Frida e Badock, amores da mamãe!
Olá! Sejam todos muito bem vindos ao blog Patógrafo. Podem entrar que o "canil" é de vocês. Sou mais uma apaixonada por cães e criei este blog Patógrafo (para quem não sabe, patógrafo significa autógrafo de cães...rs rs rs...) para falar mais desses seres maravilhosos e queridos! Então, participem, opinem e debatam nesse "canil" aconchegante!
Lambeijos...
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

CNA promove dia dos animais de estimação em Ribeirão Preto (SP)

A escola de línguas estrangeiras CNA, das unidades Campos Sales e Boulevart, vai promover neste domingo (18/09) o “Pet Day CNA”, evento que vai reunir diversas atividades de entretenimento para animais de estimação e seus donos.

O evento, que ocorre das 9h às 12h, na praça Sete de Setembro, é gratuito e contará com apresentação de cães adestrados, desfiles, atividades pedagógicas, exposição de animais exóticos, entre outras atrações.

Além disso, o Pet Day terá a presença do canil da Polícia Militar e da ONG Cãopaixão, que dará orientações e fará o cadastramento dos interessados em adotar um cãozinho. Informações e inscrições dos animais devem ser feitas pelo telefone (16) 2111-7755 ou nas unidades CNA Campos Salles e Boulevard.

Fonte: www.ribeiraopretoonline.com.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

PM realiza sessão de cinoterapia em João Pessoa


PM realiza sessão de cinoterapia em JP

Policiais do Canil do 1º Batalhão de Polícia Militar e profissionais da APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais desenvolveram hoje (16) mais uma sessão de Cinoterapia. É assim que é chamada a terapia feita por uma equipe multidisciplinar com o auxilio de cães.

Duas vezes na semana, os policiais militares colocam a disposição da APAE os cães de nome Apolo e Ranger para o auxilio do desenvolvimento das crianças altistas, hiperativas e acometidas de diversas síndromes, entre elas a conhecida Síndrome de Down.

Segundo Ana Maria, fonoaudióloga e coordenadora deste projeto, os avanços dos envolvidos com os animais chegam a 95% de melhoria em diversos aspectos, seja no desenvolvimento motor, interação e sociabilização, chegando a melhorar até o comportamento sócio-afetivo. Estão sendo atendidas por este projeto cerca de trinta crianças e adultos com deficiência intelectual.

Este tipo de terapia é pioneiro no Brasil e começou com um projeto de extensão da UFPB, e no início deste ano recebeu apoio do Tenente-Coronel Jefferson Pereira que já conhecia os efeitos da interação dos animais da Equoterapia, feita com cavalos e que também é desenvolvida com o apoio da polícia militar.

Segundo o Capitão Magno, comandante da Companhia de Policiamento com Cães – Canil, este tipo de trabalho não serve apenas para as crianças excepcionais, mas para todos aqueles envolvidos no projeto. É extremamente útil na auto-afirmarão profissional e ainda melhora o coração do homem, garantiu o capitão.

O canil dispõe hoje de 23 animais, divididos em equipes de farejadores, policiais de choque e Dog Show, utilizados em apresentações públicas. No caso da Cinoterapia, os cães estão sempre acompanhados dos seus guias e não oferecem nenhum risco para as crianças, garante o Cabo Tercício que é guia do cão Apolo.

Fonte: www.pbagora.com.br

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Cadela sobrevive após ser enterrada viva por senhora de 68 anos

Um acontecimento chocou e deixou muitos moradores da cidade de Blumenau, em Santa Catarina, revoltados. Uma cadela foi arremessada de um barranco por uma senhora de 68 anos e depois enterrada viva porque estava "incomodando".

Foto: Divulgação 
A cadela foi conduzida para atendimento veterinário e está se recuperando lentamente | Foto: Divulgação

Vizinhos chegaram a testemunhar o crime, mas não denunciaram a idosa por ser conhecida na região como uma pessoa "encrenqueira". Uma das vizinhas, porém, quando soube do caso algumas horas mais tarde, acionou a Polícia Militar, que chegou ao local alguns minutos depois.

Os agentes desenterraram o animal, que estava com hipotermia. "É um milagre que essa cadela tenha sobrevivido a essa crueldade. Ela é uma verdadeira guerreira, uma heroína!", disse, no site oficial, a Associação Protetora de Animais de Blumenau, chamada para acompanhar o caso.

A cadela foi conduzida para atendimento veterinário e está se recuperando lentamente.

A senhora foi levada até uma delegacia, mas liberada em seguida.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Cachorro é assassinado a tiros no lugar do amigo no conjunto Castelo Branco, em João Pessoa

Três homens invadiram uma casa na noite de segunda-feira (26/07) para assassinar um desafeto e como não encontraram decidiram assassinar o cachorro.

O fato aconteceu por volta das 19 horas na comunidade São Rafael, no conjunto Castelo Branco. Segundo informações da polícia, os desconhecidos invadiram a casa e revistaram todos os cômodos a procura do desafeto.

Como não encontraram e revoltados com os latidos do cão, eles foram até o muro e assassinaram o cachorro que estava amarrado em um pé de caju e dispararam vários tiros no animal.

A Polícia Militar foi acionada e ainda realizou investigações e buscas, mas não conseguiu prender os acusados.

Fonte: www.paraiba.com.br

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cadelinha detetive ajuda Polícia Militar a encontrar suspeitos foragidos

Babalu faz parte do esquadrão canino da PM de Ponta Grossa (PR).
No último fim de semana ela localizou suspeito pelo cheiro de um chinelo.

Uma cadela da raça Bloodhound é uma das principais armas da Polícia Militar de Ponta Grossa (PR) para encontrar suspeitos foragidos. Babalu, como é chamada, tem 3 anos de idade, dois de trabalho na PM e diversos crimes resolvidos no currículo.

Babalu faz parte do esquadrão canino da PM de Ponta Grossa, que conta com 14 cães farejadores. Sua especialidade - encontrar pessoas.


Foi assim no último fim de semana, quando através de um chinelo esquecido, Babalu localizou pelo cheiro um suspeito de assassinato. “Foram colhidos esses indícios no local e ela nos levou até a residência do provável autor do crime”, contou o policial Tiago Faria, que confirmou que se tratava mesmo do suspeito. Em breve a PM ganhará mais uma farejadora. Trata-se de outra cadela, chamada Bolinha, que está sendo treinada e logo deve auxiliar Babalu a encontrar mais suspeitos.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Jovem barrada com cão-guia vai processar restaurante no Rio de Janeiro

Segundo gerente, os clientes ficariam incomodados com o animal. Ela vai processar o estabelecimento

A estudante Camila Araújo Alves, de 21 anos, decidiu processar o restaurante Espelunca Chic, em Copacabana, zona sul do Rio, depois de ter sido impedida de entrar no estabelecimento com seu cão-guia. Camila tentou fazer valer a lei federal de 2005, que garante a circulação desses animais em locais públicos e privados. Até o PM que ela chamou ao ser barrada no estabelecimento disse desconhecer a legislação.

A estudante recebeu recentemente a cadela Pucca do projeto Cão-Guia Brasil, depois de dois anos de espera. Ela já foi impedida de entrar em transporte público e passou constrangimento em outros locais públicos.

O episódio no restaurante ocorreu na noite de sábado. Ela e amigas tentaram entrar no Espelunca Chic, mas o gerente disse que ela não precisaria do cão-guia porque estava acompanhada. Alegou ainda que a casa estava cheia e os clientes não gostariam da presença do cachorro.

"Eu mostrei para ele a cópia da lei e um homem que se apresentou como advogado do gerente disse que a lei não era clara e que não valia para um local de lazer, o que é um absurdo", afirmou. O pior ainda estava por vir. O PM que fazia a ronda na rua disse que também desconhecia a lei. Diante da insistência do grupo, chegou a ameaçar Camila e as amigas de prisão por desacato.

Além da ação, o advogado Francisco Celso Rodrigues vai fazer uma representação contra o restaurante na Secretaria Especial de Direitos Humanos. "Vou levar esse caso adiante para que isso não se repita com outras pessoas", afirmou Camila.

O proprietário da rede Espelunca Chic, Roberto Zaccaro, lamentou o ocorrido e pediu desculpas pelo comportamento do gerente. "Infelizmente, ele não me telefonou para buscar orientação. Na unidade da Gávea temos uma cliente que comparece com seu cão-guia e nunca teve nenhum problema."

Autonomia
Cega desde os 15 anos por causa de retinose pigmentar (doença genética que atinge a retina e o nervo óptico), a estudante está com Pucca há oito meses. "Ela mudou minha vida. Hoje tenho muito mais autonomia. E ela não ataca, não late, só faz as necessidades em horários programados. Em um local público, ela deita e dorme", contou. "Mas já penso duas vezes antes de sair com ela. Não dá para entrar em uma briga todo dia", diz.
 

terça-feira, 12 de julho de 2011

ZOOFILIA - PM flagra homem fazendo sexo com cadela em Ji-Paraná

Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão

O fato, um tanto quanto inusitado, ocorreu hoje (11/07), por volta das 14h00, na Rua Raimundo Ferreira, no bairro Urupá, na cidade de Ji-Paraná. De acordo com o BOP nº 1812/2011, a Central de Operações recebeu várias ligações informando que um homem estava escondido dentro de uma casa abandonada, fazendo sexo com uma cachorrinha.

De imediato a guarnição composta pelo SGT Jardim e SD PM Martins, foi acionada e ao chegar na tal residência, se deparou com um homem, identificado como Aldemir Ferreira de Araújo, 57 anos, escondido em um dos cômodos da casa, totalmente despido. Neste momento, os policiais notaram que o sujeito segurava uma cachorrinha, de cor preta, no colo.

Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido até a 1ª Delegacia de Polícia. Já a “vítima”, que não tem dono, foi entregue no Centro de Controle de Zoonoses de Ji-Paraná, onde receberá cuidados do veterinário.

Aldemir Ferreira confessou aos policiais que esta não é a 1ª vez que tenta manter relações sexuais com a cachorrinha, mas que nunca conseguiu consumar tal ato. Ele também informou que é universitário e que atualmente está trabalhando em um projeto em uma Escola Estadual de Ji-Paraná.



Matéria: comando190.com.br/FLS
Fotos/Celular: Willian David 

Por Michelle Mello do Blog Patógrafo: Como pode uma pessoa cometer tal ato? Se é que podemos chamar esse "ser" de pessoa não é? Imperdoável!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Vigia atira contra homem por causa de cachorro e acaba ferido em Maringá

Uma briga entre vizinhos por causa de um cachorro, na tarde deste domingo (3]), em um bar no Jardim Grajaú, na zona norte de Maringá, resultou em um homem atingido na cabeça com um tiro de revólver. O agressor acabou atingido com um taco de bilhar por pessoas que estavam no local e tentaram desarmá-lo.

O caso ocorreu na Rua Milton Eduardo Lurdes, por volta das 15h30, quando Jesus Santos Sanches, de 60 anos, foi ao bar, onde estava o vizinho, para reclamar que durante a noite, quando trabalhava como vigia, foi atacado pelo cachorro dele, pois o cão estaria solto. Houve discussão, Sanches teria voltado à sua casa, apanhado um revólver e voltou, desferindo um no vizinho, acertando-o na lateral da boca.

Segundo o bombeiro cabo Claudiomiro Martins, que atendeu a ocorrência, a bala transfixiou, saindo pela lateral do rosto. A vítima, Jorge Xavier Brandis, de 42 anos, foi encaminhada ao Hospital Universitário (HU), com ferimentos leves.

Após os tiros, iniciou uma confusão no bar e uma pessoa que estava no local, com o intuito de desarmar Sanches, pegou um taco de bilhar e acertou a cabeça do agressor.Ele também ficou ferido e foi levado para o Hospital Municipal. Segundo o cabo Martins, o homem estava consciente e sem risco de morte.

A Polícia Militar foi chamada e prendeu Anésio Marimoto, que bateu em Sanches com um taco, em flagrante. O vizinho e o atirador continuavam internados até a manhã desta segunda-feira.

Fonte: www.maringa.odiario.com

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Cães aprendem a salvar vidas em São Paulo

Animais trabalham com bombeiros no resgate de vítimas soterradas em acidentes.

Anny, entre o cabo Panagassi e Ingrid
  
Os pêlos brancos do focinho de uma moradora de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, não enganam: trata-se de uma senhora. Do alto dos seus dez anos, Anny tem muita história para ser lembrada.

Ingrid Angeli Panagassi, da mesma idade, cresceu junto com a cadela da raça labrador. Ela fica emocionada quando fala de uma missão importante de que Anny participou.

A ocorrência do metrô foi a que mais marcou. Eu acompanhei pela TV”, conta a menina.

Em janeiro de 2007, uma gigantesca cratera se abriu na obra da futura Estação Pinheiros do metrô de São Paulo. Sete pessoas morreram soterradas. Lá embaixo, Anny ajudou os bombeiros na procura dos corpos.

O cabo Maximiliano Panagassi trabalhou no resgate atento às indicações da companheira. “Ela e a irmã, Dara, localizaram todas as vítimas que estavam lá. E como a área era muito grande, as cadelas iam localizando e, depois, as guarnições iam cavando para chegar ate às vítimas, devido à profundidade. As vítimas sempre estavam onde elas haviam sinalizado”, conta.

Esse talento todo rendeu a Anny uma vaga de profissional no quartel dos bombeiros do bairro do Ipiranga. Foram oito anos de carreira, sempre resgatando pessoas, cuidando de vidas.

Ela chegou às mãos do cabo Panagassi com apenas 45 dias de vida. Uma doação, porque o dono do canil achava que Anny não era uma cadela perfeita. “Ela nunca teve medo de nada. Por isso, entra em qualquer lugar para farejar. Vai até o ponto em que sente o odor – o venteio – e segue até o final. É um cão bem corajoso”, avalia.

Salvar vidas: essa missão tão nobre transforma o Corpo de Bombeiros em uma fábrica de heróis humanos e também caninos. O treinamento dos cães farejadores começa cedo, assim que os filhotes chegam ao quartel. Os exercícios não param nunca, devem seguir por toda a vida. Não é preciso ficar com pena dos cachorros, achando que eles têm uma vida difícil, sacrificada. O que para os homens parece trabalho, para eles é uma grande brincadeira.

Conan começa o dia com alongamento. Já Safira precisa ter mais equilíbrio. A cadela treina para passar por locais estreitos, como se estivesse entre os destroços de um desabamento. Mas o maior talento desses animais é natural: o poderoso faro, 40 vezes mais sensível que o olfato humano. Basta soltar Conan e ele encontra rapidamente um bombeiro escondido na mata.

Anny já enfrentou essa situação muitas vezes. E depois de quase uma década de trabalho ela foi reformada. Isso mesmo: aposentada. Como todo militar, em uma cerimônia oficial. Ganhou medalha e recebeu atenção até do governador José Serra. Essa "garota" deixou saudade.

Para mim, o cão é mais um bombeiro, um amigo. Tanto que a minha cadela se aposentou e agora ela faz parte da família”, diz o cabo Panagassi.

E essa ligação é mesmo muito forte, com toda a família. Sem falar na meninada da vizinhança, que se derrete pela grandalhona.

Um cachorro é para você ter para a vida inteira. Aqui ou em outro lugar, você sente a presença dele. É um companheirismo que não dá para explicar. O amor que você sente é tão grande que supera barreiras”, afirma Isabela Tossi Roggero, de 11 anos.

Isabela está certa. E é por causa desse amor que Ingrid fica emocionada quando fala de Anny. “Ela é muito linda. Cresceu junto comigo. Ainda bem que está aposentada”, diz.

O pai de Ingrid – e treinador de Anny – fica orgulhoso. E quem não ficaria? Afinal,
ele criou uma heroína. “Sentimos a obrigação de cuidar desse cão. Depois de viver oito anos com ele, não tem como doá-lo para outra pessoa. Ela já ajudou bastante. É uma cadela que merece o céu”, conclui o cabo Panagassi.

Fonte: www.g1.globo.com

Polícia Militar usa cães farejadores para buscar menino desaparecido

A Polícia Militar utiliza cães farejadores para procurar o menino Juan, de 11 anos, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A informação foi confirmada nesta terça-feira (28) pela corporação. Juan desapareceu após uma operação na Favela Danon, em Nova Iguaçu, durante tiroteio entre criminosos e policiais militares na semana passada.
 
Juan está desaparecido (Foto: Reprodução/ TV Globo)
 
A Defensoria Pública, que também acompanha as investigações sobre o desaparecimento de Juan, informou que vai entrar com um pedido de liberdade provisória, nesta terça, de Wanderson dos Santos de Assis, de 19 anos, que está internado sob custódia no Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna. Wanderson foi atingido por três tiros durante o confronto na Favela Danon.

Segundo a Polícia Militar, ele é suspeito de ser traficante e teria participado do tiroteiro. A família de Wanderson, no entanto, procurou a Defensoria Pública, e alega que o rapaz de 19 anos não tem antecedentes criminais. Segundo o pai do jovem, Wanderson trabalha e estuda.

Perícia
Na segunda-feira (27), testes de luminol feitos por peritos em cinco viaturas do 20º BPM (Mesquita) deram positivo. No entanto, segundo a Polícia Civil, somente exames laboratoriais poderão confirmar se as viaturas têm vestígios de sangue de Juan.

Na mesma ação policial, o irmão do garoto desaparecido foi ferido por duas balas perdidas e está internado. Os PMs que participaram da operação contaram na 56ª DP (Comendador Soares) que não viram o garoto, apenas o irmão dele.

Segundo o delegado-adjunto da 56ª DP (Comendador Soares), Rafael Ferrão, os dados dos GPS dos carros já estão na delegacia e eles devem ser confrontados com o relato dos policiais do batalhão. A Polícia Militar abriu uma sindicância para apurar se houve envolvimento de policiais no desaparecimento.

Comissão da Alerj ouve família de menino que sumiu
Também na segunda, a Comissão de Direitos Humanos da Alerj ouviu a família de Juan. Além da Comissão de Direitos Humanos, participaram do encontro representantes da Polícia Civil, da Defensoria Pública e do Programa de Proteção à Criança e o Adolescente Ameaçados de Morte (PPCAAM).

sábado, 25 de junho de 2011

Bandidos invadem casas e roubam cães em Santo André (SP)

Dois casos de roubos de cães, em Santo André, podem configurar nova onda de roubos na região. No dia 3 de junho, a veterinária Denise Prado chegava em casa por volta das 14 horas quando percebeu um carro parecido com o do marido na garagem. "Cheguei no portão e vi dois homens dentro da minha casa. Levaram TV, notebook, filmadora, mas eu nunca ia imaginar que levariam meu cachorro", afirma a veterinária que mora na Vila Alpina. Denise espalhou cartazes, criou páginas na internet, mas até agora não obteve notícias do cachorro da raça Maltês o qual ela chama de "Dudu". Em um caso parecido, a publicitária Cláudia Gancedo teve a Pooble Toy, Nina, roubada durante um assalto em sua casa, na Vila Lucinda. Os criminosos surpreenderam Cláudia quando chegava em casa com a família, na madrugada de 11 de Março. "Eles nos deixaram trancados em um quarto e depois perguntaram se a cachorra era filhote", afirma a publicitária. Além de eletrodomésticos, os bandidos levaram Nina que não possui o olho esquerdo. Apesar da semelhança dos casos, policiais do Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) e do 2° DP do município afirmam desconhecer outras ocorrências desse tipo. 
 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ladrões envenenam cães para roubar casa no Novo Paraíso

Dois homens armados com revolveres invadiram uma casa do bairro Novo Paraíso, em Cuiabá, ontem de madrugada, quando renderam e torturaram uma família, ao ameaçar atirar no proprietário da residência caso não entregasse dinheiro. O assalto ocorreu por volta da 1 hora, quando a família estava dormindo. Para entrar na casa, os bandidos deram veneno para os cachorros e usaram uma chave micha.

Segundo a vítima, ela estava dormindo quando se deparou com os dois bandidos. O marido estava dormindo e foi acordo com o cano dos revólveres dos bandidos. Como não havia dinheiro, os ladrões roubaram uma TV de LCD de 32 polegadas, dois celulares e uma câmera digital.

Devido à tortura, o marido da vítima entrou em estado de choque e teve que ser levado ao Pronto-Socorro de Cuiabá (PSC). Policiais militares fizeram rondas pelas proximidades, mas não localizaram os criminosos. A vítima estranhou o fato de nenhuma porta ou janela ter sido arrombada, mas encontrou os cachorros envenenados.

O assalto está sendo investigado pela Delegacia do Complexo do Planalto, onde o delegado João Bosco de Barros vai colocar uma equipe para trabalhar no caso. Os policiais deverão ouvir as vítimas para obter mais detalhes sobre os assaltantes. (AR)

Fonte: www.diariodecuiaba.com.br
 
Por Michelle Mello do Blog Patógrafo: Eu fico indignada com esse tipo de caso, pra que matar os cães? Os pobrezinhos não tinham culpa de nada! Que injustiça com os cachorros viu!!!! Tomara que esses crimonosos sejam presos e sofram bastante na cadeia.  

terça-feira, 14 de junho de 2011

Cães vão ser treinados no Bope, usar câmeras e coletes no Rio

Ela não veste farda preta, não usa caveira no peito e não utiliza fuzil. Brita, no entanto, é uma policial de elite preparada para atacar criminosos e desmantelar quadrilhas de traficantes no Rio de Janeiro. Ela é uma cadela de 6 anos de idade, da raça pastor belga, integrante da tropa canina da Polícia Militar do Rio, unidade que no ano passado ajudou a encontrar 3 toneladas de armamento e drogas em operações nos morros cariocas. Essa matilha policial, que está sendo preparada para trabalhar na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, passará a ser treinada pelo Bope e atuará com coletes à prova de balas e câmeras de segurança.

A cadela Brita (Pastor Belga) no treinamento

Junto com Brita, a PM tem um efetivo de 70 cães. Esse número deverá crescer até os jogos. Já existem 11 filhotes em testes para serem incorporados. Segundo o major Vitor Valle, sub-comandante da companhia de Cães da Policia Militar, o projeto já está aprovado, mas ainda não há previsão de licitação. É preciso que o produto seja especificado antes. Alguns foram testados na missão de paz do Haiti, mas não agradaram. "É preciso um material de qualidade. Se for muito pesado, tira a mobilidade do cão. Se for leve demais, pode não segurar a bala", explica o oficial. De acordo com o major, nenhuma empresa nacional fabrica o colete ainda. "É preciso alguém que desenvolva. Vai ter mercado para o Brasil todo", afirma.

Os cães a serem equipados com coletes são aqueles empregados em ações táticas. De acordo com o major Vitor, é o Bope quem demanda o maior número de serviços de quatro patas. A PM do Rio, que realiza intercâmbio de conhecimento com policiais dos Estados Unidos, França e Colômbia, é pioneira em técnicas para utilização de cães em situações de sequestro. Além de colaborar para a intimidação, o animal é treinado para fazer o desarme e imobilizar o agressor. Os cães do Rio, segundo Vitor, são treinados para diferenciar a vítima do sequestrador.

Conan, um rottweiler musculoso e imponente de dois anos e sete meses de idade, é integrante da tropa canina da Polícia Militar do Rio de Janeiro

Já a aquisição de câmeras depende do investimento em outros equipamentos, como unidades móveis equipadas com antenas para a transmissão das imagens ao vivo. Segundo o major Vitor, as câmeras vão ajudar os cães a verificar suspeitas de bombas e são vitais para o policiamento antiterrorismo a ser empregado nas Olimpíadas.

Treinamento
Nem todos são farejadores como Brita. Alguns são treinados para policiamento de choque, como guardas em estádios de futebol, outros são destinados à Defesa Civil, para buscas de sobreviventes em deslizamentos, por exemplo. Outro grupo é responsável por ações táticas, atuando em situações de crise, como sequestro e ameaças terroristas.

Mesmo aqueles usados para atacar têm treinamento para controlar sua agressividade. Conan, um rottweiler musculoso e imponente de dois anos e sete meses de idade, é um exemplo. Ele crava os dentes com força na roupa utilizada pelo sargento Lupércio de Jesus. O derruba e imobiliza. Segundos depois, calmo, ele aceita os afagos do agressor como se fosse um cachorro de estimação bonachão e simpático.

 O cão Conan (rottweiler) em treinamento

O major Valle explica que não é fácil chegar no patamar de Brita e Conan. Primeiro, eles passam por uma grande peneira. Fatores como raça - hoje em dia a unidade prioriza o pastor belga de Malinois e o pastor holandês - personalidade, capacidade física, nível de agressividade, sociabilidade e fobias contam. O cachorro não pode ter medo de altura, não pode ter fobia de tiros e explosões. "Se ele sofre de um determinado trauma, até é possível recuperar, mas normalmente não perdemos tempo com isso. Queremos os melhores dos melhores", afirma.

Habilidades
Depois da fase de seleção, eles passam por treinamento básico, no qual suas habilidades são identificadas e o animal passa a ganhar um ofício. Assim como os policiais da corporação, os cães têm uma carga de treinamento físico. "Eles devem ser capazes de acompanhar o pique de um policial em uma missão", explica o major. Todo o treinamento dura em média oito meses, mas o tempo varia bastante de cão para cão e também depende da função específica que ele vai exercer. Após o treinamento, eles recebem um certificado.

A PM do Rio treina os animais para serem utilizados por diferentes policiais. Eles não trabalham mais com parceiros fixos, como ocorria antigamente. A ideia é que estejam preparados para atuar sob o comando de qualquer policial treinado para utilizá-lo. "Policiais tiram férias, ficam doentes, saem de licença. Devem ser preparados para atuar separadamente", diz o major.

Normalmente, o cão PM se aposenta com oito anos de vida. Eles passam por um arrefecimento gradual para não ficarem deprimidos após o fim das suas atividades. A apólice de previdência do cão inclui doação. Normalmente o animal adestrado é aceito para curtir a aposentadoria com um novo dono, que, por regra, não sabe das atividades exercidas na polícia.

Fonte: www.terra.com.br

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Pioneiro no Estado, cão Leroy da PM realiza dupla atuação

Um paradigma no treinamentos de cães policiais dizia que um animal adestrado para uma função, nunca conseguiria desempenhar outra. Ou seja, se ele foi treinado para ser de patrulha, não poderia adquirir capacidade para procurar drogas. E foi exatamente esse tabu que foi quebrado no Canil da Polícia Militar (PM) de Bauru.

O pastor alemão Leroy, além de atuar muito bem no patrulhamento e na guarda, também se tornou um excelente cão farejador. Além de economizar custos para o Estado, a técnica ainda otimiza o trabalho da PM, que pode contar com um policial “2 e 1” em todas as ocorrências.

A subtenente Eliete Aparecida Tavares Ramos, comandante do Canil, destaca que o trabalho desenvolvido em Bauru era considerado até impossível.

Pelas diversidades até da raça do cão. No entanto, pela habilidade demonstrada pelo Leroy e pela técnica do policial adestrador, foi possível ser desenvolvido um método. Ele acreditou e conseguiu”, pontua.

O policial que conseguiu superar esse conceito pré-estabelecido foi o soldado Carvalho. Ele revela que após fazer o curso no Canil Central em São Paulo, voltou para Bauru com a ideia de desenvolver um cão com a dupla habilidade. Para isso, procurou um cachorro adequado desde filhote.

Leroy chegou à Polícia Militar com 53 dias de vida, e desde o início foi preparo por Carvalho. O policial destaca que o cão precisa ter uma habilidade natural para o trabalho planejado.

Mesmo assim, em algumas situações percebe-se durante o adestramento que o cão não é compatível com a ação policial. Quando isso ocorre, ele é dispensado da atividade. Mas Leroy sempre demonstrou um talento natural com seu faro.

Faro na patrulha
Inicialmente ele foi treinado para ser cão de guarda e patrulha. O trabalho iniciado foi o desenvolvimento da aptidão do animal, e em seguida, a aplicação da técnica policial e a obediência. Nessa fase, o trabalho policial é associado a brincadeiras para que o cão associe o desempenho de suas funções a algo divertido.

Carvalho então iniciou a especialização de Leroy em uma segunda função, a de faro. Os cães farejadores podem ser treinados para procurar drogas, explosivos ou para fazer buscas de pessoas, por exemplo, em matas.

Como a necessidade da PM em Bauru é maior no combate ao tráfico, Leroy foi adestrado para farejar entorpecentes. “Consegui dividir na cabeça dele as duas funções. Assim, ele sabe exatamente quando deve fazer o trabalho de guarda e patrulha e quando fará o de faro”, afirma o soldado.

A troca de funções acontece quando a guia é mudada de lugar. Quando Carvalho prende a guia na coleira no pescoço de Leroy, ele sabe que é o momento de atuar como cão policial em ações de patrulha, como contenção de suspeitos, prevenção em grandes multidões, como estádios de futebol e até em rebeliões de presídios. Já quando a guia é presa junto ao peitoral, é o momento de Leroy sair a campo em busca de entorpecentes.

Carvalho pontua que esse processo não foi fácil. Um dos obstáculos superados foi, inclusive, a descrença de alguns de que o trabalho poderia dar certo. “Eu cheguei com técnicas e ideias novas. Muitos desconfiaram que não poderia dar resultado. Mas as suspeitas foram sendo superadas”, afirma.

Para isso, ele contou com o apoio da subtenente Eliete. “Fizemos a proposta para o desenvolvimento de um cão de dupla função e ela deu o aval para o trabalho”, conta.

Trabalho agilizado
O soldado Carvalho observa que um dos objetivos da Polícia Militar em São Paulo é exatamente o adestramento de cães para desempenhar duas funções. Dessa forma, o policial avalia que se economiza em medicamentos e ração, além de agilizar o trabalho.

Ele observa que em uma situação de patrulha, se há suspeita de drogas é preciso ir até o Canil, deixar o cão e embarcar na viatura outro que tenha o treinamento de faro.

Com o Leroy, podemos trabalhar nas duas situações. Na minha opinião, isso dá maior agilidade ao trabalho policial”, ressalta.

Leroy ainda vai trabalhar mais quatro anos até se aposentar. Porém, daqui a dois anos, Carvalho já precisa começar a preparar seu substituto. Mas o treinamento do novo cão policial não será exatamente o mesmo. “Como cada cão é único, adaptamos a técnica a ele”, afirma.

Cachorro começou a trabalhar com 1 ano
Já treinado para ser cão de patrulha, Leroy começou a trabalhar com 1 ano de idade. Porém, a primeira ocorrência com drogas aconteceu tempos depois. De acordo com Carvalho, já era final de expediente quando o Canil foi acionado para averiguação de uma suspeita de tráfico.

Era o momento de demonstrar que o trabalho tinha sido positivo, e ele encontrou uma porção de maconha em um ônibus”, relembra o adestrador, soldado Carvalho. A partir de então, Leroy participou de uma série de apreensões. Inclusive uma recente, na qual o entorpecente foi escondido no fundo falso de uma garrafa térmica de café.

Em outra ocasião, encontrou entorpecentes no quintal de uma residência no Jardim Bela Vista e também sob um dos móveis da casa. Em Duartina, Leroy localizou droga dentro de um colchão.

Questionado se o treinamento em dupla função não acaba comprometendo a eficiência do trabalho do cão em uma ou outra atividade, Carvalho é taxativo. “O Leroy nunca me deixou na mão. Tenho plena confiança no seu trabalho”, garante.

Fonte: www.jcnet.com.br 

Por Michelle Mello do Blog Patógrafo: Espero que o salário do Leroy seja ótimo!!!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Homem mata cachorro com uma arma calibre 44 de uso restrito

Homem é preso com arma calibre 44 de uso restrito


Valteni do Rosário de Lima foi preso pela Polícia Militar de Raul Soares depois de atirar e matar um cachorro com uma arma de uso restrito, na madrugada de domingo, 05.

Policiais foram chamados por moradores que viram que ele havia efetuado um disparo contra um cachorro. Ao perceber a chegada da Polícia MIlitar, dispensou a arma numa planta.

Não adiantou muito. Quando foi abordado, os policiais encontraram duas munições intactas calibre 44 e depois localizaram o revólver calibre 44 com duas munições usadas.

Valteni foi preso e levado para a delegacia de Caratinga.

Autor: Carlos Henrique Cruz
Por Michelle Mello do blog Patógrafo: Parabéns aos moradores por terem chamado a polícia e parabéns também aos policiais militares que prenderam Valteni Lima (Responsável pelos disparos e morte do cão). Tomara que Valteni Lima fique preso por um bom tempo e aprenda de uma vez por todas que maltratar ou matar um animal é crime!!!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Cães da PM: uma tropa de elite e que ganhará coletes à prova de balas

Os cães fazem charminho deitados na grama - Foto: Marcelo Theobald / Extra

A imagem de dois pastores alemães da Polícia Militar de Minas Gerais sendo velados com honras militares, no último dia 20, ganhou as páginas de jornais e virou destaque na internet. O que todo mundo pensou na hora, com certeza, foi: será que é assim em todo lugar?
No Rio, sim. A Companhia de Cães da PM também trata seus 123 cachorros como verdadeiros soldados de quatro patas. Assim como os homens e mulheres, eles também têm uma rotina de treinamento, horário de trabalho, tempo de serviço e uniformes. E, agora, contarão também com coletes à prova de balas — com capacidade para segurar tiros de pistolas 9mm, .40 e 3.57.

— Nós desenvolvemos o colete e a ideia é usá-los na Copa de 2014 — disse o comandante da Companhia de Cães, tenente-coronel Marcelo Nogueira.

 

O colete protege os cães na parte do pescoço e peitoral (barriga e costas). Uma proteção para a cabeça não está descartada, segundo o tenente-coronel Nogueira:

— Estamos vendo ainda se teria como fazer uma espécie de capacete.

De acordo com o oficial, desde que trabalha na companhia — ele entrou em 1996 e, dez anos depois, assumiu o comando da unidade — não houve casos de cães mortos por tiros.

— Já tivemos um cão, o Toby, que ficou cego de um dos olhos por causa de um tiro de fuzil que resvalou nele — contou.
Para evitar outros acidentes do tipo, os cães já contam com óculos de proteção. Difícil é fazê-los parar quietos para colocar o apetrecho. Mas, depois de paramentados, eles parecem esquecer qualquer incômodo.
— Nossos cães estão sempre prontos para o trabalho. É só serem requisitados para agirem — disse o tenente-coronel Nogueira.

Ele lembrou que na última participação da compangia numa operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) no Jacarezinho, em 29 de abril, foi achada uma tonelada de maconha. Graças ao faro apurado dos soldados de quatro patas.

Cães se mostram alerta, ficando em pé nas patas traseiras - Foto: Marcelo Theobald / Extra

Para todas as raças
Os coletes caninos são fabricados pela InbraFiltro, de São Paulo. Segundo a empresa, além da PM carioca, polícias de outros estados também mostraram interesse na peça. Além das forças de segurança, o público em geral também poderá comprar o colete.
Ele será confeccionado para todas as raças. O peso da estrutura varia de acordo com o tamanho: pequeno (1,7 kg); médio (1,9 Kg); e grande (2,5 Kg). O tecido usado para fazer os coletes é maleável para não limitar os movimentos do cão.

Barack Obama e homenagens
Além das operações já conhecidas, os cães da PM são também acionados quando há lideranças políticas no Rio. Foujke, uma pastor alemão de 6 anos, foi um dos que não teve folga durante a visita do presidente Barack Obama. Ela participou do pente-fino feito na Cidade de Deus e no Theatro Municipal.

E, na hora em que acaba uma vida dedicada à segurança, os cães policiais também recebem homenagens. Eles são enterrados no campo de treinamento da Companhia.

Uma sepultura se destaca das demais: na entrada do quartel está enterrado Desmond Negão, um labrador de 12 anos. Ele trabalhou na busca pela ossada do jornalista Tim Lopes e era querido por todos. O sentimento é resumido na placa colocada em sua cova: "Saudades!"

Conheça mais sobre o canil
TREINAMENTO - É diário. Os cães se especializam em busca de drogas, de explosivos, pessoas (perdidas, mortas ou bandidos em fuga), resgate de reféns, patrulhamento de choque e a apresentações.

ALIMENTAÇÃO -
Dieta balanceada. São 200g três vezes ao dia.

RAÇAS - Labradores, pastores alemães, pastores belgas malinois, pastores holandeses, rottweilers e dobermans.

TEMPO DE SERVIÇO -
Os cães da PM começam a trabalhar nas ruas quando completam 1 ano. 


Comentário da blogueira Michelle Mello:  Parabéns para o departamento de polícia do Rio de Janeiro por tomar essa iniciativa! Espero que os cães policiais do mundo inteiro possam usar coletes, óculos, capacetes, enfim, todo material que os deixe em segurança, para que nada de ruim aconteça com esses nossos heróis de 4 patas!