Frida e Badock, amores da mamãe!
Olá! Sejam todos muito bem vindos ao blog Patógrafo. Podem entrar que o "canil" é de vocês. Sou mais uma apaixonada por cães e criei este blog Patógrafo (para quem não sabe, patógrafo significa autógrafo de cães...rs rs rs...) para falar mais desses seres maravilhosos e queridos! Então, participem, opinem e debatam nesse "canil" aconchegante!
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terça-feira, 18 de outubro de 2011

ODONTÓLOGO é suspeito de incitar rinhas de cães pit bull

PUBLICOU ATÉ NO FACEBOOK e provocou revolta dos internautas e de associação dos animais

A foto publicada pelo odontólogo e empresário José Neto em seu perfil no Facebook gerou a ira dos amantes dos animais. E como não causaria. Trata-se da imagem de um cão com o rosto totalmente desfigurado depois de participar de uma rinha de animais. A imagem logo gerou a revolta de dezenas de pessoas, agravada com comentários no perfil do mesmo empresário, que mora em Teresina, combinando que neste domingo um novo duelo entre os animais deveria acontecer.

No perfil, em conversa com outros amigos, eles combinam que neste domingo aconteceria mais uma rinha, no local denominado apenas como “Sítio do Breno” (veja abaixo). Nos comentários são combinados hora e local. Imediatamente, muitas pessoas começaram a condenar a prática proibida por lei no Brasil.

Uma das representantes da Associação Piauiense de Proteção aos Animais (APIPA), a estudante Rutiele Saraiva, entrou em contato com o 180graus. Segundo ela, o caso deverá sim ser apurado pelos órgãos responsáveis. Já foi até mesmo programado um protesto na casa do odontólogo e da empresa onde trabalha, a Coife Odonto por grupos que dão apoio aos órgãos em defesa dos animais. Rutiele chegou a manter contato com José Neto pelo próprio Facebook, e o empresário enviou resposta.
 

Segundo ele, tudo não passa de um mal entendido e que a foto é uma reprodução da internet. “Olá!!! Gente é impressionante como as pessoas são maldosas!!! Irei ser breve! A interpretação foi totalmente errada. Postei uma foto que vi na internet para mostrar essa falta de respeito com os animais e se tornou tudo isso! Interpretação é para quem sabe entender!!!”, publicou em seu perfil.

Acontece que a resposta dada por José Neto não convenceu. Ele foi mais questionado depois que os comentários onde ele combinara as possíveis rinhas foi apagado de seu perfil. Ele chegou até mesmo a publicar fotos de outros cachorros, tentando se explicar e dizer que não participa das possíveis rinhas. O presidente da Rede Ambiental do Piauí Dionisio Neto entrou em contato com o 180graus e informou que vai pedir a prisão do odontólogo. A reportagem tentou contato com o odontólogo, mas não obteve êxito.

A prática de rinhas de animais e os maus tratos são apenados segundo a Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais
Art. 32º
Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Comentários excluídos do perfil de José Neto
 
 
Dono da Coife, odonto diz que foi brincadeira
O proprietário da clinica Coife Odonto, Mauro Santiago, entrou em contato com o 180graus para esclarecer o episódio. Segundo ele, que falou também em nome do seu funcionário José Neto, tudo não passou de uma brincadeira de “mau gosto”. “Isso tudo era uma brincadeira que ele tava fazendo, de muito mau gosto. Ele nem é de andar no Facebook, foi ingenuidade da parte dele, se soubesse não teria dito aquilo. Ficamos abismados com a repercussão. José nunca participou de rinha e tem cão doméstico em casa. Agora tememos que os comentários prejudiquem a empresa. A foto é tirada da internet. Ele está muito arrependido. Mauro nos indicou o endereço onde estaria a foto". CLIQUE E VEJA!

Leia na íntegra nota de repúdio da APIPA

NOTA DE REPÚDIO – APIPA (Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais)

Em Teresina, enfrentamos um problema a tempos, a Rinha de cachorros. Tomado como esporte como os participantes, exige treinamento extremo de estímulo à violência com os cães. Entre estes treinamentos está o confronto dos pitbulls com vira-latas encontrados na rua, que são levados para um suposto espetáculo anterior ao início das rinhas.

A Legislação é bem clara à este respeito. Senão vejamos:

Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais Art. 32º Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. § 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

A publicação do Sr. José Neto e do Dr. Mauro Santiago demonstra como em nossa sociedade os valores estão invertidos e não há respeito nenhum por seres vivos.

Incorrendo em atitude criminosa, chegam ao ponto de distribuir suas atrocidades em redes sociais, tripudiando completamente frente aos institutos legais que regem o país.

A APIPA reitera seu repúdio aos comentários apresentados, que podem ser comprovados por várias reproduções de tela do momento da presença dos comentários.

Diante do que foi exposto a APIPA afirma compromisso com a população piauiense. todas as medidas legais cabíveis serão realizadas para apurar a real participação e culpabilidade dos envolvidos. Denúncias serão encaminhadas conjuntamente com as provas ao Judiciário.

Assessoria Jurídica da APIPA 
 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Mercado para bichos de estimação movimenta 10 bilhões

A seção de roupas lembra uma loja de vestuário 
infantil
A seção de roupas lembra uma loja de vestuário infantil
 
As famílias brasileiras criam laços cada vez mais fortes com seus animais de estimação. Os cães e gatos nunca frequentaram tanto o pet shop, comeram rações caras e receberam tantos mimos. O país tem uma população de 35 milhões de cães e 18 milhões de gatos, e o ramo movimentou no ano passado R$ 10,14 bilhões e espera em 2011 chegar aos R$ 11,2 bilhões - um aumento de 4,5%. “O animal de estimação virou integrante da família, e muitas pessoas não encontram limites na hora de gastar com roupinhas e investir em tratamentos estéticos e medicinais”, afirma o veterinário Heraldo Habermann.

E não é para menos. Em 2005, os brasileiros gastavam em média, por animal, US$ 30 dólares por ano. Agora, gastam US$ 70.

Na alimentação, por exemplo, se antes os animais de estimação comiam restos de comida, depois eles passaram a comer rações mais simples e hoje já se deliciam com rações mais elaboradas. “Muitas marcas segmentam as rações por raça. Isso porque os animais têm necessidades nutricionais diferenciadas. Enquanto uns precisam de mais cálcio, outros, de proteína”, explica o veterinário.

Segundo Heraldo, a expectativa de vida dos animais aumentou consideravelmente nos últimos anos. “A medicina veterinária está tão avançada quanto a humana. Os profissionais estão mais especializados e os tratamentos, diversificados. Atualmente investe-se muito nas medicinas alternativas, como acupuntura, florais e homeopatias.”

Os pet shops oferecem de rações a brinquedos, cosméticos para deixar os pelos mais bonitos e sedosos, além de protetor solar e colares. A seção dedicada às roupas é um luxo só e, em muitos casos, lembra uma loja de vestuário infantil. “Temos até biquíni para cachorro”, lembra a atendente Talita Rafaeli Lar.

Para ajudar na humanização dos animais de estimação, há também bonés, bandanas, gravatas, tênis e fantasias. “Para os donos mais interessados, temos algumas opções de livros que podem ajudar a entender melhor o bichinho. Já, para os apaixonados, há adesivos de carros que demonstram o carinho pelo animal”, acrescenta Talita.

A técnica em enfermagem Mônica Ferraz tem uma cachorrinha da raça maltês chamada Sophia e é exemplo de dedicação e amor no cuidado com o animal de estimação. “Meu filho Marcos tem a Sophia como irmã. Ela come ração específica para a raça e toma banho regularmente. É praticamente um membro da família!”.

Por Ana Ligia Noale
Fonte: www.jornalcidade.uol.com.br

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Concurso: O cão mais feio do Brasil

Inspirado pela feiura da cadela Yoda, eleita o cão mais feio do mundo em um recente concurso norte-americano, o programa Claquete lança o concurso O cão mais feio do Brasil!


Se você tem um cãozinho mais feio que a mistura de Chihuahua com Cão de Crista Chinês da foto, ele (a) tem grandes chances de ganhar a disputa e se transformar numa pet celebridade da web.

Para participar, é só mandar a foto e o nome do seu bicho de estimação para o email do programa claquete@band.com.br.

Prove que seu bicho é feio para cachorro!

Participe.

Fonte: www.band.com.br

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Amigo corredor

Novo no Brasil, o canicross começa a ganhar adeptos em Fortaleza

Razoni: esporte 
ajuda a tranquilizar o dono e o animal  (IGOR DE MELO)
Razoni: esporte ajuda a tranquilizar o dono e o animal (Igor de Melo)

Recém-chegado ao Brasil, o canicross é um esporte para quem deseja ter momentos de lazer com seu cão. A prática consiste em uma corrida na qual o animal e o homem ficam unidos por uma guia. A principal regra do esporte é se divertir com o cachorro. Se correr sozinho já é prazeroso, imagine fazer isso com o seu cão.

Além da diversão, o esporte melhora o físico e ameniza o estresse. “Eu fico bem mais relaxado e minha cachorra parou de comer todos os objetos que via pela frente. Nós dois estamos bem mais tranquilos”, diz Paulo Razoni, praticante da modalidade há dois meses. Ele treina nos fins de semana com a labradora Esparta e a dobermann Atenas.

O canicross deve ser praticado em áreas espaçosas e, de preferência, arborizadas. O integrante do Grupo de Pesquisa Lazer ao Extremo (GPLE) João Luiz Torres aconselha que se treine em terrenos irregulares, se a intenção for participar de competições.

Pois, como as provas são realizadas em lugares desse tipo, os participantes devem se acostumar com o percurso.

O diretor técnico da Confederação Brasileira de Canicross, Dimas Meinerz, alerta que para praticar o canicross, o cachorro deve ter, no mínimo, um ano de idade. Antes disso, a musculatura do animal ainda está se desenvolvendo e não deve ser forçada. Em relação ao ser humano, a indicação é para maiores de sete anos, pois crianças menores não conseguem controlar o cão durante a corrida.

Sem preconceitos
Diferente de outros esportes praticados com animais, o canicross não discrimina raça nem pedigree. Também não exige que o animal seja treinado. “Qualquer tipo de cachorro pode praticar. Esse é um esporte aberto tanto para o dog alemão quanto para o vira-lata”, diz Razoni.

Para participar das competições, solicita-se apenas que o cão seja sociável. Dessa forma, evita-se brigas entre os animais durante a prova. Para socializar os cães, os integrantes do GPLE formaram parceria com o canil da Polícia Militar. “Pedimos que eles ofereçam um curso de socialização de cães quando houver competições”, informa Torres.

Idade mínima
Segundo a Confederação Brasileira de Canicross, o cachorro deve ter pelo menos um ano de idade para praticar o esporte.

Todas as raças
O canicross não difere raça nem pedigree. Do dog alemão ao vira-lata, todos podem praticar o esporte.

Primeira prova
O primeiro campeonato de canicross em Fortaleza será realizado no Parque do Cocó e terá um percurso de 5km.

Dicas para praticar
A prática do canicross exige cuidados essenciais com o cão. Confira a lista abaixo:
• Ir ao veterinário para fazer avaliação da saúde do cachorro antes de começar a praticar o esporte.

• Treinar com o cão antes de participar de competições. Como as provas têm, no mínimo, 5 km de percurso, os dois devem se acostumar a correr longas distâncias.

• Não alimentar o cachorro antes de praticar canicross. Como acontece com o homem, o animal fica indisposto logo após ingerir alimento.

• Esperar um tempo para alimentar o animal se ele ficar muito ofegante após praticar o esporte.

Fonte: http://www.opovo.com.br