Frida e Badock, amores da mamãe!
Olá! Sejam todos muito bem vindos ao blog Patógrafo. Podem entrar que o "canil" é de vocês. Sou mais uma apaixonada por cães e criei este blog Patógrafo (para quem não sabe, patógrafo significa autógrafo de cães...rs rs rs...) para falar mais desses seres maravilhosos e queridos! Então, participem, opinem e debatam nesse "canil" aconchegante!
Lambeijos...
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Solidão canina: saiba como evitar ou acabar com o sofrimento da ansiedade por separação


Já foi contado no blog sobre um estudo que revelou trauma em cães que ficam sozinhos em casa. Isso mesmo, os cachorros também sofrem com a solidão e, muitas vezes, essa agonia é tão grande que o sofrimento atinge toda a família. Mas a boa notícia é que a ansiedade por separação, como é chamada, tem solução.

Segundo Thaiene Onozato, adestradora e especialista em comportamento canino, a ansiedade por separação pode atingir diversos níveis e pode ser tratada em todos eles. “Há casos mais leves em que o cão fica agitado quando percebe que o dono vai sair e até os mais extremos como cachorros que saltam varandas e janelas para ir atrás do tutor”, diz.


Mas como saber se o seu amigo peludo sofre desse mal? A resposta é simples: fique atento aos sinais que ele passa para você. Seu cachorro pode apresentar apenas um desses comportamentos ou vários.  
Confira as dicas da adestradora.

1. Trocar de roupa, pegar a bolsa e as chaves do carro podem ser atitudes normais para você, mas para um cão que sofre de ansiedade por separação já é motivo de nervosismo e agitação. Fique atento se ele mostra nervosismo nessa hora.

2. Latir, uivar ou chorar insistentemente quando está sozinho (em geral, a família só toma conhecimento do fato por reclamações e comentários dos vizinhos) também é um sinal.

3. Ele apresenta comportamentos destrutivos como arranhar as portas, destruir objetos da casa, comer sapatos, quando fica sozinho em casa? Se a resposta for sim, então ele pode estar sofrendo desse mal.

4. O cão também pode apresentar excesso de salivação.

5. Ele não come, não bebe água nem vai ao banheiro quando fica sozinho e só tem ânimo para essas atividades quando o dono retorna.

6. A automutilação – lamber as patinhas, ou outras partes do corpo até formar feridas – também é um sintoma de ansiedade por separação.   


Agora que você já sabe identificar se o seu companheiro querido sobre de ansiedade por separação, que tal conhecer algumas dicas para prevenir ou melhorar esse problema?

1. É preciso adaptar o seu cachorro a ficar sozinho desde filhote quando ele chega em seu novo lar.

2. O cão filhote ou adulto precisa ser exposto a vários intervalos pequenos (em média 5 minutos) sem o dono. O tempo deve ser aumentado progressivamente, comece com 2 minutos, passe para 5, volte para 3, depois 6. O importante é que esse tempo não seja regular, quanto mais variação melhor. Não dê ao cachorro saudações prolongadas ao retornar. Quando voltar para o local onde ele ficou sozinho, ignore-o completamente (mesmo que ele dê umas lambidas ou empurre a sua mão pedindo carinho). Nesse momento vá tomar um copo d’agua e depois volte para cumprimentá-lo. É importante tirar o cão de seu estado de excitação, ele precisa ficar calmo e tranquilo e ignorando-o isso deverá acontecer.


3. Castigos ou punições físicas só pioram a ansiedade, por isso não são recomendados como tratamento para tratar esse mal.

4. Deixe brinquedos para seu cão durante a sua ausência. Pode ser uma bolinha para ele perseguir ou outro objeto que ele goste de brincar.

5. Outra opção, para quem tem tempo, é caminhar com seu cão antes de se ausentar, assim ele vai estar mais calmo quando você sair.

Por Luciana Florence

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Veterinário dá dicas para banhos caseiros em cães

Muitos cães odeiam ir ao pet shop e ficam tão estressados que a rotina do banho se torna uma grande tortura para ele e o dono. Segundo Marcelo Quinzani, médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, o banho deve ser um ato prazeroso e não motivo de chateação. “O banho não deve fazer mal para o animal e deixá-lo estressado e agressivo. O ato é importante, mas em casos como esses é preciso repensar a frequência”, diz.


Uma boa alternativa para quem tem tempo, disposição e muito amor pelo amigão de quatro patas é dar banho em casa. Confira as dicas de Marcelo Quinzani e saiba como deixar o banho caseiro do seu pet mais agradável e seguro.

1. Escolha um local seguro e confortável. Pode ser um tanque, um box de banheiro, uma banheira ou mesmo um esguicho. O ideal é que seja um local fechado e com água morna ou em temperatura ambiente, de preferência agradável.

2. O ideal é usar xampu que não arda nos olhos. É possível utilizar uma pomada lubrificante prescrita pelo veterinário para proteger a região.

3. No caso dos ouvidos é necessário usar um chumaço de algodão seco para protegê-los. Separe um pedaço não muito pequeno e coloque com cuidado para que não entre no canal auditivo. O importante é que o algodão proteja a região e não deixe que a água entre.


4. Comece molhando as pernas do animal e depois o dorso para que ele se acostume com a temperatura da água. Com ele tranquilo e quieto, molhe a cabeça, levando a água com as mãos e esfregando gentilmente. Depois disso, é preciso esfregar o corpo e membros com o xampu recomendado pelo veterinário – neutro ou medicinal, de acordo com a pele e pelo do animal. Em seguida, enxágue e repita a operação pelo menos mais uma vez. Aproveite esse momento para verificar possíveis nódulos, feridas, presença de pulgas ou carrapatos. Se observar algo diferente, comunique o médico veterinário.

5. Depois de enxaguado e limpo, mude o cão de lugar para secá-lo. No caso de animais de pelo longo ou denso, será necessário usar secador de cabelo. Já nos cachorros de pelo curto, podem ser usadas apenas toalhas. Também não se esqueça de retirar o algodão dos ouvidos.

6. Depois de seco, o veterinário aconselha dar um agrado aos animais, como afagos, um petisco e até mesmo um passeio para condicioná-lo a associar o banho a algo agradável e prazeroso. O uso de acessórios e perfumes – próprios para animais – fica a seu critério. Só é preciso observar se ele não tem alergia ou se não vai ficar incomodado depois.

Autora: Luciana Florence
Fonte: www.criativa.globo.com

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Aprenda truques para dar remédio para seu bichinho

Ministrar remédios aos pets não é tarefa fácil. Por isso, elencamos dicas para te ajudar
 
Se é verdade que há certos mitos envolvendo o comportamento de cães e gatos, há também algumas percepções impossíveis de contestar. Dar remédios para os pets, por exemplo, nunca é tarefa simples para donos pouco experientes.

São raros os bichos de estimação que tomam remédio de boa vontade. Cães acham ruim o gosto ou mesmo a sensação de algo estranho descendo pela garganta.

Gatos, por sua vez, são desconfiados: com sua mania de checar tudo antes de consumir, remédios para eles é tido como possível ameaça à saúde. Por mais que, na prática, sejam exatamente o contrário.

Pensando nisso, consultamos a veterinária clínica e terapeuta Rúbia Burnier (UNIFENAS-MG), que atua há mais de 20 anos na área de comportamento animal, para colher algumas dicas úteis e práticas.

Segundo ela, hoje é mais fácil ministrar remédios aos pets em casa do que há alguns anos.

- Atualmente, já existem diversos medicamentos no mercado em forma de pasta ou mesmo com gosto, para ajudar nesta nem sempre descomplicada missão. O mercado está se aprimorando nesse sentido, o que é ótimo para todo o mundo.

Para cada tipo de remédio, há um jeito especial de se ministrar o medicamento, explica a profisional.

Veja as 5 dicas da doutora: 
 
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1- Medicamentos líquidos ou xaropes em geral 
A dica é prestar atenção à dose ideal para a variação de peso do animal. O remédio deve ser dado com o uso de seringa, sempre posicionada na curva interna da boca, entre o maxilar superior e o inferior. Não vá com pressa. Acalme o animal, vá conversando com ele e, de forma ligeira, puxe o lábio, apoie o bico da seringa, mostre um petisco e o faça entender que esta é a recompensa. Pressione a seringa com cuidado, para que o remédio não vá para a laringe. É muito importante dar o remédio evitando ao máximo reações físicas, pois o pet corre o risco de machucar o pescoço ao tentar escapa. 
 
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2- Medicamentos sólidos por via oral
No caso dos comprimidos, cápsulas ou drágeas, o ideal é selecionar um alimento que o pet gosta muito. Podem ser frutas, como a banana, ou petiscos molinhos, a exemplo do polenguinho. Quebre o alimento em três pedaços. Você precisa dar o remédio em três fases. O primeiro pedaço é puro, o segundo, escondido dentro do alimento, e, o terceiro, também sem nada. Para colocar o remédio direto na garganta, o procedimento é posicionar o animal de costas entre as suas pernas. Com o bichano de costas, levante a cabeça e introduza na garganta até ele engolir. Quando o animal não encara o dono, é menos provável que fique estabanado ou agressivo

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3- Remédios em pasta
Especialmente no caso dos gatos, o veículo mais indicado de remédio é a modalidade em pasta, cada vez mais popular no mercado. Como os gatos são desconfiados, os remédios em pasta dão uma tapeada neles, já que os felinos têm mania de checar tudo, ao contrários dos cães, que são mais incautos. Você passa na pata e o animal instintivamente lambe, sem que você precise negociar com ele. Há também as pastas tópicas, para passar nas costas.

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4- Medicamentos tópicos
Medicamentos tópicos são invariavelmente receitados pelos veterinários. No caso dessa modalidade, dos remédios absorvidos pela pele, dê prerência aos que vêm em spray ao invés das pomadas (não confundir com os remédios em pasta). Isto porque as pomadas são lambidas pelos animais e não se fixam bem. Além de atrapalhar o tratamento, isso causa irritação na pele. Outro problema das pomadas é que o remédio acumulado entre os dedos, no caso de ser aplicado nas patas, promove humidade com possibilidade de criação de fungos. Para os tratamentos simples, o único toque na hora de usar os sprays é não aplicar em contato direto com o corpo, o melhor é aplicar no algodão e espalhar. Depois de passar o remédio, é prudente brincar ou passear com o cachorro, o que ajuda o medicamento a agir. Mesmo o spray sendo uma opção que se fixa bem à pele, é bom não esquecer de recompensar o amigão depois.

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5- Medicamentos para o ouvido
Esse é um dos tipos de remédio mais complicados, pois os animais têm a sensação de desequilíbrio com os medimamentos líquidos para o ouvido. Depois da primeira aplicação, é difícil o pet deixar fazer a segunda. Nesse caso, também não tem muita negociação. O jeito é colocar o cão sobre uma mesa e fazer a aplicação usando focinheira. Há, porém, alguns medicamentos já disponíveis em gel, que são melhores, porque evitam justamente a sensação de desconforto que tanto assusta os bichos. Seja qual for a escolha, a sugestão é segurar as orelhas com firmeza, mas sem apertar, e levantar para pingar a dosagem. Depois, abaixe a orelha com gentileza e esfregue a cartilagem na base da orelha. Assim, o medicamento flui pelo canal auditivo.

Fonte: www.r7.com