Frida e Badock, amores da mamãe!
Olá! Sejam todos muito bem vindos ao blog Patógrafo. Podem entrar que o "canil" é de vocês. Sou mais uma apaixonada por cães e criei este blog Patógrafo (para quem não sabe, patógrafo significa autógrafo de cães...rs rs rs...) para falar mais desses seres maravilhosos e queridos! Então, participem, opinem e debatam nesse "canil" aconchegante!
Lambeijos...
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Cão sobrevive após engolir mastro metálico nos EUA

Blue, um pit bull, passou por cirurgia que durou 90 minutos.
Ele está em casa em Mobile, no Alabama, se recuperando.

O cão da raça pit bull chamado Blue engoliu um mastro metálico de bandeira em Mobile, no estado americano do Alabama, segundo a TV local.

Seus donos tentaram retirar o objeto de sua garganta, mas, horrorizados, não conseguiam. Por reflexo, Blue continuava engolindo o mastro.

Blue não conseguia respirar, segundo o veterinário Chris Rehm, que o socorreu.

Imagem da TV local mostra radiografia de Blue após engolir o 
objeto (Foto: Reprodução de vídeo) 
Imagem da TV local mostra radiografia de Blue após engolir o objeto (Foto: Reprodução de vídeo)
 
A médica Caroline Rehm disse que Blue passou por uma operação de 90 minutos. Ela pensava o tempo todo que o cão não iria sobreviver.

Como o cão era jovem e sadio, ele resistiu à cirurgia. Seu estômago sofreu vários ferimentos, mas, por sorte, nenhuma perfuração.

Blue está de volta a casa, descansando e à base de antibióticos.

Fonte: www.g1.globo.com

Cão bate recorde mundial com salto de quase 10 metros

Desafio ocorreu em Gray Summit, no estado do Missouri.
Cão chamado Vhoebe pertence à americana Lise Ann Strum.

O cão chamado Vhoebe venceu um campeonato de saltos em piscina ao alcançar a marca de 9,6 metros. Vhoebe participou de um desafio no sábado (01/10) em Gray Summit, no estado do Missouri (EUA). O cachorro pertencente à Lise Ann Strum quebrou o recorde mundial.

Vhoebe venceu o desafio com um salto de 9,6 metros. (Foto: 
AP) 
Vhoebe venceu o desafio com um salto de 9,6 metros. (Foto: AP)
 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Cão provoca congestionamento após invadir rodovia nos EUA

Cena ocorreu em rodovia no estado do Oregon.
Motorista chegou a sofrer tombo ao correr atrás do cachorro.

Um cão provocou congestionamento após invadir uma rodovia no estado do Oregon, nos EUA. Motoristas desceram de seus veículos na tentativa de capturar o animal, e um deles chegou a sofrer um tombo ao correr atrás do cachorro. A cena foi registrada pelas câmeras de segurança da rodovia, segundo a emissora de TV "ABC News".

Cão invadiu rodovia no estado do Oregon. (Foto: 
Reprodução/ABC News) 
Cão invadiu rodovia no estado do Oregon. (Foto: Reprodução/ABC News)
 
Cão não ficou ferido. (Foto: Reprodução/ABC News) 
Cão não ficou ferido. (Foto: Reprodução/ABC News)
 
Motorista chegou a sofrer tombo ao correr atrás do cachorro. 
(Foto: Reprodução/ABC News) 
Motorista chegou a sofrer tombo ao correr atrás do cachorro. (Foto: Reprodução/ABC News)
 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Cão bate recorde com as orelhas mais longas do mundo

O cachorrro pertence à americana Jennifer Wert.
Orelha esquerda mede 31,11 cm, e direita, 34,29 cm.

O cão chamado "Harbor", de oito anos de idade, que pertence à americana Jennifer Wert, da cidade de Boulder, no estado do Colorado (EUA), entrou para o Guinness, livro dos recordes, com as orelhas caninas mais longas do mundo. A orelha esquerda de "Harbor" mede 31,11 centímetros, enquanto a direita tem 34,29 centímetros.

'Harbor' exibe suas orelhas gigantes. (Foto: AP)
'Harbor' exibe suas orelhas gigantes. (Foto: AP)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Americana dá soco no focinho de urso para salvar cadela da morte

Ataque ocorreu em Juneau, no estado do Alasca 'O urso a estava carregando como um salmão', disse Brooke Collins

A americana Brooke Collins, de 22 anos, disse que acertou um soco no focinho de um urso para salvar sua cadela de estimação de um ataque em Juneau, no Alasca (EUA). A mulher disse que o ataque aconteceu tão rápido que a única coisa que ela pensou foi em salvar a cadela chamada "Fudge" da morte, segundo o jornal "Juneau Empire".

Brooke Collins acertou focinho de urso para salvar cadela de 
estimação. (Foto: Reprodução) 
Brooke Collins acertou focinho de urso para salvar cadela de estimação. (Foto: Reprodução)

"O urso a estava carregando como um salmão", afirmou a jovem, destacando que não viu o predador quando soltou "Fudge" no pátio de sua casa por volta das 19h30 de domingo (28/08).

Fonte: www.g1.globo.com

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Cachorro de soldado dos EUA acompanha velório do dono

Soldado foi morto pelos talebãs no Afeganistão


Não foi só a tristeza de amigos e familiares que chamou a atenção no funeral do soldado Jon Tumilson, integrante do grupo de elite Navy SEAL, morto no Afeganistão. Durante o velório de Tumilson, no início da semana em Rockford, Iowa, o cachorro do soldado deitou ao lado do caixão, coberto com uma bandeira dos Estados Unidos, e emocionou muitos dos presentes na cerimônia de despedida do americano.

Segundo o site da MSNBC, o labrador Hawkeye se aproximou do caixão quando os discursos em homenagem ao soldado começaram, e lá ficou até o final da cerimônia.

O cão foi fotografado no velório pela prima do soldado, Lisa Pembleton, e postada no Facebook. "Me senti na obrigação de dividir essa foto", comentou ela na rede social.

Tumilson foi morto depois que seu helicóptero foi atingido por granadas atiradas pelos talebans, no dia 6 de agosto. Ele tinha 35 anos e, com ele, morreram outros 22 oficiais dos Navy SEALs.

Agora, por decisão da família, o cão será dado para um amigo de infância de Tumilson, Scott Nichols. As informações são do site da MSNBC.

Fonte: www.jornale.com.br

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Cachorro engole diamantes no valor de R$ 16 mil em joalheria nos EUA

Quando diamantes avaliados em R$ 16,1 mil desapareceram da joalheria John Ross, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, os funcionários do estabelecimento mal suspeitavam que o responsável pelo sumiço das joias era Honey Bun, o cãozinho dos donos do local.


Segundo informações do jornal Daily Mail desta quarta-feira (24/8), Chuck e Ann Roberts, sócios da loja, rapidamente desconfiaram do cachorro, já conhecido por ter um gosto “caro”. Enquanto Ann atendia um dos clientes, o cachorro subiu em uma cadeira e devorou os brincos de diamantes de um quilate que estavam em cima do balcão.


O animal foi levado ao veterinário que detectou, por meio de raio-x, duas manchas escuras, cuja forma lembrava a dos brincos. Logo no dia seguinte após o “sumiço” das jóias, os objetos puderam ser recuperados.

Não briguei com ele e nem vou brigar”, afirmou o dono do cãozinho. "A culpa foi minha de ter deixado a cadeira tão perto do balcão”. Roberts também contou que aprendeu uma grande lição com o episódio: prestar mais atenção à sua volta! Além disso, ele e sua mulher disseram que não vão mais tirar os olhos de Honey Bun, especialmente quando o animalzinho estiver dentro da loja.

Fonte: www.primeiraedicao.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cão brilha nas ondas em Cascais (Portugal)

Carla Peralta mora em Algarve (Portugal) e tem 19 cães-de-água portugueses
A praia dos Pescadores, em Cascais, foi ontem de manhã palco das provas de utilidade no mar de cães-de-água portugueses, no último dia da 6ª Exposição Canina Nacional do Estoril, um encontro que contou com 900 cães. A concurso, estiveram apenas dois exemplares, a Coral e o Grisby, ambos com sete anos de idade. Os cães-de-água são de Carla Peralta, de 36 anos, residente em Olhão, que faz criação desta raça há 10 anos. A canicultura "é uma paixão". "Faço passeios de barco com estes animais no Algarve", contou ao CM Carla Peralta, que já participou em concursos em Espanha, Inglaterra e Alemanha.

A prova na praia dos Pescadores teve três etapas e dois níveis de dificuldade: nadar uma distância de 25 metros e recuperar um objecto flutuante e outro submerso, explicou Paulo Bessa, de 62 anos, único júri da prova. Muitos curiosos assistiram à prova no areal, que consagrou a Coral o certificado de aptidão para campeão nacional de trabalho. "Portaram-se bem, apesar de a água estar fria", disse Carla Peralta.

Esta raça de cães relaciona-se com a antiga pesca artesanal, em que ajudavam os pescadores no encaminhamento do peixe para as redes. Um dos exemplares já conquistou os EUA: Bo, cão-de-água português, é um dos ‘membros’ da família do presidente Obama.

Autora: Débora Carvalho
Fonte: www.cmjornal.xl.pt

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cão surpreende por saber fazer contas matemáticas

Labrador, que vive nos EUA, consegue até calcular raiz quadrada

Cão matemático
Nesta imagem (uma reprodução do site da rede norte-americana de notícias NBC), o labrador Beau, de 12 anos, aprendeu algumas operações matemáticas, como soma, subtração e divisão, com seu dono, o aposentado David Madsen/Reprodução: Site NBC
Um cachorro da raça labrador, chamado Beau, virou sensação entre os moradores de uma cidade de Montana (EUA) por conta de suas habilidades matemática.

Segundo David Madsen, o dono do esperto cachorro, Beau não apenas faz contas de adição e subtração, como também consegue calcular a raiz quadrada do número nove, por exemplo. Basta perguntar para ouvir a resposta - cada latido equivale a um número.

- Ele conta, soma e subtrai, consegue fazer algumas operações de divisão e tem memorizado as raízes quadradas.

Madsen, segundo reportagem publicada no site da rede norte-americana NBC, disse tentar manter as contas até dez. Garantiu, ainda, que não sopra nenhum resultado para o cão e que dá um petisco para cada acerto do pet.

O executivo aposentado adotou Beau há 12 anos e começou a ensinar ao animal de estimação algumas noções básicas de matemática quando percebeu alguns sinais de que o pet era muito inteligente.

Madsen afirmou que Beau criou jogos e estratégias para evitar ser pego quando faz algo errado.

- Tive cães minha vida toda, mas esse aqui é diferente. Ele é super-inteligente.

Fonte: R7

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Cachorro já tem mais de 60 saltos de paraquedas

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Foto é registro do 64º salto de paraquedas de Otis junto com o dono Will/Foto: Uol
Com mais de 60 saltos de paraquedas, um cachorro da raça Pug já é considerado um veterano no paraquedismo. Otis, como é chamado pelo seu dono Will DaSilva, tem dez anos e pratica o esporte há nove.

Para saltar, o cão tem uma roupa especial que vai acoplada ao colo do dono. Otis, que está sempre visitando um centro de paraquedismo em Los Angeles, nos EUA, já é considerado um membro da equipe de paraquedismo.

"Ele fica totalmente consciente do que está acontecendo durante a queda livre e, como qualquer um, fica animado e nervoso na porta. Achamos que ele é como se ele estivesse na janela de um carro", disse Will DaSilva a um jornal americano.

Fonte: www.ne10.uol.com.br

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cão ajuda vítimas a testemunhar

Cada vez é mais frequente nos EUA essa forma de apoio afetivo a testemunhas vulneráveis.

 
A cadela Rosie (golden retriever)/Foto: Reprodução Internet

A menina no banco de testemunhas - quinze anos muito cheios de trauma -- estava assustada. O réu, seu pai, ainda tinha claramente o poder de a intimidar.

De vez em quando ela olhava para ele e o efeito via-se. Baixava o tom, hesitava, parava a meio de uma resposta. Nessas alturas, o animal a seus pés chegava mais perto; roçava-a com o focinho, ou encostava-se mesmo. A menina abraçava-a e prosseguia.

No final, o réu foi condenado à pena máxima por crimes de violação: 25 anos a perpétua, num país onde as sentenças são de fato para cumprir. Foi apenas o último caso em que se fez justiça com a presença de um canino num tribunal norte-americano.

O uso de cães para ajudar testemunhas particularmente vulneráveis a sentirem-se seguras é uma prática em crescimento nos EUA. Duas dezenas de jurisdições, desde Nova Iorque ao Havai e passando por Texas, Idaho e Missouri, adotaram-na oficialmente até agora. Pelo menos um tribunal estrangeiro, em Santiago do Chile, fez o mesmo.

Não se pode contra-interrogar um cão
Os procuradores adoram. Não só o cão ou cadela dá à testemunha um apoio afetivo que encoraja a falar, como os júris parecem ser suscetíveis à persuasão por essa via.

Existe a ideia de que, se uma criança ou outra vítima tiverem um canino ao pé - em especial um canino tão bonito como Rosie, a golden retriever no caso acima referido - é meio-caminho andado para os jurados acreditarem no testemunho. "Às vezes significa a diferença entre condenação e absolvição", disse um procurador.

Justamente por isso, os advogados de defesa objetam. O de Tohom já anunciou que será provavelmente um dos elementos a utilizar no recurso. "Cada vez que a garota afagava o cão, enviava ao júri a mensagem subconsciente de que se encontrava em stress por estar a dizendo a verdade", disse um deles.

Além disso, acrescentou, não é possível contra-interrogar um cão.

Como ursinhos de peluche
No mesmo dia e no mesmo tribunal de Poughkeepsie, New York, um outro julgamento em que Rosie também iria participar - a cadela faz serviço permanente ao tribunal - foi interrompido quando o réu confessou de repente. Também aí iam testemunhar crianças, filhas de uma mulher assassinada, e ele terá querido evitar isso.

Por muito que os advogados critiquem, a prática deverá continuar. Já em 1994 houve quem tentasse fazer anular uma sentença por a vítima ter testemunhado acompanhada por um ursinho de peluche, e já na altura não resultou.

O tribunal entendeu que isso não afetava a credibilidade do testemunho. 
 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Americano pode pegar 2 meses de cadeia por latir para cão policial

Incidente ocorreu na cidade de Mason, no estado de Ohio Para juiz, latir não pode ser considerado liberdade de expressão
 
O advogado do americano Ryan Stephens, que foi acusado de provocar um cão policial na cidade de Mason, em Ohio (EUA), alegou que seu cliente tinha o direito de latir, pois a Primeira Emenda garante o direito à liberdade de expressão, segundo o jornal "Cincinnati "Inquirer".

Ryan Stephens pode pegar 2 meses de cadeia por latir para 
cão. (Foto: Reprodução) 
 Ryan Stephens pode pegar 2 meses de cadeia por latir para cão. (Foto: Reprodução)

No entanto, durante julgamento na sexta-feira, o juiz Andrew Batsche destacou que latir para um cão policial não estava protegido pelo direito constitucional. Stephens pode ser condenado a dois meses de cadeia.

O incidente ocorreu em abril. Na época, o suspeito foi flagrado próximo ao carro patrulha latindo para o cachorro chamado "Timber".

De acordo com o relatório policial, o agente Bradley Walker estava atendendo uma ocorrência, quando notou que "Timber" não parava de latir. Quando foi ver o que era, Walker disse que viu Stephens latindo e provocando o animal.

Ao ser questionado por que estava latindo para o cão, Stephens respondeu: "Ele começou. Ele estava me incomodando".

Fonte: www.g1.globo.com

segunda-feira, 18 de julho de 2011

sábado, 2 de julho de 2011

Alta costura “boa para cachorro”

Somente nos Estados Unidos mercado para animais de estimação movimenta US$ 47,4 bilhões por ano. E o luxo já chegou ao setor 

 Modelos caninos exibem suéteres de fibra de alpaca da Wof Couture, feitos na Bolívia

A pioneira boliviana na alta costura para cães é Paola Zapana, jovem microempresária, especializada em moda para animais de estimação, que exporta para os Estados Unidos peças de alpaca e do tradicional "aguayo" andino, tecido feito à mão com desenhos geométricos, típico dos povos quíchua e aimará, sob a marca Wof Couture. 

A empreendedora Paola Zapana

A paixão de Paola pela roupa para cães despertou há seis anos, quando ganhou sua "filha" Margarita, uma simpática e educada cocker spaniel inglesa. Na Bolívia, então a ideia de cuidar, mimar e vestir o animal de estimação "para prolongar seu período de vida" não estava tão desenvolvida e a empresária não conseguiu achar no mercado roupa que identificasse sua Margarita como fêmea.

"Comecei a comprar para ela roupa pela internet vinda dos Estados Unidos, mas tudo o que comprava era feito na China, Índia e Hong Kong. Eram coisas bastante simples; podiam ser feitas aqui", diz Paola.

Um nicho de mercado
Assim começou a gerenciar a empresa PUG Pet Fashion, para confeccionar e vender roupa fina para cachorros no mercado local, com o lema "onde se encontra um vazio no mercado, há possibilidade de negócio, porque alguém tem que preenchê-lo". Paola lembra que então estava fazendo um mestrado em administração de empresas e decidiu apresentar o plano de negócios de sua firma de roupa canina como tese, perante a surpresa, riso e ceticismo de seus companheiros e professores.

A surpresa de todos foi maior quando a empreendedora não só conseguiu a segunda nota mais alta no mestrado, mas aceitou o risco e investiu todas as suas economias para montar sua empresa. Os primeiros frutos começaram a aparecer em 2007, quando lançou na Bolívia a primeira "Coleção Outono-Inverno da PUG", uma linha que segue as tendências americanas de moda canina, com tecidos de boa qualidade, cores vistosas e modelos inovadores.

Pouco a pouco, Paola abriu campo no mercado boliviano, mas sempre impulsionada por uma meta maior: exportar suas peças finas de alpaca e outros camelídeos andinos para os EUA. “Lá, ao contrário de outros países, inclusive os europeus, há dados impactantes do consumo relacionado com a criação e o cuidado de mascotes”, diz.

Com o mercado boliviano consolidado, a empresária decidiu dar um salto para o maior mercado consumidor do mundo, onde um dos poucos setores que não foi muito afetado pela crise financeira é o da venda de acessórios e roupa para cães.

Paola decidiu apostar nas matérias-primas dos Andes, sempre chamativas e de grande aceitação no exterior, para fazer as peças de alta costura para cães. No final de 2007, ela fez seus primeiros modelos de casacos para cachorros com fibra de alpaca de Suri e alpaca-bebê, que são "muito finas e mais resistentes que o cashmere" (caxemira), e os enviou para a semana da Moda Canina de Nova York de 2008. 

 Lãs de camelídeos andinos

Foi aceita e assim chegou aos EUA a marca boliviana Wof Couture, com abrigos e suéteres de fibra de alpaca para cães de raças pequenas, feitos pensando no outono e inverno do Hemisfério Norte.

Alguns casacos caninos são de cores inteiramente escuras, outros com dois tons diferentes, combinando alpaca com peles falsas, ou enfeitados com bordados, lantejoulas e botões, enquanto os suéteres são mais coloridos, majoritariamente de listras. Sem incluir envio nem transporte, um destes suéteres de alpaca custa US$ 28 e um casaco US$ 45, pagos com gosto pelos amantes dos animais de estimação.

Em 2009, a Wof Couture acompanhou a moda dos "aguayos", divulgada na Bolívia pelo presidente Evo Morales, em cujas jaquetas costuma incluir desenhos desse material, e a firma incluiu em sua oferta jaquetas e suéteres dessa tela andina.

Um mercado de US$ 47,4 bilhões
A despesa dos EUA em alimentos, remédios, roupa, cuidados e acessórios para animais de estimação atingiu em 2010 o nada desprezível número de US$ 47,4 bilhões, segundo a Associação Americana de Produtos para Animais de Estimação.

Para Carola Capra, diretora-executiva da fundação privada Novo Norte, o lucro de Paola se explica porque ela "se direcionou adequadamente" para um nicho "interessante" e combinou seu bom olfato para os negócios com "esforço, dedicação e amor pelos cães".

"É uma iniciativa que mostra o ímpeto empreendedor dos jovens. Ela identificou uma oportunidade no mercado e viu que características poderiam diferenciar a proposta de uma oferta boliviana a partir de produtos próprios", opina Carola, cuja organização promove o desenvolvimento de La Paz.

Gary Rodríguez, gerente-geral do Instituto Boliviano de Comércio Exterior, entidade privada que assessora os exportadores, assegura que "o comércio está aberto para todas as iniciativas, porque sempre haverá alguém disposto a comprar algo inovador".

"O maior mercado consumidor do mundo, os Estados Unidos, não somente é importador de matérias-primas, mas também deste tipo de aprimoramentos, e quando alguém sabe descobrir isso, pode aproveitar e fazer um grande negócio", afirma.

Rodríguez acrescenta que a Bolívia segue os passos de outros países neste campo, pois ao contrário do que ocorria há alguns anos, já não é estranho oferecer produtos "de luxo" para os animais de estimação, citando como exemplo os hospitais especializados instalados na cidade de Santa Cruz.

La Paz não fica atrás, pois nos últimos anos proliferaram as empresas de produtos para cachorros. Desde 2009, a empresa Valdivia oferece serviços funerários para mascotes, incluindo o enterro em seu cemitério "Amigo Fiel".

Fonte: www.epocanegocios.globo.com

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Melhor amigo do cão: homem salva cachorro graças ao Facebook


Muitas pessoas estão encontrando velhos amigos no Facebook, às vezes até um novo amor. Mas, para Nick, a rede social salvou sua vida.

Nick é um pit bull de dois anos de idade que estava prestes a ser sacrificado em um abrigo de animais. Para a sorte dele, uma de suas fotos foi parar no Facebook, explicando sua situação.

Quando Steve Jordan viu o pit bull, sabia que deveria ser seu novo dono. A descoberta de Nick aconteceu quando Steve estava olhando a página do Facebook “Urgent Dogs”, que ajuda cães a encontrarem um lar.

O grupo tem sede em Miami, EUA, e é dirigido por Maggie Rodriguez. Maggie usa a página para postar fotos de cães locais que estão correndo contra o tempo para serem resgatados de um triste fim.

No abrigo Miame-Dade, local em que vivia Nick, mais de 20 mil animais foram sacrificados no ano passado. Quando Maggie descobriu que Jordan queria adotar o cachorro, os dois tiveram que agir rápido. Jordan correu para o abrigo e conseguiu resgatar seu novo companheiro. Como ele mora em Michigan, teve que pegar um avião e correr contra o destino sombrio que Nick aguardava.

Jordan disse que se apaixonou pelo cachorro porque ele parecia muito com o seu bull terrier que morreu em 2005. Depois de escapar por um triz da morte, os dois novos melhores amigos caíram na estrada em uma viagem de dois dias de volta para Michigan.

Fonte: www.hypescience.com

sábado, 25 de junho de 2011

Cão recupera movimentos com quatro patas biônicas


Um jovem cão nos EUA tornou-se notícia ao receber quatro próteses biônicas para substituir as quatro patas que perdeu quando ficou preso numa poça de gelo. O cachorro, que foi abandonado pela mãe, já consegue fazer uma vida normal.

Naki’o tornou-se o primeiro cão do mundo a receber um conjunto completo de pernas biónicas que lhe permitem correr, saltar e até nadar.

Quando a mãe de Naki’o e dos seus irmãos morreu, no Nebraska (EUA), a ninhada enfrentou sozinha um inverno rigoroso. Acidentalmente, e com apenas cinco semanas de vida, Naki’o pisou uma poça de gelo e ficou com as quatro patas presas na água gelada.

O cachorro foi levado para um centro de resgate de animais onde a parte posterior das quatro patas acabou por cair devido à necrose por excesso de frio.

Entretanto, uma veterinária, Christie Tomlinson, resolveu adotar Naki’o que, após incidente, se deslocava apenas arrastando a barriga pelo chão.

Decidida a melhorar a vida do seu novo amigo, Christie Tomlinson resolveu angariar fundos para colocar próteses no pequeno Naki’o, que se tornou o primeiro animal com um conjunto completo de pernas biónicas.

Segundo o site Incredible Features, Naki’o adaptou-se rapidamente às novas pernas e aprendeu a usar os dispositivos como se fossem patas naturais. No vídeo divulgado na internet (ver acima) vemos o cachorro a correr satisfeito atrás de um pau, como qualquer outro cão.

Tomlinson está maravilhada com a motivação e alegria de seu cão. “Naki’o pode não só correr atrás de uma bolinha com outros cães, como, inclusive, chegar antes deles para apanhá-la”, afirma a veterinária citada pelo site Incredible Features.

Concurso californiano elege o cão mais feio do mundo

Yoda, a cachorrinha vencedora, é frequentemente confundida com um rato

 O concurso do cachorro mais feio do mundo foi vencido pela belíssima Yoda, uma vira-latas de menos de 1kg

Uma cachorrinha esquálida de menos de 1 kg e aparência curiosa ganhou o concurso de cachorro mais feio do mundo. Os jurados da edição anual do bem-humorado evento premiaram o animal apenas depois de se certificarem de que não se tratava de um rato.

O nome dela é Yoda, e foi agraciada com o título na sexta-feira (24) à noite em Pentaluma, na Califórnia, Estados Unidos. A feiura de Yoda lhe garantiu um troféu 15 vezes maior que seu tamanho e a quantia em dinheiro de mil dólares.

A cachorrinha vai ganhar uma sessão de fotos e uma pernoite no resort Sheraton Sonoma County. A dona dela, Terry Devine Schumacher, disse ao site da Fox News que sua filha encontrou Yoda em um gramado há 14 anos, quando o pet tinha dois anos.

- Eu disse a ela para não encostar, porque pensava que era um rato.

Outros cães que rivalizaram com Yoda na competição têm nomes como Icky (Nojento), Handsome Hector (Hector Bonitão) e Ratdog (Cachorrato).

Fonte: www.r7.com

Por Michelle Mello do Blog Patógrafo: Eu achei a Yoda linda. Não tem nada de feia.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Orangotango e cão lançam livro sobre a sua amizade


Eles formam uma dupla estranha, mas depois de se terem conhecido numa reserva para animais em perigo, a orangotango Suryia e Roscoe, um Bluetick hound, tornaram-se inseparáveis. E agora, lançaram um livro com fotografias sobre alguns dos momentos mais marcantes desta amizade, adianta o Mail Online. Os dois amigos foram assediados por muitos fãs, durante a sessão de autógrafos na livraria Georgetown, na Carolina do Sul, EUA.

Intitulado “Suryia e Roscoe”, a obra retrata vários dos momentos que os dois já viveram na reserva animal onde vivem. Uma das fotos mostra Roscoe a recusar-se a comer uma banana oferecida por Suryia. Noutra, a orangotango com um colete salva-vidas a vigiar o seu amigo de quatro patas enquanto este nada.

Os dois amigos têm vindo a atrair a atenção dos media um pouco por todo o mundo, tendo já sido sido fotografados para a revista da National Geographic e aparecido nos programas da Oprah Winfrey e da Ellen DeGeneres.

Os dois amigos conheceram-se há quatro anos, quando Roscoe seguiu alguns funcionários do Instituto de Espécies Ameaçadas e Muito Raras em Myrtle Beach, quando estes se dirigiam a casa. Assim que o viu, Suryia começou a interagir com ele. Bhagavan Antle, fundador da reserva, contou: “Roscoe estava magro e parecia meio perdido, por isso, demos-lhe de comida e tomamos conta dele”.

Ele seguiu-nos até ao portão e começou a correr por todos os cantos até encontrar Suryia. Assim, que o viu, Suryia correu para ele e os dois começaram a brincar. Normalmente, os cães têm medo dos primatas, mas neste caso, isso não aconteceu”, acrescentou.

Fonte: www.jn.pt

terça-feira, 21 de junho de 2011

Centro cuida de animais que perderam seus donos nos EUA

A zeladora Kim Muth beija Shadow, um dos animais acolhidos pelo Centro de Proteção de Animais Stevenson, no Texas. O centro, que oferece cuidados para os animais cujos donos morreram, foi criado pelo curso de Medicina Veterinária da Universidade Texas A&M. Atualmente o centro possui 20 gatos, 20 cães e uma lhama
 
 O gato chamado Puppy aproveita os raios de sol e a vista do Centro de Proteção de Animais Stevenson, no Texas
 
 Fotografia desta segunda-feira, dia 20 de junho, mostra a zeladora Kim Muth com alguns dos animais acolhidos no centro Stevenson, que cuida de animais cujos donos morreram
 
 Na foto, Chance, em primeiro plano, e Chester dividem a cama no Centro Stevenson, um local que oferece cuidados para os animais cujos donos morreram, no Texas
 
 A imagem mostra o cachorro chamado Happy com Ellie Greenbaum no Centro de Proteção de Animais Stevenson, no Texas
 

Por Michelle Mello do Blog Patógrafo: Lindo exemplo! Parabéns ao Centro de Proteção de Animais Stevenson!!!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Um cachorro de 370 mil reais para proteger quem tem tudo

Cachorros supertreinados são cada vez mais procurados para cuidar dos ricos e famosos


Não os chame de “cães de guarda”. Quando o custo de um deles é de R$ 370 mil, como foi o da cadela Julia, o termo preferido é “cão de proteção executiva”. Esta pastor alemão de três anos, que viaja de jato particular entre uma propriedade em Minnesota e sua casa no Arizona, ambos nos Estados Unidos, combina pedigree elogiado, mansidão com crianças e, na hora certa, ferocidade destruidora de braços. Julia e os outros de sua classe têm as mesmas habilidades de rastreamento e combate que os cães usados em unidades militares americanas de elite, como os Seals, que levaram um cachorro na operação que tomou o esconderijo de Osama Bin Laden no mês passado. Aliás, Julia foi vendida por um treinador, Harrison Prather, que costumava fornecer cães para os Seals e as forças especiais britânicas. Mas resolveu mudar para um mercado mais lucrativo.
Ou os ricos me descobriram, ou eu os descobri – não me lembro o que aconteceu primeiro”, diz Prather, presidente do Harrison K-9 Security Services.

Ele e outros treinadores de alto nível dizem que os preços dispararam recentemente, graças ao crescente número de abastados ao redor do mundo que gostam da segurança – e do status – de um cachorro com as credenciais certas. Figurões e celebridades agora pagam rotineiramente entre R$ 64 mil e R$ 96 mil por um pastor alemão de boa linhagem e diploma em Schutzhund, que significa “cão de proteção”. Mas o preço pode subir muito se o cachorro, além disso, vai bem em competições internacionais, como é o caso de Julia.

Quem pagou a conta
"Ela é um ótimo negócio”, diz o dono de Julia, John Johnson, enquanto ela o acompanha por sua propriedade. “Ela ganhou prêmios. Olha para você e tem esse rosto lindo”.

Mas R$ 370 mil?

É muito dinheiro”, ele concorda. “É pela velocidade dela, a esperteza, a rapidez – e você não acredita como ela pode ser bruta. Quando morde, ela é como um pitbull. Julia tem esse rosto de modelo, mas abre a boca e castiga”.
Johnson diz que comprou seu primeiro cão de proteção depois de receber ameaças pessoais quando dirigia a Northland Group, uma empresa de cobranças que ele fundou em Minnesota e vendeu há três anos. Hoje, ele tem seis cachorros desse tipo, todos da raça pastor alemão, e costuma levar dois no carro sempre que sai.
É tanto para segurança quanto para companhia”, afirma, enquanto Julia se enrosca em sua perna, parecendo mansa o suficiente para fazer companhia. Mas, quando um intruso apareceu perto da quadra de tênis, bastou um comando para mandar a cadela em disparada atrás dele.
Ela enfiou os dentes no braço do intruso que, neste caso, estava usando uma proteção almofadada para a demonstração, e não largou nem quando ele a levantou do chão tentando livrar-se dela. Ela só o deixou depois de receber uma ordem para isso, e ficou de guarda vigiando seu novo prisioneiro, latindo e ameaçando morder de novo sempre que ele ameaçava escapar, o que sabiamente não tentou. Julia foi de uma ferocidade controlada, que os treinadores distinguem da raiva manifestada por cães comuns. Quando dois cachorros tentam intimidar um ao outro, eles rosnam, mostram os dentes e se encaram. Cães de proteção são treinados a continuar vigiando e protegendo seus donos, e não estabelecendo sua própria dominação. E, quando ordenados, mudam instantaneamente do modo de ataque para o modo de estimação.
O cachorro tem que se dar bem com crianças”, diz Prather. “O cliente muitas vezes é um homem no segundo casamento. Viaja muito, deixa a mulher sozinha com os filhos em uma casa grande, tão grande que às vezes você nem sabe o que está acontecendo na outra sala. Ele quer ter paz de espírito e um cachorro que a esposa possa controlar”.
O preço de um animal do gênero subiu graças à crescente demanda nos Estados Unidos, América Latina (especialmente México), Oriente Médio e Ásia, dizem Prather e Wayne Curry, dono do Kraftwerk K9.

Eu já recusei ofertas de mais de R$ 320 mil por um de meus campeões,” diz Curry, que afirma conhecer um cachorro que foi vendido por um valor superior a R$ 640 mil, graças à sua linhagem e potencial de reprodução. (Apesar de as ninhadas de Julia terem potencial para bons preços, seu dono disse que não tinha tempo para cruzá-la e a castrou assim que comprou, em janeiro.)

Para clientes que podem pagar o preço médio de R$ 80 mil por um cão com boas credenciais, há muitas maneiras de racionalizar o valor. “Quando você compara os custos de um guarda-costas em tempo integral com os de um cachorro, o cachorro faz muito mais sentido”, diz Curry. “E o cachorro, ao contrário do guarda-costas, não pode ser subornado.”
Prather diz que um famoso cliente o procurou depois de tentar se livrar de perseguidores contratando guarda-costas. “O perseguidor esfaqueou um dos seguranças, saiu da cadeia e voltou a aparecer”, conta. “Então compraram um cachorro, e nunca mais viram o cara. As pessoas têm um medo inato de animais com dentes afiados. Não queremos estar no cardápio”.

Os cachorros de Prather são treinados por três anos na Alemanha antes de irem para a Carolina do Sul, onde recebem treinamento adicional e são testados para convivência doméstica. Antes de ser vendida, Julia morou por quatro meses na casa de November Holley, vice-presidente e treinador-chefe de companhia.

Eu provavelmente já treinei mil cachorros, e ela é a melhor que já vi”, afirma Holley said. “É o pacote completo, faz tudo o que você quer, sem questionamentos. Boa com crianças, com cavalos, com gatos. Uma dama perfeita”.
Julia também provou sua eficiência como babá, diz Holley. “Se minha filha Kailee saía parta o bosque, eu dizia ‘Julia, cadê a Kailee?’, e ela saía e a encontrava. Era como uma pessoa”.
Em sua nova casa em Minnesota, Julia tem um treinador em meio-período, Jeremy Norton, que também trabalha como bombeiro. Norton concorda que Julia é uma cadela especial, mas riu amarelo na hora de explicar o custo de R$ 370 mil”.

O valor está nos olhos de quem vê”, diz. “Essa é a resposta mais política que posso dar. Quer dizer, Julia é ótima, mas isso é metade do valor da minha casa. Não dá para entender”.