Frida e Badock, amores da mamãe!
Olá! Sejam todos muito bem vindos ao blog Patógrafo. Podem entrar que o "canil" é de vocês. Sou mais uma apaixonada por cães e criei este blog Patógrafo (para quem não sabe, patógrafo significa autógrafo de cães...rs rs rs...) para falar mais desses seres maravilhosos e queridos! Então, participem, opinem e debatam nesse "canil" aconchegante!
Lambeijos...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Cadela salva vida da dona ao fazê-la descobrir câncer

Britânica garante que sua cocker spaniel arranjou uma maneira de avisá-la da doença

Reprodução 
Internet
Brenda Jones, de 47 anos, conta que se sentia super bem antes de descobrir que estava doente. Foi sua adorada cadela Mrs. Murphy a primeira a perceber que algo estava errado.

A máxima de que o cachorro é o melhor amigo do homem é mais do que conhecida. Mas agora essa frase ganha ainda mais sentido. Uma britânica está certa de que sua Cocker Spaniel salvou sua vida ao descobrir que ela tinha um câncer de mama.

Brenda Jones, de 47 anos, conta que se sentia super bem antes de descobrir que estava doente. Foi sua adorada cadela Mrs. Murphy a primeira a perceber que algo estava errado. Ela passou a se comportar de maneira estranha e uma semana depois bateu com a pata esquerda no seio de Brenda. Ao fazer isso, a britânica pulou de dor.

Brenda examinou então o local em que Mrs. Murphy havia mirado e percebeu um estranho nódulo. Foi quando decidiu ir ao médico para ser examinada. Lá, foi diagnosticada com câncer de mama. Para se tratar, Brenda passou por uma cirurgia de emergência e agora está fazendo quimioterapia.

Ela ficou uma semana roçando seu focinho em meu seio e me encarando. Depois de sete dias assim, ela pulou em mim quando estava sentada no sofá e sua pata pegou no meu seio esquerdo. Doeu para caramba. Quando fui ver o que tinha acontecido percebi que estava com um nódulo”, afirmou Brenda ao tablóide Daily Mail. “Tenho certeza de que a Mrs. Murphy pôde pressentir que eu tinha um tumor. Sem ela, eu não teria sido diagnosticada. Estou certa de que ela mirou meu seio e serei para sempre grata por ela ter tido essa pressentimento”.

Mãe de duas mulheres, Brenda espera agora o fim de seu tratamento e conta os dias para conhecer seus netos gêmeos que estão para nascer. Mrs. Murphy, como não podia deixar de ser, continua a ser o xodó da casa. “O engraçado é que agora quando os meus amigos vêm me visitar e ela começa a olhar muito para alguém eles entram em pânico”, brinca. Pelo sim ou pelo não, eu que não ia querer receber um olhar de Mrs. Murphy.

Fonte: www.epocanegocios.globo.com

Solidão canina: saiba como evitar ou acabar com o sofrimento da ansiedade por separação


Já foi contado no blog sobre um estudo que revelou trauma em cães que ficam sozinhos em casa. Isso mesmo, os cachorros também sofrem com a solidão e, muitas vezes, essa agonia é tão grande que o sofrimento atinge toda a família. Mas a boa notícia é que a ansiedade por separação, como é chamada, tem solução.

Segundo Thaiene Onozato, adestradora e especialista em comportamento canino, a ansiedade por separação pode atingir diversos níveis e pode ser tratada em todos eles. “Há casos mais leves em que o cão fica agitado quando percebe que o dono vai sair e até os mais extremos como cachorros que saltam varandas e janelas para ir atrás do tutor”, diz.


Mas como saber se o seu amigo peludo sofre desse mal? A resposta é simples: fique atento aos sinais que ele passa para você. Seu cachorro pode apresentar apenas um desses comportamentos ou vários.  
Confira as dicas da adestradora.

1. Trocar de roupa, pegar a bolsa e as chaves do carro podem ser atitudes normais para você, mas para um cão que sofre de ansiedade por separação já é motivo de nervosismo e agitação. Fique atento se ele mostra nervosismo nessa hora.

2. Latir, uivar ou chorar insistentemente quando está sozinho (em geral, a família só toma conhecimento do fato por reclamações e comentários dos vizinhos) também é um sinal.

3. Ele apresenta comportamentos destrutivos como arranhar as portas, destruir objetos da casa, comer sapatos, quando fica sozinho em casa? Se a resposta for sim, então ele pode estar sofrendo desse mal.

4. O cão também pode apresentar excesso de salivação.

5. Ele não come, não bebe água nem vai ao banheiro quando fica sozinho e só tem ânimo para essas atividades quando o dono retorna.

6. A automutilação – lamber as patinhas, ou outras partes do corpo até formar feridas – também é um sintoma de ansiedade por separação.   


Agora que você já sabe identificar se o seu companheiro querido sobre de ansiedade por separação, que tal conhecer algumas dicas para prevenir ou melhorar esse problema?

1. É preciso adaptar o seu cachorro a ficar sozinho desde filhote quando ele chega em seu novo lar.

2. O cão filhote ou adulto precisa ser exposto a vários intervalos pequenos (em média 5 minutos) sem o dono. O tempo deve ser aumentado progressivamente, comece com 2 minutos, passe para 5, volte para 3, depois 6. O importante é que esse tempo não seja regular, quanto mais variação melhor. Não dê ao cachorro saudações prolongadas ao retornar. Quando voltar para o local onde ele ficou sozinho, ignore-o completamente (mesmo que ele dê umas lambidas ou empurre a sua mão pedindo carinho). Nesse momento vá tomar um copo d’agua e depois volte para cumprimentá-lo. É importante tirar o cão de seu estado de excitação, ele precisa ficar calmo e tranquilo e ignorando-o isso deverá acontecer.


3. Castigos ou punições físicas só pioram a ansiedade, por isso não são recomendados como tratamento para tratar esse mal.

4. Deixe brinquedos para seu cão durante a sua ausência. Pode ser uma bolinha para ele perseguir ou outro objeto que ele goste de brincar.

5. Outra opção, para quem tem tempo, é caminhar com seu cão antes de se ausentar, assim ele vai estar mais calmo quando você sair.

Por Luciana Florence

Cão provoca congestionamento após invadir rodovia nos EUA

Cena ocorreu em rodovia no estado do Oregon.
Motorista chegou a sofrer tombo ao correr atrás do cachorro.

Um cão provocou congestionamento após invadir uma rodovia no estado do Oregon, nos EUA. Motoristas desceram de seus veículos na tentativa de capturar o animal, e um deles chegou a sofrer um tombo ao correr atrás do cachorro. A cena foi registrada pelas câmeras de segurança da rodovia, segundo a emissora de TV "ABC News".

Cão invadiu rodovia no estado do Oregon. (Foto: 
Reprodução/ABC News) 
Cão invadiu rodovia no estado do Oregon. (Foto: Reprodução/ABC News)
 
Cão não ficou ferido. (Foto: Reprodução/ABC News) 
Cão não ficou ferido. (Foto: Reprodução/ABC News)
 
Motorista chegou a sofrer tombo ao correr atrás do cachorro. 
(Foto: Reprodução/ABC News) 
Motorista chegou a sofrer tombo ao correr atrás do cachorro. (Foto: Reprodução/ABC News)
 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Carneiro britânico acredita ser cão pastor e até agrupa rebanho, diz dona

Jack foi criado com cadela da raça springer spaniel desde recém-nascido.
'Ele até faz um som estranho, metade 'méé', metade latido', conta inglesa.

Carneiro Jack 'reclama' quando não é colocado na coleira para
 passear (Foto: Reprodução/The Sun) 
Carneiro Jack 'reclama' quando não é colocado na coleira para passear (Foto: Reprodução/The Sun)

Um carneiro acolhido por um casal após o nascimento em uma fazenda no condado britânico de Shropshire tem chamado a atenção. Criado desde pequeno com uma cadela da raça springer spaniel, ele age como se fosse um cachorro e até tenta agrupar o rebanho quando colocado junto de animais de sua mesma espécie, segundo a dona.

O caso peculiar foi registrado no site do tabloide "The Sun" nesta segunda-feira (26/09).

Batizado de Jack, o carneiro era o menor de um parto de trigêmeos, o que é incomum para uma ovelha. Alison Sinstadt o levou para casa, e o animal logo se afeiçoou à cadela Jessie, de 9 anos. Os dois dormem juntos em uma cesta na varanda.

"Ele a segue aonde quer que ela vá e até tenta imitá-la quando ela late. Ele faz um som estranho, metade 'méé', metade latido, que todo mundo acha hilário", conta Alison.

O carneiro, que já está com seis meses de idade, também busca gravetos e pula sobre as pernas traseiras como um cão, segundo a mulher. "Quando levamos a Jessie para passear, Jack me perturba até que eu coloque uma coleira nele também", afirma.

Um dos poucos hábitos de sua espécie que Jack manteve foi o de comer pasto.

O carneiro se afeiçoou à cadela Jessie e passou a segui-la e 
imitá-la (Foto: Reprodução/The Sun) 
O carneiro se afeiçoou à cadela Jessie e passou a segui-la e imitá-la (Foto: Reprodução/The Sun)

Fonte: www.g1.globo.com

Curiosidades: Quanto tempo dura a gestação dos animais?


Quando vai nascer um novo bebê na família, todos ficam tão ansiosos que parece que os nove meses de gestação não passam nunca. Mas a gravidez humana ainda sim parece rápida se comparada com a de alguns animais, cujos filhotes podem demorar até dois anos para se formar.

Confira abaixo a duração média da gestação de diversos animais, e o tempo de vida estimado para cada um:

Rato
Gestação: 21 dias
Tempo médio de vida: 18-20 anos

Galinha
Gestação: 22 dias
Tempo médio de vida: 6-8 anos

Gato
Gestação: 52-69 dias
Tempo médio de vida: 10-12 anos

Cachorro
Gestação: 53-71 dias
Tempo médio de vida: 10-12 anos

Macaco
Gestação: 139-270 dias*
Tempo médio de vida: 12-15 anos

Humano
Gestação: 253-303 dias
Tempo médio de vida: 67 anos**

Cavalo
Gestação: 329-345 dias
Tempo médio de vida: 20-25 anos

Baleia
Gestação: 365-547 dias*
Tempo médio de vida: Mais de 80 anos

Elefante
Gestação: 510-730 dias*
Tempo médio de vida: 30-40 anos

* Dependendo do tamanho da espécie
** De acordo com a expectativa de vida mundial de 2011

Por Stephanie D'ornelas
Fonte: www.hypescience.com

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Câmera mostra funcionário de pet shop assustado após morte de cão

Ele agrediu uma cadela da raça Yorkshire durante banho.
Caso será investigado pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente.

 
A câmera de segurança do pet shop de Curitiba, onde uma cadela morreu após ser agredida por um funcionário, mostra o rapaz assustado quando percebe o ocorrido. Não é possível perceber o momento do acidente, mas quando uma outra pessoa se aproxima para verificar a situação ele corre e leva as mãos à cabeça.

Mia era uma cadela da raça Yorkshire, e possuía cerca de 30 cm e 1,5 kg, segundo o dono, Bruno Maziero. Ele afirma que o funcionário agrediu a cadela com uma escova de metal, durante o banho. O laudo veterinário diz que o animal teve parada respiratória, parada cardíaca, edema e sangramento na região do crânio. O funcionário foi demitido.

O proprietário do pet shop, Fábio Assahi, lamentou o acidente. “Tudo que foi possível fornecer a eles (os donos) a gente forneceu", disse. O estabelecimento deu outro cachorro da mesma raça para o dono, além do enxoval, as vacinas e alimentação. Para receber o animal, Bruno precisou assinar um contrato de adoção e um termo que dizia que, a partir daquele momento, o pet shop não tinha mais pendências.

O caso será investigado pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, que ouvirá os donos do cahorro, do pet shop, e o ex-funcionário. Depois, o caso será encaminhado ao juizado especial criminal.

Miah (Foto: Divulgação) 
Mia morreu após ser agredida por funcionário de pet shop (Foto: Divulgação)


Fonte: www.g1.globo.com

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Polícia encontra 43 cães com suspeita de maus-tratos em MG

Segundo a polícia, animais estavam em uma casa em Poços de Caldas.
Eles estariam trancados e abandonados há cerca de dez dias.


A polícia encontrou 43 cães com suspeita de maus-tratos nesta quinta-feira (23/09) em Poços de Caldas, na Região Sul de Minas Gerais. De acordo com a polícia, os animais estariam trancados e abandonados em uma casa há cerca de dez dias.

Ainda segundo a polícia, o local estava sujo. Os cães foram levados para a Associação Protetora dos Animais da cidade e vão passar por exames de avaliação do estado de saúde. A Vigilância Sanitária também participou da operação.

Até o horário em que esta reportagem foi publicada, a dona da casa não havia sido encontrada.

Fonte: www.g1.globo.com

Cães arrancam suspiros em desfile de modas na Argentina


Duas estilistas criaram roupas para cachorros e realizaram desfile dos modelitos em Buenos Aires.
 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Cão vira protetor de macaquinho resgatado em floresta no Japão

Yoshiaki Mae pretende devolver o macaco à vida selvagem.
Macaquinho se perdeu em montanha durante passagem de tufão.
 
O cão chamado "Goma" tem cuidado de um bebê macaco selvagem que se perdeu em uma montanha em meio a um tufão que atingiu na semana passada a região de Tanabe, na província de Wakayama, região central do Japão.

Macaco bebê tem andado agarrado nas costas e barriga de 
'Goma'. (Foto: Kyodo News/AP) 
Macaco bebê tem andado agarrado nas costas e barriga de 'Goma'. (Foto: Kyodo News/AP)

A agência Kyodo News informou que Yoshiaki Mae viu o macaquinho de 23 centímetros de aspecto frágil em uma montanha no dia 14 de setembro e o resgatou.

Desde então, o macaco bebê tem andado agarrado nas costas e barriga de "Goma" o tempo todo, tornando-se uma atração entre os vizinhos.

Mae afirmou que pretende devolver o macaco à vida selvagem.

Fonte: www.g1.globo.com

Cão e gato podem se dar bem. Veja o vídeo

Quem disse que cão e gato não se dão bem?

Então veja esse vídeo que encontrei na net:


Esses dois são fofos demais, não são?
Viram? Cão e gato podem sim ser amigos!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Cão morre após atraso em voo entre São Paulo e Vitória, diz dono

Cachorro da raça pug ficou cerca de 10 horas em caixa de transporte.
Gol lamentou o ocorrido e diz que vai prestar ‘todo suporte possível’.


Um cachorro da raça pug, chamado Santiago, morreu na terça-feira (13/09), depois de viajar de avião de São Paulo para Vitória. De acordo com o dono, o cão teria morrido de parada cardiorespiratória por ter ficado mais de 10 horas em um lugar fechado, tempo maior que o previsto por causa de um atraso no embarque. Em nota enviada ao G1 nesta segunda (19/09), a empresa GOL Linhas Aéreas Inteligentes disse que realizou uma “apuração interna” e vai prestar esclarecimentos aos envolvidos.

De acordo com o esteticista de cães e dono de Santiago, Fabio Cesar dos Santos, ele e a mulher são de São Paulo, mas moram em Vila Velha, no Espírito Santo, desde janeiro. "Os meus três cães ficaram com a minha mãe em São Paulo, mas precisei resolver umas questões pessoais e aproveitei para buscar os meus animais", contou o esteticista.

Segundo Fábio César, ele se informou com a GOL como proceder para transportar os três animais. "Fui informado que poderia levar apenas dois. Depois pediram para eu preencher um formulário pela internet para a liberação do terceiro cão. Às 5h30 de terça-feira (13/09), eu, a minha esposa, as duas cachorrinhas e Santiago chegamos ao aeroporto de São Paulo. Os funcionários levaram os três cachorros e os colocaram em caixas, depois disso só fui ver Santiago quase morto", detalhou o dono do cão.

Ele contou que a viagem seria às 7h, mas, por problemas com o transporte do terceiro cão, a viagem foi transferida para o voo das 10h50, do mesmo dia. "Este voo atrasou mais de 3 horas, comecei a ficar preocupado com o calor que fazia, já estava ficando desesperado. Pedi aos funcionários da GOL para ver nossos cachorros, porém todas as vezes era informado que o regulamento não me autorizava vê-los. Minutos depois fui informado que os cães estavam bem", contou Fábio Cesar.

De acordo com o esteticista de cães, o desembarque no Aeroporto Eurico Salles, em Vitória, só aconteceu às 15h. Quando os animais foram entregues, Santiago estava com a respiração ofegante. "Saímos do aeroporto e fomos em busca de atendimento, mas ele não resistiu e morreu por parada cardiorespiratória. Quando a veterinário viu Santiago disse que a respiração já era um sintoma ruim, ainda tentaram reanimá-lo, mas foi tudo em vão. O meu cachorro tinha 3 anos e meio, era saudável, nunca me deu trabalho, era um amor de cachorro. Não sei ainda como vou contar para a minha mãe que ficou com ele nos últimos meses", contou.

Segundo o dono do cão, o Serviço de Atendimento ao Consumidor da GOL pediu para ele anotar um protocolo e informou que até terça-feira (20/09) eles dariam uma reposta sobre a morte de Santiago. "Ligamos para a assessoria de imprensa, que se mostrou empenhada, mas a única coisa que nos disseram foi: a Gol sente muito pelo ocorrido", desabafou Fábio.

A empresa GOL Linhas Aéreas Inteligentes, que fez o transporte dos animais, disse que lamenta profundamente pelo ocorrido. Disse ainda que um de seus diretores fez contato com o cliente na semana passada, pediu desculpas em nome da companhia, forneceu informações sobre a apuração interna e se colocou à disposição para prestar todo o suporte possível. Durante esse contato, o cliente se reservou no direito de falar somente por meio de seu advogado. Em respeito a isso, a GOL disse que prestará os esclarecimentos diretamente aos envolvidos.

De acordo com o veterinário Anderson Tozi, os cães da raça pug apresentam dificuldades para respirar. "Pode não ter sido o motivo da morte desse cachorro, mas animais desta raça possuem um focinho muito chato e por isso tem dificuldades para respirar em comparação com outras raças. As condições do transporte também devem ser analisadas. O cão precisa de muito oxigênio para fazer uma viagem longa de avião", explicou o veterinário. Anderson Tozi acrescentou, que animais ficam, naturalmente, sem beber e comer alguma coisa por horas e esse motivo deve ser descartado.

Fonte: www.g1.globo.com

sábado, 17 de setembro de 2011

Moradores de Vitória não catam sujeira que cães deixam nas ruas

Moradores de Vitória não catam sujeira que cães deixam nas ruas
Agora a prefeitura de Vitória está regulamentando uma nova lei que prevê multa de R$ 35 para quem não recolher a sujeira deixada pelo animal.


Quem tem cachorro sabe: a sujeira dos bichinhos não pode ser deixada na rua. Em Vitória, tem até uma lei para isso. Mas, de uns tempos para cá, essa lei não está sendo respeitada.

Para passear com a cadelinha, Seu Carlos só vai prevenindo com a sacolinha serve para recolher a sujeira que os cachorros deixam pelo caminho. Uma senhora dá o bom exemplo: andou com a sacolinha até encontrar uma lixeira. Mais do que um bom hábito, é uma lei municipal que já tem quase 20 anos em Vitória. Só que ultimamente muita gente vem fazendo o serviço pela metade.

Eles pegam com a sacolinha, só que jogam a sacola no meio da rua. Eles não jogam no lixo. Eles jogam no meio da calçada. Suja do mesmo jeito, não adianta nada”, apontou a assistente administrativa Andressa Kiepper.

É uma ação rápida. A mão direita de uma senhora deixa a sacolinha cair assim meio disfarçado. O local não tinha uma lixeira. A sujeira ficou no chão. Está cheio de sacolinha “recheada” espalhada pela cidade, uma logo depois da outra, na calçada, no cantinho do muro ou na árvore.

Tem bastante mesmo. Em todas as ruas, você vai achar, principalmente se passar cedo. Não tem educação”, comentou o comerciário Antônio Rogério.

Agora a prefeitura de Vitória está regulamentando uma nova lei que prevê multa de R$ 35 para quem não recolher a sujeira deixada pelo animal. Mas, para isso, é preciso ter o flagrante, e a prefeitura mesmo admite que vai ser muito difícil fiscalizar.

Por isso, nesse caso, mais do que punição é preciso educação. Mesmo se não tivesse uma lixeira por perto, o dono do cachorro tem de recolher a sujeira.

A pessoa deve depois levar a sacolinha com os dejetos dos seus animais até a lixeira de casa ou a lixeira mais próxima para se descartar disso. Ter um animal de estimação é um direito, mas eu não posso começar a trazer incômodos e riscos para as pessoas que não têm”, afirmou a veterinária Carla Teixeira.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Mulher e sua cadela aparece 43 vezes no Street View e vai para o Guinness (Inglaterra)

Mulher saiu para passear com a cadela Trixie e foi clicada por 
todo o caminho. Foto: Reprodução 
Mulher saiu para passear com a cadela Trixie e foi clicada por todo o caminho

A britânica Wendy Southgate entrou para o livro Guinness de recordes mundiais com o maior número de aparições nas imagens do Google Street View: ela está em 43 fotos do serviço. A moradora de Suffolk Village, na Inglaterra, saiu para passear com sua cadela Trixie bem no dia em que os carros do gigante de buscas mapeavam seu bairro.

O marido de Wendy notou a presença das câmeras e depois foi conferir, online, se ele ou a mulher haviam sido clicados. Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o passeio de Trixie - um trajeto de cerca de 800 metros - foi registrado praticamente quadro a quadro.

As câmeras do Google Street View costumam capturar cenas das mais diversas, e caçar as "pérolas" entre as imagens parece um esporte para muitos. A última situação que chamou a atenção foi a de uma mulher flagrada pelada em frente a sua casa, nos Estados Unidos.

Fonte: www.terra.com.br

Briga de cães em Cuiabá termina com shih tzu morto e pit bull na delegacia

O pit bull atacou uma jovem e matou um cão da raça shih tzu.
Mãe de garota afirma que dono do pit bull não socorreu a vítima.

Shih tzu teve o pescoço quebrado durante ataque de pit bull 
em Cuiabá. (Foto: Arquivo Pessoal)
Shih tzu teve o pescoço quebrado durante ataque de pit bull em Cuiabá. (Foto: Arquivo Pessoal)
Um pit bull e o seu dono foram parar na delegacia após o animal matar um cão da raça shih tzu nesta terça-feira (13/09), no bairro Consil, em Cuiabá. O pit bull teve as patas amarradas e foi levado no porta malas do carro para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) do Planalto.

O ataque ocorreu pela manhã, quando uma universitária de 19 anos passeava com o shih tzu na rua e o pit bull escapou de uma residência. A jovem tentou segurar o cão de estimação no colo, mas o pit bull abocanhou o cachorro e quebrou o pescoço dele. O fato assustou os pedestres que passavam pelo local e até os moradores, que ouviram os gritos da garota. A reportagem do G1 esteve na residência do dono do animal, no entanto, o proprietário não foi encontrado.

 
Ela ficou muito assustada e ainda tentou lutar com o pit bull para evitar que ele matasse o nosso cachorro”, relatou ao G1 a mãe da estudante, Luzinete Lopes da Silva. Apesar do susto, a jovem não ficou ferida.

Luzinete contou que o shih tzu, que se chamava Anakin, tinha dois anos e que a filha dela passeava constantemente com o cão pela Rua Desembargador Trigo de Loureiro, local do ataque. Segundo ela, o dono do pit bull não prestou socorro, o que a levou a registrar um boletim de ocorrência.

Ele [dono] apenas tirou o meu cachorro da boca do pit bull e foi para a residência. Se não fossem as pessoas que estavam no local para prestar ajuda, nem sei o que teria ocorrido”, relatou. Ela disse ainda que após o fato, ao anunciar que iria para a delegacia, o dono do pit bull amarrou as patas do animal e também foi acompanhar o registro do boletim. Após o registro, de acordo com a mãe da universitária, o cachorro foi liberado. No entanto, contou que o cão estava muito agitado e quase atacou as pessoas que estavam no Cisc.

Socorro
Luzinete disse que uma policial à paisana foi a primeira a presenciar o ataque e prestar socorro. Ela ressaltou também que esta não é a primeira vez que o cachorro ataca moradores da região. O professor Mário Pereira Guitte, que mora ao lado da residência onde fica o pit bull, confirmou que já foi vítima do animal.

Ele já me atacou e mordeu meu calcanhar. Hoje em dia, mudei até a minha rota para vir para casa para não ter que passar em frente da residência”, pontuou. Ele declarou que constantemente vizinhos são atacados e requer que algo seja feito. Da mesma forma avalia Luzinete Lopes da Silva, que informou que irá procurar buscar todos os meios e até a Justiça para que o caso não fique impune.

Toda a família está sofrendo muito pela perda do nosso cachorrinho. Sabemos que ele não vai voltar, mas não podemos ignorar o fato do dono ter sido omisso a prestar auxílio pelo menos a minha filha”, pontuou.

Cremação
Após a morte do shih tzu, Luzinete contou que o corpo do animal foi cremado por um veterinário e que vai guardar as cinzas como lembrança. “É uma forma de mantermos viva a presença dele”, finalizou.

Fonte: www.g1.globo.com

CNA promove dia dos animais de estimação em Ribeirão Preto (SP)

A escola de línguas estrangeiras CNA, das unidades Campos Sales e Boulevart, vai promover neste domingo (18/09) o “Pet Day CNA”, evento que vai reunir diversas atividades de entretenimento para animais de estimação e seus donos.

O evento, que ocorre das 9h às 12h, na praça Sete de Setembro, é gratuito e contará com apresentação de cães adestrados, desfiles, atividades pedagógicas, exposição de animais exóticos, entre outras atrações.

Além disso, o Pet Day terá a presença do canil da Polícia Militar e da ONG Cãopaixão, que dará orientações e fará o cadastramento dos interessados em adotar um cãozinho. Informações e inscrições dos animais devem ser feitas pelo telefone (16) 2111-7755 ou nas unidades CNA Campos Salles e Boulevard.

Fonte: www.ribeiraopretoonline.com.br

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Conheça algumas raças de cães ainda pouco populares no Brasil

Criador chega a vender cães basenji por até 3 mil euros 
(Foto: Edmilson Reis/Canil Itapuca/Divulgação) 
Criador chega a vender cães Basenji por até 3 mil euros (Foto: Edmilson Reis/Canil Itapuca/
Divulgação)

Raças raras crescem no país
Alex Piffer, diretor de marketing do Kenel Clube São Paulo, afirma que a introdução de novos cães é positiva para a cinofilia brasileira. “As novas raças que ainda não são populares aqui apresentam menos problemas de doenças e de genética, por conta da linhagem renovada”, afirmou.

Entre as raças raras que começam a ganhar mercado está a Basenji. Esse cão não sabe latir, tem personalidade forte e aparência comum, mas o filhote custa até 3 mil euros.

Não é popular por causa do temperamento reservado e da falta de características caricatas. O Basenji tem cara comum, de cachorro, mas é isso o que mais me agrada na raça”, afirma o criador Sávio Steele. “Eles não sabem latir, o que seria uma vantagem em apartamentos, mas sempre foram cães raros no Brasil e não são populares em nenhum lugar do mundo. Só nos países escandinavos a raça é um pouco mais conhecida.”

A criação de Steele começou há dez anos, quando ele chegou a investir US$ 4 mil em cada exemplar importado dos Estados Unidos para o Brasil. Aqui, os filhotes são vendidos a partir de R$ 4 mil.

A importação de cães também foi a maneira escolhida pelo casal Rogério Moraes e Barbara Kemp para iniciar a criação no país do raro Dogue de Bordeaux há três anos. Um único cachorro chegou a custar 8 mil euros. “Tenho cães importados da Alemanha, França, Polônia e República Tcheca. O investimento é alto, mas é uma raça que não existia com qualidade no Brasil”, afirma. 

Dogue de Bodeaux
Os cães são enormes e também começam a ser usados no Brasil para guarda. “Não é para quem procura um cão bravo. O Dogue de Bordeaux é territorialista, faz uma guarda ativa. É calmo, equilibrado e faz pouco barulho, mas quando late é sinal de problema.”

Os filhotes nascidos no Brasil são vendidos para companhia a partir de R$ 4 mil. Se a intenção do comprador é expor ou iniciar uma criação, o preço chega a dobrar. “É um cão que precisa de espaço e come muito, em média um quilo por dia. O dono precisa se dedicar. Eu escolho para quem vendo, faço uma seleção. Eu prefiro que continue raro, porque não banaliza.”

Cão de Crista Chinês (Foto: Edmilson Reis/Canil Hampton 
Court/Divulgação) 
Cão de Crista Chinês (Foto: Edmilson Reis/Canil Hampton Court/Divulgação)

Exóticos
Mesmo tido como raro, o Cão de Crista Chinês já se tornou conhecido virtualmente do público por causa da aparência estranha - responsável pela conquista de títulos de cão mais feio do mundo. Com o corpo pelado e tufos de pelos longos apenas na cabeça e nas patas, o cão não pode permanecer exposto ao sol ou ao frio excessivo.

As pessoas compram porque é exótico, mas depois percebem que têm um temperamento maravilhoso. São tranquilos e companheiros, querem ficar com o dono o tempo todo e são ótimos com crianças”, afirma Lívia Maria de Toledo Krainer, handler de um canil. Como handler, é responsável por cuidar dos cães, fazer a logística de acasalamento e levá-los a exposições.

Ela e o marido se tornaram parceiros do Hampton Court depois que trouxeram alguns exemplares dos Estados Unidos em 2009. Cada filhote pelado custa em média R$ 4,5 mil para companhia.

Enquanto a aparência exótica do Cão de Crista Chinês chama a atenção, é justamente o visual diferente que afasta os interessados no Pequeno Lebrel Italiano. Mas isso não incomoda o criador Fábio Melo Vieira, de Goiânia.

Ele é raro porque tem um formato exótico, magro, que não agrada a todos. É um cão nobre, sensível e muito carente de atenção”, afirma Vieira. Além de bastante carente, o cachorro precisa ser levado a um lugar amplo pelo menos uma vez por semana para que possa se exercitar, já que adora correr e chega a 40km/h.

Com cães importados da Argentina, Portugal, Bélgica e Estados Unidos, Vieira conta que passa por uma seleção para conseguir comprar os animais por até 5 mil euros cada. No Brasil, para companhia, os preços desse cão variam de R$ 4 mil a R$ 5 mil. “Para eu importar, sou submetido a análise. Preciso dar um resumo da minha vida, informar quanto tempo fico disponível e qual o tamanho do meu espaço. Preservamos isso aqui no Brasil, tentamos selecionar os compradores e acompanhar o cão mesmo depois de vendido.”

Boston Terrier (Foto: Estudio Nelson Reis/Canil 
Passarelli/Divulgação) 
Boston Terrier: raça popular nos EUA, mas rara no Brasil (Foto: Estudio Nelson Reis/Canil
Passarelli/Divulgação)

Esforço para popularização
Jarbas Passarelli, criador de Boston Terrier em Itupeva (SP), não consegue entender como a raça que está entre as mais criadas nos EUA continua rara no Brasil. Em média, ele importa cinco cães por ano a um custo de US$ 5 mil por exemplar. Aqui, o preço do filhote varia de R$ 4 mil a R$ 7 mil, mas o valor sobe se o objetivo do comprador é ter um cão especial para exposição.

Não se popularizou porque as pessoas não conhecem a raça, mas quem tem contato fica encantado. A pessoa vê o focinho curto e associa com o Buldogue Francês, mas o Boston Terrier não baba, é um cão mais atlético e esguio. Ele sempre acompanha o dono e adora crianças. É um cão bem usado em agility também.

Outro que pretende popularizar seus cães é José Francisco Jorge Leite, que cria a raça Lagotto Romagnolo na cidade de Seropédica (RJ). “Na França é extremamente popular, mas ainda é desconhecido no Brasil por conta da semelhança física com o Poodle, que já não desperta interesse nas pessoas. O pelo longo também trabalha contra, porque as pessoas acham que vai cair pela casa, mas na verdade não cai. Há raças que têm pelo baixinho e soltam muito mais”, afirma Leite. 

Lagotto Romagnolo

Além de Leite, existe apenas outro criador do Lagotto Romagnolo na América do Sul, localizado na Argentina. “Gostaria de ver mais pessoas criando. Quando conheci o cão, notei que tinha um potencial fantástico. É meigo e faz companhia, mas sem ser inconveniente. É um cão que não é barulhento nem agressivo e adora brincar”, afirma. Aqui, o preço do filhote custa R$ 2,5 mil, mas o criador acredita que tende a subir com a divulgação do cão.

Serviço
Basenji
Canil Itapuca – (21) 7831-3536

Boston Terrier
Canil Passarelli – (11) 4592-7642/7274-0131

Dogue de Bordeaux
Canil Kembit Kennel – (11) 3804-5305/7867-7159

Pequeno Lebrel Italiano
Canil Apoama – (62) 9964-9752/9964-9748
Cão Chinês de Crista
Canil Hampton Court – (14) 3732-6755


Lagotto Romagnolo
Canil Il Maniere – (21) 9177-1362


Thai Ridgeback
Canil Blue Face Brazil – (61) 9126-2991

Cão raro é importado para o Brasil para ser usado como cão de guarda

Criador investiu mais de R$ 36 mil em três animais da raça Thai Ridgeback.
Canis de raças raras apostam na popularização de animais.

Criador Hebhert Freitas com os cães da raça Thai Ridgeback 
(Foto: Edmilson Reis/Canil Blue Face Brazil/Divulgação) 
Criador Hebhert Freitas com os cães da raça Thai Ridgeback (Foto: Edmilson Reis/Canil Blue Face Brazil/Divulgação)
 
O criador Heberth Luís de Freitas investiu mais de R$ 36 mil nos últimos dez meses em três cães da raríssima raça Thai Ridgeback, que foram importados da República Tcheca e Tailândia. A intenção é usar a nova raça, ainda desconhecida no Brasil, como uma opção para cães de guarda.

Ainda não sei ao certo quanto gastei com coisas menores, não tive curiosidade de somar para não ficar doido. É a terceira raça mais rara do mundo, então vale a pena”, brinca Freitas, que demorou seis meses para driblar a burocracia e trazer o primeiro cão, em novembro do ano passado. Os outros vieram em março e junho.

Segundo Freitas, a raça de origem Tailandesa é extremamente antiga e chegava a ser usada em rinhas. O porte físico e a aparência são semelhantes aos de um Pit Bull, mas Freitas garante que a personalidade dos dois cães é diferente. “O Thai Ridgeback também é um cão de guarda, porém dócil e totalmente fiel aos seus donos. Ele é bravo só quando precisa ser. Os cães são do tipo que deitam no chão para ganhar carinho na barriga”, afirma.

A primeira ninhada deve nascer só em janeiro, mas Freitas já tem três encomendas. Ele ainda não estipulou preço, mas pretende vender os filhotes a partir de R$ 5 mil. “Eu não vou tirar o mercado de ninguém, porque quem gosta de Pit Bull, por exemplo, não gosta de outra raça.”

Fonte: www.g1.globo.com

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Menino de 9 anos pega bote para salvar cães ilhados em Itajaí, SC

Na cidade, água ‘engoliu’ casas e alagou bairros inteiros.
Dois cachorros estavam presos em casa que ficou isolada.

Alegria.” É como define Gustavo Henrique Morelli, de nove anos, o que sentiu quando reencontrou seus dois cachorrinhos, Simba e Pink, depois de pegar um bote para resgatá-los na casa onde mora, que ficou isolada em um dos bairros de Itajaí, Santa Catarina, em razão das enchentes que atingem o estado desde a quarta-feira (07/09).

Gustavo Henrique Morelli, 9, salvou seus dois cães da 
enchente (Foto: Rosanne D'Agostino)
Gustavo Henrique Morelli, 9 anos, salvou seus dois cães da enchente (Foto: Rosanne D'Agostino)
Em Itajaí, as cheias chegaram depois de atingir mais de 100 mil pessoas em Blumenau. A diminuição do nível das águas do rio Itajaí-Açu, que alagaram mais de 390 ruas na cidade, para o município vizinho significa que o curso do rio está seguindo diretamente para o rio Itajaí.

Neste sábado (10/09), os moradores começaram a sentir a força dos alagamentos, que ‘engoliram’ casas e deixaram vários bairros submersos.

Desde sexta, Gustavo queria voltar para buscar seus cãezinhos, mas as águas tomaram todas as ruas do bairro, na entrada de Itajaí. No local, a maioria das casas está com o primeiro andar submerso, algumas há três dias. De outras, só é possível ver o telhado.

Eu ficava pensando no que ele estava pensando”, conta Gustavo. O resgate aconteceu apenas neste sábado, quando já não havia mais previsão de as águas baixarem. Os cães estavam no segundo andar, isolados. “Colocamos todas as coisas para cima e saímos”, conta a mãe do menino herói.

Com o avô e o pai, Gustavo partiu de bote rumo à casa. Seguiu por cerca de 50 metros de água barrenta, e retirou os cãezinhos. Também cuidou para que não caíssem do barco até a chegada à margem, quando ganhou festinha dos bichinhos e dos vizinhos orgulhosos.

Senti alegria, e acho que ele também”, diz o menino, envergonhado da proeza. Agora, a família espera apenas que o nível do rio baixe e que possam retornar às casas, para dar início à limpeza, e contabilizar o prejuízo.

Barco usado para resgatar pessoas ilhadas em Itajaí (SC) 
(Foto: Rosanne D'Agostino)
Barco usado para resgatar pessoas ilhadas em Itajaí (SC) (Foto: Rosanne D'Agostino)
Por Rosanne D'Agostino

Falta de censo animal inviabiliza controle de cães abandonados

Miriam Miranda, fundadora da ONG Vira Lata Vira Vida, é a entrevistada da semana

A falta de um censo animal inviabiliza a criação de políticas públicas para o controle de cães abandonados nas ruas de Piracicaba. A cidade nunca realizou uma contagem oficial e as estimativas são imprecisas. Sem o número e com uma população animal cada vez maior, os canis mantidos tanto por voluntários como os administrados pela prefeitura estão superlotados e sem estrutura para receber novos cães. O pensamento, com ar mais realista do que pessimista, é da designer Miriam Miranda, que há dois anos criou a organização não governamental (ONG) Vira Lata Vira Vida.

O abrigo não é a melhor solução, mas, infelizmente, acaba sendo a única opção a curto prazo. O correto é a castração destes animais e a conscientização da população. Mas sem números concretos não se consegue pensar em um plano amplo. Quando há a castração, tem de se pensar em todo o trabalho pós-operatório. Não é apenas a cirurgia em si”, diz Miriam.

A ONG conta atualmente com 389 cães. A estrutura seria para, no máximo, 300 animais. A maior parte deles foi abandonada pelos proprietários. Muitos são idosos ou apresentam algum tipo de deficiência. Um dos trabalhos feitos pela entidade é levar estes cães a feiras de adoções para mostrar ao público que eles podem ser acolhidos.


Adoção à distância
Outra opção para as pessoas que querem colaborar é a adoção à distância. O interessado deposita um valor mensal à entidade e pode fazer visitas ao local e também levar o cão para passear. “Se cria uma identidade entre o cão e a pessoa. São pessoas que gostariam de ter o animal, mas que não têm esta possibilidade, seja por falta de tempo ou de espaço”.


Cuidados com os animais
Todos os cães colocados para adoção são castrados e vacinados. Um dos voluntários da ONG vai até a casa em que o cão ficará e faz um diagnóstico do local. Em alguns casos, algumas adequações são feitas e, caso o espaço não comporte o tamanho do animal, a adoção não é realizada.


Fonte de renda
Os remédios doados pela prefeitura são a única ajuda governamental. O restante é custeado por voluntários e pela venda de produtos, como camisetas e chinelos. Os produtos podem ser vistos no site da entidade: http://www.viralataviravida.org.br.


Censo
Qualquer projeto realizado precisa partir de um número. Miriam diz ainda que o abrigo não é a melhor solução, pois gera grandes problemas financeiros e ambientais.

Por Bernardo Medeiros

Aumenta risco de cinomose durante segundo semestre

Fique atento ao seu cão para sintomas como secreções nos olhos e no nariz, tremores pelo corpo e convulsões
 
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Annice Cortez recebe de cinco a seis cães por dia no hospital veterinário da Uece com suspeita de cinomose. Se o diagnóstico é precoce, o animal tem mais chances de cura/Foto: José Leomar 
 
A cinomose é uma doença altamente contagiosa. Se diagnosticada precocemente, tem mais chances do cão ficar curado e sem sequelas. A incidência tende a aumentar neste segundo semestre, após as campanhas públicas de vacinação, quando há maior aglomeração de cães, e por conta das datas comemorativas do Dia das Crianças e do Natal, quando o mercado de filhotes fica mais aquecido. Nesta fase, estes animais estão mais vulneráveis à doença, caso não seja cumprido o calendário de vacinação corretamente.
 
 
Annice Cortez, professora e médica do hospital da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará (Favet-Uece), diz que a unidade atende por dia de cinco a seis casos suspeitos de cinomose. Os cães mais susceptíveis são os filhotes até seis meses de vida e os cães não vacinados. "A doença é altamente contagiosa, mas tem cura, principalmente durante o tratamento precoce, o que impede a multiplicação do vírus e a evolução da doença para a fase neurológica", alerta a veterinária. "Quanto mais rápido o diagnóstico, melhor resposta ao tratamento", completa.

Hemograma
A doença é provocada pelo RNA Vírus, do gênero morbillivirus, da família paramyxoviridae. A transmissão ocorre por meio de urinas, fezes, saliva e secreções ocular e nasal do animal contaminado. O diagnóstico é feito por meio de hemograma, pesquisas de inclusões virais, sorologia e também pela utilização do kit de diagnóstico, que oferece o resultado em apenas 10 minutos. Annice Cortez diz que o principal meio de prevenção contra a doença é a vacinação. Nos filhotes, há o calendário de 90 dias com três doses iniciais a cada 21 dias ou 30 dias, depois fica o reforço anual. Este deve ser aplicado também nos animais adultos e principalmente idosos. Nesta fase, os criadores não podem relaxar na imunização de seus animais, segundo adverte Annice.

Se o diagnóstico e tratamento acontecem logo, e a doença não chega à fase neurológica, o cão fica curado em 70% dos casos. Se chegar a essa fase, a chance de cura cai para 40%, conforme explica a veterinária. "Mas tudo isso é condicionado ao diagnóstico precoce e às condições imunológicas do animal. E também se o proprietário vai fazer corretamente o tratamento prescrito pelo veterinário", afirma ela.

O animal doente deve ficar totalmente isolado dos demais. Os cães filhotes com vacinação ainda inclusa não podem frequentar ambientes públicos. A imunização só deve ser feita pelo médico veterinário, pois só este profissional tem condições de examinar o cão, observando se está em condições adequadas para receber a dose. Além do que na clínica veterinária está asssegurado o uso do medicamento de boa qualidade.

Quadro grave
Annice Cortez explica que a decisão de eutanasiar o animal doente só deve ser tomada quando a cinomose já apresenta um quadro neurológico grave e o cão não responde mais satisfatoriamente ao tratamento, apresentando convulsões e alterações comportamentais, tais como agressividade e desconhecimento do dono. Com a qualidade de vida já bastante comprometida, seu sofrimento pode ser aliviado. A veterinária diz que a maioria dos casos que chega ao hospital veterinário da Uece adequa-se ao tratamento. Apenas cerca de 20% é dirigido à eutanásia.

O tratamento acontece de acordo com a sintomatologia apresentada pelo organismo canino. Geralmente, é feito à base de antibióticos, imunoestimulantes, anti-inflamatórios, corticoides, colírios, complexo vitamínico e oxigenador cerebral. Na fase neurológica, sessões de acupuntura têm revelado excelentes resultados. As sequelas mais comuns são as convulsões e a mioclonia (tremores musculares involuntários em locais generalizados, principalmente nas patas, face e musculatura do tórax).

Annice Cortez recomenda que o criador deve ficar atento ao seu animal, sempre observando possíveis sintomas. Tão logo apareça algo, levar imediatamente ao veterinário.

A cinomose é uma das enfermidades que mais gera dúvidas entre os criadores. No Blog Bem-Estar Pet, os posts abordando a doença é um dos mais comentados. Os internautas querem saber se tem cura e quais os sintomas. A coluna Dr. Vet, publicada semanalmente nesta página, já respondeu dúvidas sobre o tema algumas vezes.

Por Valéria Feitosa
Fonte: www.diariodonordeste.globo.com

Mercado para bichos de estimação movimenta 10 bilhões

A seção de roupas lembra uma loja de vestuário 
infantil
A seção de roupas lembra uma loja de vestuário infantil
 
As famílias brasileiras criam laços cada vez mais fortes com seus animais de estimação. Os cães e gatos nunca frequentaram tanto o pet shop, comeram rações caras e receberam tantos mimos. O país tem uma população de 35 milhões de cães e 18 milhões de gatos, e o ramo movimentou no ano passado R$ 10,14 bilhões e espera em 2011 chegar aos R$ 11,2 bilhões - um aumento de 4,5%. “O animal de estimação virou integrante da família, e muitas pessoas não encontram limites na hora de gastar com roupinhas e investir em tratamentos estéticos e medicinais”, afirma o veterinário Heraldo Habermann.

E não é para menos. Em 2005, os brasileiros gastavam em média, por animal, US$ 30 dólares por ano. Agora, gastam US$ 70.

Na alimentação, por exemplo, se antes os animais de estimação comiam restos de comida, depois eles passaram a comer rações mais simples e hoje já se deliciam com rações mais elaboradas. “Muitas marcas segmentam as rações por raça. Isso porque os animais têm necessidades nutricionais diferenciadas. Enquanto uns precisam de mais cálcio, outros, de proteína”, explica o veterinário.

Segundo Heraldo, a expectativa de vida dos animais aumentou consideravelmente nos últimos anos. “A medicina veterinária está tão avançada quanto a humana. Os profissionais estão mais especializados e os tratamentos, diversificados. Atualmente investe-se muito nas medicinas alternativas, como acupuntura, florais e homeopatias.”

Os pet shops oferecem de rações a brinquedos, cosméticos para deixar os pelos mais bonitos e sedosos, além de protetor solar e colares. A seção dedicada às roupas é um luxo só e, em muitos casos, lembra uma loja de vestuário infantil. “Temos até biquíni para cachorro”, lembra a atendente Talita Rafaeli Lar.

Para ajudar na humanização dos animais de estimação, há também bonés, bandanas, gravatas, tênis e fantasias. “Para os donos mais interessados, temos algumas opções de livros que podem ajudar a entender melhor o bichinho. Já, para os apaixonados, há adesivos de carros que demonstram o carinho pelo animal”, acrescenta Talita.

A técnica em enfermagem Mônica Ferraz tem uma cachorrinha da raça maltês chamada Sophia e é exemplo de dedicação e amor no cuidado com o animal de estimação. “Meu filho Marcos tem a Sophia como irmã. Ela come ração específica para a raça e toma banho regularmente. É praticamente um membro da família!”.

Por Ana Ligia Noale
Fonte: www.jornalcidade.uol.com.br

Cão 'vira' travesseiro em Taiwan

Dono 'dormia' sobre o cachorro em gramado durante show em Taipei.
Cena foi flagrada por Chiang Ying-ying.
 
Homem 'usa' seu cão como travesseiro em gramado em Taipei, 
Taiwan, neste domingo (11). Eles assistiam a show em homenagem às 
vítimas do 11 de Setembro nos EUA (Foto:  Chiang Ying-ying/AP) 
Homem 'usa' seu cão como travesseiro em gramado em Taipei, Taiwan, neste domingo (11/09). Eles assistiam a show em homenagem às vítimas do 11 de Setembro nos EUA (Foto: Chiang Ying-ying/AP)
 

Por Michelle Mello:
Muito fofo esse cãozinho!
É por isso que amo os animais, estão sempre com a gente para o que der e vier. São verdadeiros amigos!
Amo que amo!!!!

Cachorro sobrevive 16 dias preso em toca de coelho no Reino Unido

Jack Russell entrou no buraco após perseguir coelho.
'Eu pensei que nunca iria vê-lo novamente', disse dona.

Um cão da raça Jack Russell ficou 16 dias preso em uma toca em Penistone, no Reino Unido, após perseguir um coelho e entrar no buraco do animal. Os donos do cão, Erika e Carl Toutenhoofd, passaram dias procurando por ele, sem sucesso, segundo o jornal "Barnsley Chronicle".

Cão da raça Jack Russell ficou 16 dias preso em uma toca de 
coelho. (Foto: Reprodução) 
Cão da raça Jack Russell ficou 16 dias preso em uma toca de coelho. (Foto: Reprodução)
 
O casal já havia perdido a esperança de encontrá-lo vivo. "Eu pensei que nunca iria vê-lo novamente, foi horrível", disse Erika.

O cachorro acabou sendo achado por sua amiga Louise Bedford, de 33 anos. Ela estava caminhando com seus cinco cães de estimação quando ouviu alguns latidos.

Ela pensou que algum dos seus cães tivesse ficado preso nos arbustos, mas, quando os afastou, ela viu o Jack Russell da amiga tentando desesperadamente sair de dentro de uma toca de coelho.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Hoje é o dia do Veterinário. Parabéns!!!

www.clubedoviralata.blogspot.com

Quero deixar minha pequena homenagem a todos os médicos veterinários:

Abençoadas são as pessoas que teem o dom de cuidar dos animais, que dedicam parte da sua vida estudando maneiras de salvar nossos bichos.

Obrigada pela dedicação tremenda aos nossos bichos, que muitas vezes são maltratados pelo próprio homem.

Que esta dedicação volte para vocês em dobro!

Deus abençoe a todos vocês!

VETERINÁRIOS PARABÉNS PELO SEU DIA!!!

Por Michelle Mello do Blog Patógrafo

Enrique Iglesias pilota jet ski com seu cachorro de estimação

Enrique Iglesias se divertiu enquanto rodava cenas de um vídeo na terça-feira (06/09), no mar de Miami.

Enrique Iglesias e o cão, Lucas, se divertem em tarde de sol em Miami

O cantor de música pop estava acompanhado de uma equipe de filmagem, que fazia a gravação de cima de um helicóptero e num jet ski logo ao lado.

Em determinado momento, ele foi até um iate, pegou seu pastor alemão, Lucas, e colocou o mascote para também dar uma volta com ele no jet ski.

Enrique e o cão não usaram equipamentos de segurança para pilotar o veículo. Empolgado, o astro chegou a tirar a camiseta, mostrando que está numa forma física invejável.


Segundo informações da agência Grosby Group, o material coletado para o vídeo servirá ou para um videoclipe ou para um filme especial que mostrará como é o dia a dia do cantor.

Fonte: Revista Quem

Estudo analisa câncer em cães

Pesquisa permite presumir qual será o comportamento da enfermidade e resposta a terapias, diz a veterinária Luciana Moura Campos Pardini

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Foto: Divulgação - Pesquisa prevê manifestação de doença em animais
Trabalho da médica veterinária Luciana Moura Campos Pardini, recém-graduada pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), avaliou amostras de carcinoma de células escamosas, tipo de câncer de pele que atinge os cães. A enfermidade tem como um de seus fatores etiológicos a exposição crônica à radiação UV, que acaba por induzir mutações no genoma, capazes de resultar no surgimento do câncer.

O objetivo do estudo foi identificar nas amostras tumorais, a presença de um fenômeno conhecido como “metilação do DNA”, capaz de silenciar genes cuja função seria identificar e bloquear o desenvolvimento do câncer.

A metilação é um processo fisiológico, normal, que faz parte do silenciamento de inúmeros genes que devem ser inativados ao longo da vida”, explica Luciana.
O gene estudado por ela foi o Foxe1, presente em diferentes espécies, que codifica proteínas com pelo menos 80% de similaridade em animais diferentes. Segundo Luciana, o gene já foi identificado em alguns animais e seres humanos.

Esse gene tem sido estudado em humanos recentemente e possui influência no surgimento de diversas doenças, entre elas alguns tipos de neoplasias, como carcinoma de tireóide, carcinoma de células escamosas de pulmão e esôfago e adenocarcinoma pancreático”, diz.

Para o processo de análise é extraído o sangue dos animais - o DNA é tratado com bissulfito de sódio, substância que permite a identificação da metilação. Em seguida, é utilizada a técnica de PCR das amostras, para obtenção de milhões de cópias do DNA, a partir de uma pequena amostra do tumor. Após a análise das amostras é realizado o sequenciamento do DNA.

Foi possível observar que a técnica para avaliar o padrão de metilação do gene em seres humanos pode ser utilizada para a mesma avaliação em cães, o que comprova a similaridade entre o genoma das duas espécies e a conservação desse gene ao longo da evolução.”

Resultados da pesquisa
A identificação da situação do gene, devidamente correlacionada a sinais clínicos e a evolução da doença, permite presumir qual será o comportamento da enfermidade e sua reação diante de determinadas terapias.

Dessa forma podemos tomar decisões de tratamento e estabelecer o prognóstico do animal com base nos marcadores moleculares específicos para aquela doença”, garante Luciana.

O trabalho que realizamos foi apenas o primeiro passo e ele terá continuidade com a avaliação de um maior número de amostras e a correlação dos dados obtidos com o desenvolvimento da doença”, finaliza.


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Cachorro é levado de salão de beleza pela segunda vez

Câmeras de segurança de um prédio próximo, registraram a ação das mulheres que levaram o cão

Esta é a segunda vez que "Baby" é levado por estranhos/Foto: Divulgação
Um cachorro da raça Spitz Alemão foi roubado nesta segunda-feira (06/09) em frente a um salão de beleza no Centro de Ribeirão Preto. A proprietária do cão trabalha no estabelecimento. Esta é a segunda vez que o cão é levado.

A câmera de segurança de uma loja da Rua São Sebastião registrou o momento em que duas mulheres pegaram o cachorro na Rua Marcondes Salgado, 415.

O spitz alemão tem 5 anos, de nome ‘Baby’, é pequeno, cor de mel e bastante peludo. Segundo a dona do cachorro, Rosângela da Silva Lopes, uma das mulheres que aparece nas imagens tem cabelos compridos até a cintura.

Um cão desta raça é vendido no mercado por cerca de R$ 2 mil.

Baby foi roubado pela primeira vez durante o carnaval deste ano. Ele ficou dois dias desaparecido. Rosângela divulgou fotos pela internet e conseguiu encontrá-lo.

Quem tiver alguma informação sobre o paradeiro do cachorro, pode ligar para (11) 3019 4322.

Fonte: www.jornalacidade.com.br

Veterinário dá dicas para banhos caseiros em cães

Muitos cães odeiam ir ao pet shop e ficam tão estressados que a rotina do banho se torna uma grande tortura para ele e o dono. Segundo Marcelo Quinzani, médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, o banho deve ser um ato prazeroso e não motivo de chateação. “O banho não deve fazer mal para o animal e deixá-lo estressado e agressivo. O ato é importante, mas em casos como esses é preciso repensar a frequência”, diz.


Uma boa alternativa para quem tem tempo, disposição e muito amor pelo amigão de quatro patas é dar banho em casa. Confira as dicas de Marcelo Quinzani e saiba como deixar o banho caseiro do seu pet mais agradável e seguro.

1. Escolha um local seguro e confortável. Pode ser um tanque, um box de banheiro, uma banheira ou mesmo um esguicho. O ideal é que seja um local fechado e com água morna ou em temperatura ambiente, de preferência agradável.

2. O ideal é usar xampu que não arda nos olhos. É possível utilizar uma pomada lubrificante prescrita pelo veterinário para proteger a região.

3. No caso dos ouvidos é necessário usar um chumaço de algodão seco para protegê-los. Separe um pedaço não muito pequeno e coloque com cuidado para que não entre no canal auditivo. O importante é que o algodão proteja a região e não deixe que a água entre.


4. Comece molhando as pernas do animal e depois o dorso para que ele se acostume com a temperatura da água. Com ele tranquilo e quieto, molhe a cabeça, levando a água com as mãos e esfregando gentilmente. Depois disso, é preciso esfregar o corpo e membros com o xampu recomendado pelo veterinário – neutro ou medicinal, de acordo com a pele e pelo do animal. Em seguida, enxágue e repita a operação pelo menos mais uma vez. Aproveite esse momento para verificar possíveis nódulos, feridas, presença de pulgas ou carrapatos. Se observar algo diferente, comunique o médico veterinário.

5. Depois de enxaguado e limpo, mude o cão de lugar para secá-lo. No caso de animais de pelo longo ou denso, será necessário usar secador de cabelo. Já nos cachorros de pelo curto, podem ser usadas apenas toalhas. Também não se esqueça de retirar o algodão dos ouvidos.

6. Depois de seco, o veterinário aconselha dar um agrado aos animais, como afagos, um petisco e até mesmo um passeio para condicioná-lo a associar o banho a algo agradável e prazeroso. O uso de acessórios e perfumes – próprios para animais – fica a seu critério. Só é preciso observar se ele não tem alergia ou se não vai ficar incomodado depois.

Autora: Luciana Florence
Fonte: www.criativa.globo.com

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Cão bate recorde com as orelhas mais longas do mundo

O cachorrro pertence à americana Jennifer Wert.
Orelha esquerda mede 31,11 cm, e direita, 34,29 cm.

O cão chamado "Harbor", de oito anos de idade, que pertence à americana Jennifer Wert, da cidade de Boulder, no estado do Colorado (EUA), entrou para o Guinness, livro dos recordes, com as orelhas caninas mais longas do mundo. A orelha esquerda de "Harbor" mede 31,11 centímetros, enquanto a direita tem 34,29 centímetros.

'Harbor' exibe suas orelhas gigantes. (Foto: AP)
'Harbor' exibe suas orelhas gigantes. (Foto: AP)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Cães e gatos precisam de "manicure", dizem veterinários

Pequenas, delicadas e escondidas no meio dos pelos, as unhas de cães e gatos, às vezes, passam despercebidas da rotina de cuidados.

De acordo com a veterinária Tatiana Pelucio, coordenadora para assuntos profissionais do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, os cuidados são fundamentais para a saúde dos animais. "As unhas dos cães, se muito compridas, podem levar a problemas de locomoção e até de crescimento, no caso dos filhotes."

Veterinários desaconselham cortar as unhas dos gatos; donos que querem preservar móveis devem apenas passar lixa nelas / SXC

No caso dos cães, a atenção deve começar pelo corte. "Os que vivem em quintais e que passeiam diariamente têm contato com pisos ásperos e apresentam um desgaste natural das unhas. Já os que vivem em apartamentos e no interior de casas têm contato apenas com pisos lisos. As unhas não se desgastam e devem ser cortadas com frequência", explica Tatiana, que enfatiza que o aparo deve ser feito somente por pessoas com prática.

Mirela Tinucci Costa, professora de medicina veterinária da Unesp de Jaboticabal, não vê exageros no cuidado.

"Quem não tem experiência pode cortar errado. As unhas dos cães têm uma parte viva no meio, que, se cortada, sangra e causa muita dor ao animal. Alguns cães têm a unha escura, e quem não tem experiência perde a referência do comprimento correto."

No caso dos gatos, o corte das unhas não é indicado, pois eles as utilizam para se fixarem. Para poupar os móveis e os proprietários dos arranhões, é indicado apenas que as unhas sejam lixadas nas pontas.

Esmaltes e capas
Enquanto alguns donos se esquecem dos cuidados das unhas dos cães e dos gatos, outros vão ao outro extremo e chegam a pintá-las com esmalte, no caso dos cães, e a cobri-las com capinhas, nos gatos.

"As pessoas têm um animal e querem transformá-lo em bonecos. O benefício é zero e, se usados com constância, pode prejudicar a saúde dos bichos, pois não deixam a unha respirar", alerta Mirela.

Autor: Leandro Nomura
Fonte: www.folha.uol.com.br

Itália: casal oferece 10 mil euros por cão que sumiu em hotel

Um cachorro da raça Fox terrier, dado como desaparecido em agosto em um hotel de Gênova, no norte da Itália, se tornou um dos cães mais caros do mundo, após seus donos, um casal de milionários russos, terem oferecido uma recompensa de 10 mil euros a quem der notícias de seu paradeiro.

Johnny foi visto pela última vez em 17 de agosto no Grand Hotel Savoia, que se define como "amigo dos cachorros" e inclui um serviço especial para os animais, informou nesta segunda-feira o jornal La Stampa. A fortuna do milionário casal vem do setor de energia, e por isso desde o início era esperado um pedido de resgate, o que não aconteceu.

Após o desaparecimento, que deixou o casal "muito triste", os russos denunciaram o fato aos representantes de seu país na Itália, primeiro ao consulado da Rússia, em Gênova, e depois na embaixada, em Roma.

Começou assim uma investigação que envolveu a "Liga Nacional para a Defesa dos Cães", cujo presidente, Pierluigi Castelli, fez com que fossem interrogados até mesmo mendigos.

Fonte: www.terra.com.br

Audorei: Risqué lança coleção de esmaltes com nomes de raças de cães



AUmei esta ideia, mas faltaram algumas raças aí! Não tem Shih Tzu....Mesmo assim vou comprar todas as raças....Ops...Digo, cores!

Se você é louca por esmaltes e apaixonada por peludos de quatro patas, vai desejar agora mesmo a nova coleção de esmaltes da Risqué. É que a marca se prepara para lançar durante a Beauty Fair – feira internacional de cosmético e beleza, que acontece de 10 a 13 de setembro em São Paulo - a linha I Love my Dogs, desenvolvida em parceria com o estilista Reinaldo Lourenço.

A coleção é composta por sete novas cores e cada uma recebeu o nome de uma raça de cão como poodle, cocker, husky e maltês. Até os vira-latas ganharam sua versão, um cinza metalizado. E o melhor de tudo? A Risqué está entre as marcas de beleza que não testam em animais. Melhor impossível, não?

Será que a próxima coleção vem com raças de gatos? É esperar para conhecer os detalhes dessa linha e torcer para que os gatinhos também ganhem uma homenagem dessas, não é mesmo? Ah…e lembre-se de não usar esmalte de humanos nos cães e nos gatos. Esses produtos não foram feitos para serem usados na bicharada!

Fonte: www.criativa.globo.com

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Cão-guia ajudou cego a escapar do World Trade Center

Michael Hingson, 61, chegou cedo ao seu escritório, no baixo Manhattan, naquela terça-feira. O dia estava ensolarado em Nova York. Do elevador ao escritório no 78º andar da torre norte do World Trade Center, sua companheira Roselle distribuía simpatia.

A relação entre eles era recente, ainda não haviam completado dois anos juntos. Desde o primeiro passeio, Michael achou que formavam um par perfeito.

Roselle, uma labrador, tinha sido treinada para trabalhar como cão-guia. Sempre teve personalidade forte. Era bagunceira, espalhava meias pela casa, roncava à noite e latia alto ao som da campainha. Apesar de gostar de brincar, o serviço era levado a sério. E o seu trabalho mais reconhecido aconteceu naquela manhã do dia 11 de setembro de 2001.

Eram 7h40 quando eles chegaram ao escritório da Quantum, uma empresa de softwares onde Michael trabalhava desde 1997. Havia um ano que estavam no WTC. Como gerente regional de vendas, ele tinha muitos compromissos agendados para aquela semana. Às 9h, começaria um treinamento para revendedores.

Michael Hingson, 61, e sua cachorra-guia Roselle; ela guiar seu tutor na descida de 78 andares pelas escadas/Reprodução/Facebook.com/Roselle911GuideDog
 
Roselle com medalha "Dickin PDSA", recebida pelo ato de salvamento no WTC
 
Às 8h46, Michael estava a três metros da janela por onde seus colegas podiam ver o porto de Nova York e a Estátua da Liberdade. Ouviu uma explosão metálica e sentiu o piso tremer. Havia fumaça e cheiro de gás no ar. Um avião sequestrado por terroristas havia se chocado com o prédio na altura dos andares 93 a 99.

Michael e o colega David Frank decidiram sair da torre. Os elevadores não funcionavam, não havia eletricidade. Então Roselle começou a aventura de guiar seu tutor na descida de 78 andares pelas escadas.

"Trabalhamos em equipe. A tarefa dela era garantir que andássemos com segurança procurando obstáculos. Minha tarefa era direcioná-la com comandos específicos, como para frente, para a direita ou para a esquerda", conta Michael em entrevista à Folha.

Durante a descida, ele foi o único que reconheceu o cheiro de combustível do avião. "As pessoas que enxergam se baseiam apenas na visão e não aprendem outras técnicas que poderiam ajudá-las".

A jornada durou cerca de uma hora. Michael e Roselle estavam a apenas duas quadras da torre sul quando ela, atingida por um segundo avião, desabou às 9h59. "Foi a parte mais perigosa. Não é mais difícil para um cego descer 1.463 degraus, mas correr 400 metros com uma torre desmoronando atrás de você é assustador, não importa se você é cego ou se pode ver."

Fama
Depois da experiência, Michael e Roselle viraram uma dupla popular. A história deles foi recontada em entrevistas na TV e palestras, onde ele fala sobre confiança, trabalho em equipe, cães-guia e cegueira. "A principal desvantagem dos cegos não é a falta de visão, mas o desconhecimento das pessoas que enxergam sobre o que um cego pode ou não pode fazer", afirma.

Em janeiro de 2002, Michael trocou a carreira de 27 anos na área de tecnologia para ser diretor de relações públicas de uma escola de treinamento para cães-guia em San Rafael, Califórnia.

No mês passado, a história de Michael e Roselle virou o livro "Thunder Dog" (Cão Trovão, em português), sem previsão de lançamento no Brasil. A obra também está disponível em audio-book.

Em 2007, Roselle se aposentou. Passou os últimos anos se divertindo com as colegas África e Fantasia, que também viviam sob os cuidados de Michael.

Em 2010, Roselle teve dores crônicas nas costas e foi tratada com acupuntura. Em 24 de julho deste ano, aos 13, ela estava com a saúde frágil quando teve complicações de uma úlcera. Dois dias depois, como não apresentava melhora, sua família e o veterinário interromperam o sofrimento. Roselle foi sacrificada às 20h52 de um domingo.

Fonte: www.folha.uol.com.br