançou um apelo pela adoção, o local recebeu centenas de ligações.
"Acho que o futuro parece muito bom para essa dupla", disse a cuidadora Gemma Pinchin.
"Recebemos centenas de telefonemas pelos quais somos obviamente gratos", disse ela.
Os funcionários do abrigo disseram que vão ligar de volta para todos os que ofereceram um lar para os cães.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

ODONTÓLOGO é suspeito de incitar rinhas de cães pit bull

PUBLICOU ATÉ NO FACEBOOK e provocou revolta dos internautas e de associação dos animais

A foto publicada pelo odontólogo e empresário José Neto em seu perfil no Facebook gerou a ira dos amantes dos animais. E como não causaria. Trata-se da imagem de um cão com o rosto totalmente desfigurado depois de participar de uma rinha de animais. A imagem logo gerou a revolta de dezenas de pessoas, agravada com comentários no perfil do mesmo empresário, que mora em Teresina, combinando que neste domingo um novo duelo entre os animais deveria acontecer.

No perfil, em conversa com outros amigos, eles combinam que neste domingo aconteceria mais uma rinha, no local denominado apenas como “Sítio do Breno” (veja abaixo). Nos comentários são combinados hora e local. Imediatamente, muitas pessoas começaram a condenar a prática proibida por lei no Brasil.

Uma das representantes da Associação Piauiense de Proteção aos Animais (APIPA), a estudante Rutiele Saraiva, entrou em contato com o 180graus. Segundo ela, o caso deverá sim ser apurado pelos órgãos responsáveis. Já foi até mesmo programado um protesto na casa do odontólogo e da empresa onde trabalha, a Coife Odonto por grupos que dão apoio aos órgãos em defesa dos animais. Rutiele chegou a manter contato com José Neto pelo próprio Facebook, e o empresário enviou resposta.
 

Segundo ele, tudo não passa de um mal entendido e que a foto é uma reprodução da internet. “Olá!!! Gente é impressionante como as pessoas são maldosas!!! Irei ser breve! A interpretação foi totalmente errada. Postei uma foto que vi na internet para mostrar essa falta de respeito com os animais e se tornou tudo isso! Interpretação é para quem sabe entender!!!”, publicou em seu perfil.

Acontece que a resposta dada por José Neto não convenceu. Ele foi mais questionado depois que os comentários onde ele combinara as possíveis rinhas foi apagado de seu perfil. Ele chegou até mesmo a publicar fotos de outros cachorros, tentando se explicar e dizer que não participa das possíveis rinhas. O presidente da Rede Ambiental do Piauí Dionisio Neto entrou em contato com o 180graus e informou que vai pedir a prisão do odontólogo. A reportagem tentou contato com o odontólogo, mas não obteve êxito.

A prática de rinhas de animais e os maus tratos são apenados segundo a Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais
Art. 32º
Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Comentários excluídos do perfil de José Neto
 
 
Dono da Coife, odonto diz que foi brincadeira
O proprietário da clinica Coife Odonto, Mauro Santiago, entrou em contato com o 180graus para esclarecer o episódio. Segundo ele, que falou também em nome do seu funcionário José Neto, tudo não passou de uma brincadeira de “mau gosto”. “Isso tudo era uma brincadeira que ele tava fazendo, de muito mau gosto. Ele nem é de andar no Facebook, foi ingenuidade da parte dele, se soubesse não teria dito aquilo. Ficamos abismados com a repercussão. José nunca participou de rinha e tem cão doméstico em casa. Agora tememos que os comentários prejudiquem a empresa. A foto é tirada da internet. Ele está muito arrependido. Mauro nos indicou o endereço onde estaria a foto". CLIQUE E VEJA!

Leia na íntegra nota de repúdio da APIPA

NOTA DE REPÚDIO – APIPA (Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais)

Em Teresina, enfrentamos um problema a tempos, a Rinha de cachorros. Tomado como esporte como os participantes, exige treinamento extremo de estímulo à violência com os cães. Entre estes treinamentos está o confronto dos pitbulls com vira-latas encontrados na rua, que são levados para um suposto espetáculo anterior ao início das rinhas.

A Legislação é bem clara à este respeito. Senão vejamos:

Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais Art. 32º Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. § 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

A publicação do Sr. José Neto e do Dr. Mauro Santiago demonstra como em nossa sociedade os valores estão invertidos e não há respeito nenhum por seres vivos.

Incorrendo em atitude criminosa, chegam ao ponto de distribuir suas atrocidades em redes sociais, tripudiando completamente frente aos institutos legais que regem o país.

A APIPA reitera seu repúdio aos comentários apresentados, que podem ser comprovados por várias reproduções de tela do momento da presença dos comentários.

Diante do que foi exposto a APIPA afirma compromisso com a população piauiense. todas as medidas legais cabíveis serão realizadas para apurar a real participação e culpabilidade dos envolvidos. Denúncias serão encaminhadas conjuntamente com as provas ao Judiciário.

Assessoria Jurídica da APIPA 
 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Curiosidades: Quanto tempo dura a gestação dos animais?


Quando vai nascer um novo bebê na família, todos ficam tão ansiosos que parece que os nove meses de gestação não passam nunca. Mas a gravidez humana ainda sim parece rápida se comparada com a de alguns animais, cujos filhotes podem demorar até dois anos para se formar.

Confira abaixo a duração média da gestação de diversos animais, e o tempo de vida estimado para cada um:

Rato
Gestação: 21 dias
Tempo médio de vida: 18-20 anos

Galinha
Gestação: 22 dias
Tempo médio de vida: 6-8 anos

Gato
Gestação: 52-69 dias
Tempo médio de vida: 10-12 anos

Cachorro
Gestação: 53-71 dias
Tempo médio de vida: 10-12 anos

Macaco
Gestação: 139-270 dias*
Tempo médio de vida: 12-15 anos

Humano
Gestação: 253-303 dias
Tempo médio de vida: 67 anos**

Cavalo
Gestação: 329-345 dias
Tempo médio de vida: 20-25 anos

Baleia
Gestação: 365-547 dias*
Tempo médio de vida: Mais de 80 anos

Elefante
Gestação: 510-730 dias*
Tempo médio de vida: 30-40 anos

* Dependendo do tamanho da espécie
** De acordo com a expectativa de vida mundial de 2011

Por Stephanie D'ornelas
Fonte: www.hypescience.com

sábado, 17 de setembro de 2011

Moradores de Vitória não catam sujeira que cães deixam nas ruas

Moradores de Vitória não catam sujeira que cães deixam nas ruas
Agora a prefeitura de Vitória está regulamentando uma nova lei que prevê multa de R$ 35 para quem não recolher a sujeira deixada pelo animal.


Quem tem cachorro sabe: a sujeira dos bichinhos não pode ser deixada na rua. Em Vitória, tem até uma lei para isso. Mas, de uns tempos para cá, essa lei não está sendo respeitada.

Para passear com a cadelinha, Seu Carlos só vai prevenindo com a sacolinha serve para recolher a sujeira que os cachorros deixam pelo caminho. Uma senhora dá o bom exemplo: andou com a sacolinha até encontrar uma lixeira. Mais do que um bom hábito, é uma lei municipal que já tem quase 20 anos em Vitória. Só que ultimamente muita gente vem fazendo o serviço pela metade.

Eles pegam com a sacolinha, só que jogam a sacola no meio da rua. Eles não jogam no lixo. Eles jogam no meio da calçada. Suja do mesmo jeito, não adianta nada”, apontou a assistente administrativa Andressa Kiepper.

É uma ação rápida. A mão direita de uma senhora deixa a sacolinha cair assim meio disfarçado. O local não tinha uma lixeira. A sujeira ficou no chão. Está cheio de sacolinha “recheada” espalhada pela cidade, uma logo depois da outra, na calçada, no cantinho do muro ou na árvore.

Tem bastante mesmo. Em todas as ruas, você vai achar, principalmente se passar cedo. Não tem educação”, comentou o comerciário Antônio Rogério.

Agora a prefeitura de Vitória está regulamentando uma nova lei que prevê multa de R$ 35 para quem não recolher a sujeira deixada pelo animal. Mas, para isso, é preciso ter o flagrante, e a prefeitura mesmo admite que vai ser muito difícil fiscalizar.

Por isso, nesse caso, mais do que punição é preciso educação. Mesmo se não tivesse uma lixeira por perto, o dono do cachorro tem de recolher a sujeira.

A pessoa deve depois levar a sacolinha com os dejetos dos seus animais até a lixeira de casa ou a lixeira mais próxima para se descartar disso. Ter um animal de estimação é um direito, mas eu não posso começar a trazer incômodos e riscos para as pessoas que não têm”, afirmou a veterinária Carla Teixeira.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Veterinário dá dicas para banhos caseiros em cães

Muitos cães odeiam ir ao pet shop e ficam tão estressados que a rotina do banho se torna uma grande tortura para ele e o dono. Segundo Marcelo Quinzani, médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, o banho deve ser um ato prazeroso e não motivo de chateação. “O banho não deve fazer mal para o animal e deixá-lo estressado e agressivo. O ato é importante, mas em casos como esses é preciso repensar a frequência”, diz.


Uma boa alternativa para quem tem tempo, disposição e muito amor pelo amigão de quatro patas é dar banho em casa. Confira as dicas de Marcelo Quinzani e saiba como deixar o banho caseiro do seu pet mais agradável e seguro.

1. Escolha um local seguro e confortável. Pode ser um tanque, um box de banheiro, uma banheira ou mesmo um esguicho. O ideal é que seja um local fechado e com água morna ou em temperatura ambiente, de preferência agradável.

2. O ideal é usar xampu que não arda nos olhos. É possível utilizar uma pomada lubrificante prescrita pelo veterinário para proteger a região.

3. No caso dos ouvidos é necessário usar um chumaço de algodão seco para protegê-los. Separe um pedaço não muito pequeno e coloque com cuidado para que não entre no canal auditivo. O importante é que o algodão proteja a região e não deixe que a água entre.


4. Comece molhando as pernas do animal e depois o dorso para que ele se acostume com a temperatura da água. Com ele tranquilo e quieto, molhe a cabeça, levando a água com as mãos e esfregando gentilmente. Depois disso, é preciso esfregar o corpo e membros com o xampu recomendado pelo veterinário – neutro ou medicinal, de acordo com a pele e pelo do animal. Em seguida, enxágue e repita a operação pelo menos mais uma vez. Aproveite esse momento para verificar possíveis nódulos, feridas, presença de pulgas ou carrapatos. Se observar algo diferente, comunique o médico veterinário.

5. Depois de enxaguado e limpo, mude o cão de lugar para secá-lo. No caso de animais de pelo longo ou denso, será necessário usar secador de cabelo. Já nos cachorros de pelo curto, podem ser usadas apenas toalhas. Também não se esqueça de retirar o algodão dos ouvidos.

6. Depois de seco, o veterinário aconselha dar um agrado aos animais, como afagos, um petisco e até mesmo um passeio para condicioná-lo a associar o banho a algo agradável e prazeroso. O uso de acessórios e perfumes – próprios para animais – fica a seu critério. Só é preciso observar se ele não tem alergia ou se não vai ficar incomodado depois.

Autora: Luciana Florence
Fonte: www.criativa.globo.com

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Itália: casal oferece 10 mil euros por cão que sumiu em hotel

Um cachorro da raça Fox terrier, dado como desaparecido em agosto em um hotel de Gênova, no norte da Itália, se tornou um dos cães mais caros do mundo, após seus donos, um casal de milionários russos, terem oferecido uma recompensa de 10 mil euros a quem der notícias de seu paradeiro.

Johnny foi visto pela última vez em 17 de agosto no Grand Hotel Savoia, que se define como "amigo dos cachorros" e inclui um serviço especial para os animais, informou nesta segunda-feira o jornal La Stampa. A fortuna do milionário casal vem do setor de energia, e por isso desde o início era esperado um pedido de resgate, o que não aconteceu.

Após o desaparecimento, que deixou o casal "muito triste", os russos denunciaram o fato aos representantes de seu país na Itália, primeiro ao consulado da Rússia, em Gênova, e depois na embaixada, em Roma.

Começou assim uma investigação que envolveu a "Liga Nacional para a Defesa dos Cães", cujo presidente, Pierluigi Castelli, fez com que fossem interrogados até mesmo mendigos.

Fonte: www.terra.com.br

Audorei: Risqué lança coleção de esmaltes com nomes de raças de cães



AUmei esta ideia, mas faltaram algumas raças aí! Não tem Shih Tzu....Mesmo assim vou comprar todas as raças....Ops...Digo, cores!

Se você é louca por esmaltes e apaixonada por peludos de quatro patas, vai desejar agora mesmo a nova coleção de esmaltes da Risqué. É que a marca se prepara para lançar durante a Beauty Fair – feira internacional de cosmético e beleza, que acontece de 10 a 13 de setembro em São Paulo - a linha I Love my Dogs, desenvolvida em parceria com o estilista Reinaldo Lourenço.

A coleção é composta por sete novas cores e cada uma recebeu o nome de uma raça de cão como poodle, cocker, husky e maltês. Até os vira-latas ganharam sua versão, um cinza metalizado. E o melhor de tudo? A Risqué está entre as marcas de beleza que não testam em animais. Melhor impossível, não?

Será que a próxima coleção vem com raças de gatos? É esperar para conhecer os detalhes dessa linha e torcer para que os gatinhos também ganhem uma homenagem dessas, não é mesmo? Ah…e lembre-se de não usar esmalte de humanos nos cães e nos gatos. Esses produtos não foram feitos para serem usados na bicharada!

Fonte: www.criativa.globo.com

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

INFORMATIVO: Ministério importa 10 milhões de doses de vacina contra raiva para cães e gatos

O Ministério da Saúde importou 10 milhões de doses para vacinar cães e gatos contra a raiva. A compra emergencial foi feita para não atrasar a imunização dos animais nos estados com risco de registro da doença.

De acordo com o ministério, a pasta requisitou novos testes da vacina produzida pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), responsável por fornecer 32 milhões de doses. As análises foram solicitadas para evitar mortes e reações adversas nos animais como em 2010, quando foram notificados 637 casos. Do total, 41,6% foram mortes ou alergias graves, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na época, a vacina era fabricada pelo laboratório Bio-Vet, proibida de ser usada na campanha deste ano.

Com os novos testes, o Tecpar atrasou o fornecimento das doses, que deveriam ter sido entregues às secretarias estaduais de Saúde a partir de maio.

O ministério definiu estados com preferência para receber a vacina importada. Os primeiros foram o Ceará e o Maranhão, que registraram casos de raiva humana no ano passado e em 2011, respectivamente.

Os demais são Pernambuco, o Pará, o Piauí, o Rio Grande do Norte, a Paraíba, a Bahia, Alagoas, Sergipe e Mato Grosso do Sul, por terem notificado casos de raiva canina nos últimos três anos.

A raiva é uma doença viral que pode ser transmitida ao homem por mordida, lambida ou arranhão de um animal infectado, principalmente cães, gatos, saguis e morcegos. A taxa de letalidade entre humanos é próxima de 100%.

O Rio Grande do Sul e Santa Catarina são os únicos estados que ficam de fora da vacinação, pois não registram a circulação do vírus da raiva.

Fonte: www.jb.com.br

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Entenda como ocorre a troca de dentes em cães e gatos

A veterinária Carla Alice Berl, diretora do Hospital Veterinário Pet Care, ensina os principais cuidados que os donos devem ter com seus pets durante esse período.

Serviço no Hospital Veterinário Pet Care (foto: divulgação)
Serviço no Hospital Veterinário Pet Care (foto: divulgação)
Você sabia que cães e gatos também trocam seus dentes? 
Esta fase acontece por volta do quarto ao sexto mês de vida do filhote, quando os dentes decíduos caem e dão lugar aos permanentes. “Os dentes decíduos são dentes finos e pontiagudos e de aspecto frágil, que machucam com mais facilidade quando os filhotes mordem em suas brincadeiras. Já os dentes permanentes são maiores e mais brilhantes que devem durar toda a vida do animal e, por esse motivo, requerem cuidados de conservação e manutenção adequados”, explica Drª Carla.

Durante essa fase de troca o animal pode ficar seletivo para os alimentos ou até mesmo sem apetite, pois o desconforto causado pelo nascimento dos novos dentes é muito grande. “Nessa fase é normal a presença de mau hálito e eventual sangramento gengival e todas as alterações não têm significado clínico relevante, já que são temporárias”, esclarece a doutora.

Dificilmente é possível notar os dentes trocados em animais. Segundo a diretora do hospital, normalmente eles são engolidos pelos pets durante a mastigação dos alimentos, porém algumas vezes podem ser encontrados pelo chão da casa. Mas existem também aqueles animais que não efetuam a troca totalmente. “Isso acontece quando observamos a presença de dentição dupla, principalmente nos caninos superiores e inferiores, nos incisivos, que são raros, ou em ambos. Em outros filhotes observamos dentição dupla nos incisivos, conhecidos por Dentes de Tubarão, o que normalmente é observado em animais de pequeno porte principalmente em Malteses, Yorkshires, Poodles, Lhasa Apsos, Pinschers entre outros”, diz.

Ainda de acordo com a doutora Carla, isso pode favorecer o acúmulo de restos alimentares e, consequentemente, cálculo dentário (tártaro) e mau hálito. “A pior consequência da dentição dupla é o desvio de mordedura que deverá ser corrigida com a extração dos dentes decíduos o quanto antes para evitar que o desvio se acentue ou perpetue”, acrescenta. É aconselhável, mesmo antes da troca dos dentes decíduos, condicionar o animal – principalmente os cães – à escovação periódica dos dentes, evitando o acúmulo de cálculo dentário e a perda precoce dos dentes.

No Hospital Veterinário Pet Care, a avaliação dos dentes pode ser feita pelo Serviço de Odontologia que atende com horário marcado pelo telefone (11) 3743-2142. Normalmente esse acompanhamento é feito durante o período de vacinação de filhotes, quando o veterinário já irá orientar a respeito dos cuidados com a saúde bucal.

Lembre-se: cães e gatos também precisam de cuidados dentários!

Autora: Nathana Lacerda
Fonte: www.bagarai.com.br

Obesidade já atinge animais de estimação

Veja cuidados que podem ser tomados para evitar o problema

A obesidade humana é considerada uma questão de saúde pública e hoje afeta milhões de pessoas. Infelizmente, o aumento de peso também atinge os bichinhos de companhia – cães e gatos. Os pets – por serem considerados membros da família - acompanham o estilo de vida e hábitos alimentares de seus donos. Muitos animais recebem alimentação de forma errada como guloseimas (biscoitos, petiscos, restos de comida), o que contribui para o aumento de peso. 

Foto: Reprodução Internet
A obesidade em pets, assim como em humanos, decorre de um desequilíbrio entre o consumo e o gasto de energia, ou seja, a ingestão de calorias provenientes da dieta é superior a sua queima. Esse excesso de energia é acumulado no organismo na forma de gordura sendo prejudicial à saúde.

São diversos os efeitos que a obesidade pode acarretar em cães e gatos, dentre eles, os mais comuns são: o diabetes, câncer, problemas articulares, respiratórios, doenças de pele e menor expectativa de vida. Diante disso, a obesidade é considerada uma doença e precisa ser tratada. 
 
Foto: Reprodução Internet
A maioria das pessoas não reconhece o excesso de peso em seus animais e por isso não procuram um médico veterinário, por não identificar que seu companheiro de estimação está acima do peso e precisa de tratamento”, conta Karina N. Venturelli Gonçalves, gerente do Departamento Técnico e Formulação Pet do grupo Guabi.

Segundo Karina, o reconhecimento da obesidade e sobrepeso em pets pode ser feita pelos proprietários de duas formas:

1- Animais de raça pura: mediante o registro e acompanhamento de peso ao longo do desenvolvimento do animal após alcançar a vida adulta - esta medida é adotada principalmente nos cães e gatos que apresentam raça pura, onde o peso pode ser comparado ao peso padrão da raça.

2- Animais “vira – latas”: grande parte da população canina e principalmente os felinos não possuem uma raça pura, são os famosos “vira-latas”. Nestes casos o método mais prático para avaliar o excesso de gordura corporal presente é a palpação do tórax e abdômen inferior do animal. Em um cão ou gato muito magro, as costelas e as vértebras da coluna são visíveis e facilmente palpáveis. Em um animal com peso adequado é possível sentir as costelas sem muita dificuldade. Por outro lado, cães e gatos que apresentam sobrepeso ou são obesos possuem acúmulo de gordura sobre as costelas, sendo difícil sua palpação, além disso, quando observados de cima, perdem a cintura, ou seja, não há uma “curva” entre o tórax e o abdômen.

Embora o reconhecimento do sobrepeso por parte dos donos seja importante, cabe ao médico veterinário o devido diagnóstico, pois algumas doenças hormonais proporcionam o aumento de peso.

Tratamento:
O tratamento da obesidade em animais de companhia deve ser realizado sob orientação de um médico veterinário, que irá avaliar inicialmente a condição de saúde do animal e orientar o proprietário da melhor forma para elaboração de um programa de perda de peso em seu animal, que inclui algumas etapas:

1- Orientação através do médico veterinário para explicar ao proprietário o que é a obesidade, suas causas, consequências, tratamento e seus benefícios;

2- Comprometimento de todos que tem relação com o animal para cumprirem o tratamento;

3- Mudanças de hábitos alimentares, como por exemplo, o fornecimento de petiscos, guloseimas de forma indiscriminada. O ideal nesta fase é não fornecer calorias extras- uma vez que o tratamento só tem sucesso quando o gasto energético é superior ao consumo, desta forma, o organismo do animal consegue queimar a energia que está estocada na forma de gordura;

4- Utilizar um alimento específico com baixa quantidade de calorias para redução de peso, que contenha os nutrientes essenciais ao organismo do animal, como por exemplo, vitaminas e minerais. Além disso, esses alimentos possuem maior porcentagem de fibras e proteínas, que proporcionam redução de massa gorda e manutenção de massa magra;

5- Prática de exercícios quando possível e sempre deve respeitar a condição do animal. A atividade física é uma maneira fácil de aumentar o gasto energético, contribui para a manutenção da massa magra e favorece a relação proprietário-animal.

Vale ressaltar que o programa de perda de peso inclui retornos frequentes ao médico veterinário, pois este deve acompanhar e verificar se a perda está ocorrendo e de forma saudável”, lembra Karina.

Fonte: www.itu.com.br

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CRUELDADE - Sem alimentos, animais domésticos abandonados pela ESBR na Velha Mutum Paraná estão morrendo

Um leitor do Rondoniaovivo que trabalha nas proximidades do antigo distrido de Mutum Paraná, “cidade fantasma” já que a pequena vila será alagada pela Usina de Jirau, enviou relato de crueldade contra animais, que estão entregues a própria sorte após remoção da comunidade para a Nova Mutum.


Caminhando pelas ruas abandonadas da Velha Mutum Paraná na última segunda-feira (22/08) vi uma cena que costuma mexer muito comigo, principalmente por me remeter a uma sensação de impotência diante de algo bem maior do que minhas mãos podem alcançar. Uma cadela grávida deitada no passeio de uma “casa abandonada” buscava proteção do forte sol de meio-dia. Com respiração ofegante, ela parecia estar sentindo alguma dor, além do possível incômodo da fome e da sede.

Minha primeira reação foi ligar para a ESBR-Energia Sustentável do Brasil, mas não tive como fazer isso, estamos sem comunicação, encontrar cães, gatos e outros animais abandonados nas ruas é um sinal claro de omissão humana. Eles não têm culpa de vivenciar este abandono, mas nós, sim. As pessoas têm culpa em não exigir dos políticos ações efetivas para solucionar um problema de interesse coletivo e de fácil solução; têm culpa em não ajudar de alguma forma as entidades que defendem os animais; têm culpa em adquirir intempestivamente animais de estimação para depois, irresponsavelmente, maltratá-los ou abandoná-los à própria sorte; e, finalmente, têm culpa em preferir cães e gatos, em vez de adotarem aqueles que aguardam um lar e sequer têm custo.

Grande parte do seu tempo para cuidar daqueles que costumam demonstrar muito mais amor e afeto pelos humanos do que estes por seus semelhantes. Também gostaria de convidar o Executivo e o Legislativo municipais, além de todas as entidades interessadas, a debaterem ações maduras, decentes e efetivas destinadas aos animais abandonados da Velha Mutum Paraná. Quanto à cadela grávida, ironicamente abandonada em frente a uma "casa abandonada", não voltei a vê-la.






Autor: Amauri Leal

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Onça é abatida após atacar cadela em base da Funai no Acre

Sertanista que estuda índios isolados registrou o ocorrido nesta terça-feira.
Região é a mesma onde PF prendeu traficante português no início do mês (23/08).

Sertanista olha cadela e onça mortas em base da Funai (Foto: 
Arquivo pessoal/José Carlos dos Reis Meirelles)
Sertanista olha cadela e onça mortas em base da Funai no Acre, nesta terça-feira (Foto: Arquivo pessoal/José Carlos dos Reis Meirelles)
 
Uma onça pintada foi abatiada por homens da Força Nacional de Segurança e da Fundação Nacional do Índio (Funai), na noite desta terça-feira (23/08), após invadir e matar uma cadela da Frente de Proteção Etnoambiental da fundação, em Feijó (AC), perto da fronteira do Brasil com o Peru. 
 
Onça tinha acabado de atacar uma cadela em base da Funai, no 
Acre (Foto: Arquivo pessoal/José Carlos dos Reis Meirelles)
Onça tinha acabado de atacar uma cadela em base da Funai, no Acre (Foto: Arquivo pessoal/José Carlos dos Reis Meirelles)
"E depois acham que nós que trabalhamos na mata devemos andar desarmados. Vejam quem matou um cachorro na porta de casa aqui na base, nesta terça-feira. Além dos traficantes, ainda tem desses bichinhos. Alguém em sã consciência quer morar aqui sem arma? Ou devemos ligar para o Ibama ou para a Funai quando ela entrar em casa?", disse o sertanista José Carlos dos Reis Meirelles.

Rastro de sangue deixado por onça pintada após atacar cadela 
da Funai (Foto: Arquivo pessoal/José Carlos dos Reis Meirelles)
Rastro de sangue deixado por onça pintada após atacar cadela da Funai (Foto: Arquivo pessoal/José Carlos dos Reis Meirelles)
A região é a mesma onde a Polícia Federal (PF) prendeu um traficante português no começo deste mês. A Funai havia denunciado a que um grupo armado vindo do Peru estaria rondando região onde habitam indígenas isolados, no entorno do Rio Envira, no oeste do Acre.

Fonte: www.g1.globo.com

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Uniderp realiza curso para nutrição de cães e gatos em SP

O Hospital Veterinário da Anhanguera-Uniderp oferece, a partir do dia 6 de outubro de 2011, o curso Nutrição Clínica de Cães e Gatos. A capacitação tem como objetivo proporcionar fundamentação teórica e prática sobre os conceitos para uma alimentação saudável e balanceada para os pequenos animais de estimação.

Serão trabalhos os seguintes temas: Fisiologia digestiva dos cães e gatos; Comportamento alimentar; Conceitos de energia; Carboidrato e fibras; Gordura e ácidos graxos; Proteína e aminoácidos; Minerais; Vitaminas; Formulação e processamento; Alimentos funcionais; Patologias relacionadas à nutrição; Alimentação microenteral e enteral teórico e Alimentação microenteral e enteral prática.

Alunos e profissionais da área de Medicina Veterinária podem participar. O investimento é de R$150 e as inscrições devem ser realizadas no Hospital Veterinário da Anhanguera-Uniderp, localizado na unidade de Ciências Agrárias da Universidade.

Fonte: Correio do Estado

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cão desaparecido é encontrado após um mês

A história de Scooby, um cão sem raça definida de 10 anos de idade, é uma das poucas envolvendo animais perdidos que teve um final feliz. Ele fugiu de casa em meio a uma invasão seguida de furto e quase morreu. Foi atropelado na rodovia Marechal Rondon, pouco à frente da base da Polícia Militar Rodoviária de Bauru, e ali permaneceu estirado por cerca de dez horas, até que o veterinário João Zambonatto Netto passou pelo local e resolveu resgatar Scooby. Agora, está de volta ao seu lar.
 
Scooby/Foto Reprodução Site Mania de Cão

Tudo começou no dia 15 de julho, contou Fátima Schroeder, dona do cão. “Scooby era castrado desde pequeno e não tinha o hábito de afastar-se ou seguir pessoas e outros animais. Foi furtado da casa por meliantes que na sequência invadiram minha residência”, disse em um e-mail.

Desesperada, Fátima anunciou o desaparecimento de Scooby em sites e panfletos. Até que o destino do cão se cruzou com o do veterinário João Zambonatto Neto, que tem uma clínica em Agudos.

Era por volta das 9h da manhã do dia 5 de agosto quando eu passava pela rodovia Marechal Rondon sentido Centro-Agudos. Logo depois da base da Polícia Militar Rodoviária eu avistei o Scooby. Parecia que estava morto, estirado no asfalto, mas quando passei, vi que ele moveu uma das patas. Resolvi parar e socorrê-lo.”

Pegou Scooby, muito fraco, e o levou. “Perguntei para o pessoal que trabalha nas proximidades e me disseram que ele foi atropelado às 22h do dia anterior”. O cão apresentava diversas escoriações pelo corpo. Foi dormindo, tranquilo, até Agudos onde ganhou carinho também do sócio de João. Recebeu medicação, comida e curativo nos seus ferimentos. Em 20 dias Scooby estava totalmente recuperado. Faltava encontrar um dono.

Nós temos espaço aqui na clínica. Mas atendemos muitos cães doentes e como ele estava recuperado, preferi colocá-lo para adoção. Então entrei em contato com a Mariska, que veio e fotografou o cão”, relatou João.

Cruzando caminhos
Scooby, que recebeu o nome de Conhaque, pela cor da pelagem e dos olhos, foi fotografado por Mariska Ferrão, dentista atuante na recolha de cães abandonados na cidade de Agudos.

Nós temos uma coluna de adoção no jornal e iríamos colocar a foto dele lá. Foi quando eu entrei no site Mania de Cão para ver os cães disponíveis para adoção. E, de repente, apareceu a foto de Conhaque, com o nome de Scooby”, disse Mariska. Todas as características eram compatíveis. Imediatamente, Mariska ligou para Fátima. “Quando ele viu a Fátima foi uma festa. Foi muito especial.”

São profissionais como o João que honram a classe dos médicos veterinários, que não medem esforços para salvar vidas! Parabéns e obrigada!”, agradeceu Fátima.

Autora: Bruna Dias
Fonte: www.jcnet.com.br

Incêndio provoca a soltura de 400 cães em Taubaté

Até agora, 107 animais ainda não retornaram ao CCZ

Mais de 400 animais foram liberados do CCZ (Centro de Controle de Zoonose) na última terça-feira (16), após um incêndio atingir a área verde do local, gerando riscos para os bichos. Dos 468 animais abrigados, 107 até agora não voltaram ao centro, localizado no Itaim. Apenas 293 cachorros - do total de 400 - voltaram. De 60 gatos, 57 retornaram. Os oito cavalos continuam no local.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o incêndio atingiu cerca de 20 mil metros quadrados de área verde e foi provocado por populares que teriam feito queimadas nas margens da Estrada dos Remédios. Foram necessários mais de quatro mil litros de água para conter o fogo.

A decisão de retirar os animais do CCZ foi tomada para que os bichos não morressem intoxicados. Além de permanecerem aos cuidados da prefeitura até que sejam adotados, os animais são castrados, alimentados e têm a vacinação em dia.

Medida
Para a tesoureira da Apata (Associação Protetora de Animais de Taubaté), Vera Prado, a medida de soltar os animais deveria ter acontecido em último caso, porque há animais que podem representar perigo à população local.

"Deveriam ter soltado os animais se o CCZ tivesse sido atingida pelas chamas, não o mato. Lá havia cachorros da raça pit bull bravos. Já que ainda tem animal que não voltou, a prefeitura deveria fazer uma análise da área para recapturá-los", completou.

A prefeitura de Taubaté não quis comentar o caso.

Fonte: Rede Bom Dia

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Cachorro expulso de condomínio suscita debate

Foi preciso que um caso em Araraquara reanimasse a controvérsia sobre animais em condomínios. Enviada notificação a morador sobre barulho do seu cachorro, que latia o dia inteiro, o inquilino não tomou providências.

Tentou-se de tudo para dar solução amigável ao caso, mas, sem alcançar um consenso, o jeito foi levar o litígio à justiça. Que, para surpresa de alguns, determinou que o animal deixasse o condomínio, sob multa de R$ 700 por dia caso permanecesse. Após a sentença, o dono saiu do apartamento, levando consigo o cachorro.

Quer dizer, então, que a Justiça tem o direito de expulsar um animal do condomínio? 
Tem, sim. Ainda que haja diversos casos em que as reclamações sobre barulhos de animais decorram muito mais da implicância de moradores com cachorros e gatos, as proporções tomadas pela situação às vezes são graves.

Se um morador não dorme de noite por conta do barulho emitido em apartamentos próximos por conta de um animal, será que não estaria na hora de pensar no direito ao sossego? Não seria importante refletir se as regras combinadas internamente estão adequadas? Afinal, o que podem os moradores fazer em uma circunstância como essa?

Uma sequência adequada para resolver o problema indicaria uma conversa direta entre o morador e o proprietário do animal, em primeiro lugar. Caso não resolvam, as partes podem apelar para a intervenção do síndico.

Devem também expor o problema em assembleia. Ao proprietário do animal, devem ser enviadas notificações. Se nada disso funcionar, em último caso, a questão deve ser encaminhada aos tribunais de Justiça.

A Constituição brasileira dá subsídios jurídicos tanto para os defensores dos direitos dos animais quanto para os defensores do direito dos moradores. Nesse sentido, a jurisprudência nacional tende a não obstaculizar de forma absoluta o direito de proprietários de terem animais em condomínios.

Porém, em casos de grave perturbação ao descanso dos demais moradores, alguns juízes convém em emitir sentenças que limitem o barulho dos bichos. E limitar o barulho dos bichos, muitas vezes, só quer dizer uma coisa – tirar o cachorro do prédio.

Evidentemente, é preciso que muita conversa tenha se desenrolado até que a atitude de entrar na justiça seja a solução mais viável. Isso porque, embora em alguns casos o trâmite do processo tenha sido rápido, durando poucos meses, não é comum que a sentença seja contra o proprietário do animal.

É preciso que muita coisa esteja fora do lugar para que o juiz decida a favor do morador incomodado. Por exemplo, que a intervenção do síndico na questão tenha sido infrutífera. Ou que, após receber notificação, o proprietário do animal não tenha tomado nenhuma precaução para resolver o problema. Ou seja, antes de apelar aos meios judiciais, conversas com o proprietário do cachorro são fundamentais.

Ninguém, em sã consciência, compra um apartamento disposto a enfrentar problemas com vizinhos. A questão dos animais em condomínios, porém, não é de fácil solução. O problema existe há tempos e é um daqueles espaços em que a justiça não consegue chegar a uma solução que agrade há todos. Convém, porém, evitar que ocorram abusos.

Nesse sentido, é válido lembrar que o animal pode ser sim expulso do condomínio, como mostrou o caso em Araraquara. O que não quer dizer que o animal seja o culpado pela situação. Na maior parte dos casos, é sim, uma vítima. Um cachorro que late o tempo integral, por exemplo, pode não estar sendo bem cuidado ou estar sob forte estresse.
 
Autor: Lincoln César do Amaral Filho, diretor da Superlógica e do portal LicitaMais e especialista em condomínios
Fonte: O Diário

Cientistas treinam cães para farejar câncer de pulmão

Cães podem farejar o cheiro de um câncer de pulmão muito antes que os sintomas apareçam, dizem pesquisadores alemães. É a primeira vez que cientistas estudam a capacidade dos cães em detectar a doença, mas o estudo indica que os animais podem receber treinamento para alertar sobre a presença do câncer. A pesquisa foi realizada no hospital Schillerhoehe, na Alemanha, segundo informações do jornal britânico Daily Mail.

Geralmente, o câncer de pulmão é descoberto em estágio já avançado, já que os sintomas não aparecem na fase inicial. Por isso, os cães farejadores poderiam ajudar a salvar vidas. Nos testes realizados na Alemanha, os cães identificaram com sucesso 70% dos casos de câncer, mas os cientistas ainda não sabem qual a substância exata que eles detectam.

O estudo incluiu 220 voluntários entre pessoas com câncer e saudáveis e três cachorros. Mesmo o uso de cigarro ou de remédios não afetou a habilidade dos cães farejadores. Cientistas ainda não sabem se a técnica pode ser usada em grande escala, já que o custo de treinar os cães é alto. Mas a pesquisa segue em andamento.

Fonte: www.terra.com.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Vacinação oficial de cães deve ficar para o fim do ano

São Paulo - O mês de agosto entrou na segunda quinzena sem que haja uma data marcada para a vacinação antirrábica pública. Depois dos episódios de reações adversas de animais que tomaram a vacina no ano passado, o Ministério da Saúde decidiu mexer no cronograma deste ano, para que análises mais completas sejam feitas antes da distribuição das doses.

Por causa do trauma de 2010 e do medo de esperar demais, os donos de cães e gatos têm se antecipado e procurado hospitais veterinários ou pet shops para vacinar os bichos. E o preço pode chegar a R$ 50. Inicialmente, a previsão era de que a remessa de doses chegasse aos postos públicos em setembro, mas o ministério já admite que a vacinação pode ocorrer somente no fim do ano.

Em 2010, a campanha chegou a ser suspensa depois de mais de 2 mil registros de reações adversas em cães e gatos que haviam sido imunizados. Em nota, o ministério afirma que a pasta "definiu com o laboratório responsável pelo fornecimento da vacina antirrábica para cães e gatos - o Tecpar - a realização de novas análises laboratoriais desta vacina". Esses novos testes provocaram atrasos em relação ao cronograma de entrega.

O atraso não é visto com preocupação pelas autoridades de São Paulo, porque o Estado não apresenta casos de raiva humana transmitida por cães desde janeiro de 1997 e casos de transmissão de cachorro para cachorro desde 1998. "O que norteia a política de vacinação é o risco epidemiológico e, hoje, o risco de uma epidemia de raiva é mínimo", diz Enrico Lippi Ortolani, professor titular da Faculdade de Veterinária da USP.

O Ministério da Saúde escolheu como prioritários na vacinação 11 Estados - Maranhão, Ceará, Pernambuco, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia, Alagoas, Sergipe e Mato Grosso do Sul - onde houve casos de raiva nos últimos três anos. São Paulo está incluído na fase seguinte, com os demais Estados.

Fonte: www.veja.abril.com.br

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Dono desenvolve 'rodinhas' para cadela com paralisia nas patas, no CE

Paquita, como é chamada a cadela, foi atropelada e ficou paraplégica. Veterinário indicou sacrifício, mas o dono preferiu cuidar do animal.


No município do Crato, a 506 km de Fortaleza, a cadela Paquita chama a atenção dos moradores pelas rodinhas que a permitem se locomover. Quem desenvolveu o equipamento para Paquita foi José Turíbio, dono da cadela de 12 anos.

As duas patas traseiras do animal ficaram paralisadas após um atropelamento de moto há seis anos. Segundo o dono, ela foi encontrada em uma lata de lixo com poucos meses de vida. "Cuidamos dessa cachorra. Quando ela escapou, caiu de uma altura de cinco metros de uma laje", relata.

Depois de recuperar-se da queda, a cadela passou por uma gestação de risco e, segundo o dono, quase morreu. Turíbio nunca aceitou as recomendações de veterinários para sacrificar o bicho, que tem atenção especial no estacionamento onde vive e se tornou um cão de guarda. "Ela avisa melhor do que o nosso porteiro eletrônico que temos instalados aqui. É boa companheira, bom cão de guarda", destaca Turíbio. No local, Paquita tem uma cama feita com canos de PVC. Quando está fora da cadeira de locomoção, usa proteção para as patas, para não se machucar.  

Veterinária
O conceito sobre o tratamento dado a animais que sofrem acidentes e ficam paraplégicos mudou, diz a veterinária Tarcila Pereira . "A maioria das pessoas acha que o animal, por sofrer um acidente ou ficar paraplégico, deve ser sacrificado. A gente tem condição hoje de fazer cirurgia ortopédica, de colocar próteses e providenciar a cadeirinha de rodas", defende. Na região do Cariri, Sul do Ceará, onde vive Paquita, existem entidades como a Associação de Apoio à Vida (Aprov), que cuidam de animais. "A gente também procura ajudar a pessoas que socorrem esses animais. Tudo é muito caro, principalmente o tratamento ortopédico", afirma.

Fonte: www.g1.globo.com