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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Poodle briga com pitbull e rottweiler para defender a dona em Maringá (PR)

Um cachorro da raça poodle protegeu a dona do ataque de um pitbull e rottweiler, no Jardim Alvorada, em Maringá(PR). O caso ocorreu no início da noite do último domingo. O cão ficou com ferimentos graves e ainda pode ser sacrificado.

Com 8 anos, Manchinha – ou Dodô, como também é chamado - está há dois com Maria Helena da Silva, 65, e guiava a senhora que, após um Acidente Vascular Cerebral (AVC), ficou com cerca de 20% da visão.

 Maria Helena afirma que Manchinha a salvou; cão passou por cirurgia/Foto divulgação

De acordo com a nora dela, Adriana Mara Bernarde da Silva, 36, o ataque ocorreu quando Maria Helena voltava para casa, na Rua Venezuela, no Jardim Alvorada. Dois cachorros, um pitbull e um rottweiler, derrubaram-na no chão. Manchinha, ao perceber o ataque, foi defender a dona dos animais.

Adriana contou que a briga só acabou porque vizinhos bateram no rottweiler e no pitbull com um capacete. Manchinha teve escoriações e tem mordidas pelo corpo. Com as funções vitais comprometidas, ele passou por uma cirurgia ontem à tarde. O veterinário que o atendeu, no entanto, não descartou a possibilidade de sacrificar o animal.

Cirurgia
Por telefone, Naiara Silva, neta de Maria Helena, contou que a operação foi a última tentativa de salvar o animal. "O médico não deu garantias. O Manchinha ia ser sacrificado, mas estamos tentando esta cirurgia", diz.

Um Boletim de Ocorrência foi registrado por Maria Helena na manhã de ontem, na 9ª Subdivisão Policial (SDP). Segundo a nora, a senhora está muito abalada. A situação teria elevado a pressão arterial dela e agravado seus problemas de saúde.

Procurada pela reportagem de O Diário, a proprietária dos outros dois animais envolvidos no caso não quis dar declarações, mas contestou a acusação e afirmou que comparecerá hoje na delegacia acompanhada de um advogado. Moradores da rua onde ocorreu o caso não quiseram comentar o caso.

Para a nora de Maria Helena, a queixa foi registrada para evitar que a situação volte a se repetir. "Não queremos que minha sogra ou outras pessoas da vizinhança sejam atacados por esses animais. Ou que outro animal de estimação acabe machucado como ele", afirma Adriana.

Fonte: www.maringa.odiario.com

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